PES 2009: demo a 2 de Outubro
A Konami anunciou a data oficial de lançamento da demo do Pro Evolution Soccer 2009 para 2 de Outubro. Estará disponível nas plataformas Playstation 3, Xbox 360 e PC. Nesta demo será possível jogar partidas de 5 minutos, no modo Exibithion, com as equipas licenciadas do Manchester United, Liverpool, Real Madrid e Barcelona, tal como as selecções de Itália e França. Estão ainda disponíveis vídeos promocionais dos modos ‘Become a Legend’ e ‘Legends’. ”PES 2009″ irá estrear no PC, Playstation 3 e Xbox 360 a 17 de Outubro, na Wii em 2009, e na Playstation 2 e Playstation Portable a 30 de Outubro e 6 de Novembro, respectivamente.
Enquanto esperam pela demo, aqui fica um vídeo do jogo.
Na pele de Deus
A imaginação é algo que nunca deve faltar a um produtor de jogos lúdicos. Enquanto alguns optam por mais do mesmo, com receitas já batidas no mercado, outros optam por colocar a massa cinzenta em ebulição e mostrarem que ainda é possível inovar neste mercado em franca expansão. É o caso de Will Wright, o criador da série de maior sucesso nos vídeojogos, os populares Sims, que volta agora a mostrar todo o seu génio com “Spore”.
As expectativas eram enormes e tinham razão de ser. Começou com o lançamento de um editor de personagens, que serviu para abrir o apetite para o prato principal que agora se serve. “Spore” coloca o jogador no papel de Deus, ou seja, responsável pela criação de vida e evolução ao longo de eras. Não se pretende a representação fiel da evolução do Homem, mas antes a evolução de uma espécie ao longo de cinco estádios: celular, criatura, tribal, civilização e espacial. Começa então a aventura da vida, numa espécie de cinco jogos distintos, mas ligados entre si.
Na primeira fase, a escolha inicial é feita entre ter uma dieta carnívora e herbívora. Depois, é recolher alimentos e tentar fugir às espécies mais fortes que procuram a todo custo fazer da nossa personagem a refeição principal. A evolução para a segunda fase de vida, criatura, é rápida e sem grandes dificuldades. Agora, o jogo permite mais opções de partes do corpo para adicionar à personagem, criando verdadeiros monstros assustadores. Outras tarefas serão a captura de espécies mais, fracas a procura de parceiros para a procriação e a socialização com outras espécies. Destaque para o aparecimento dos primeiros combates, em jeito de RPG, com o rato a permitir movimentos simples e rápidos. Passemos à fase tribal e a uma nova situação. Existe aqui um cheirinho de estratégia em tempo real, pois o jogador terá de comandar uma tribo, atribuir tarefas e efectuar alianças ou combates com outras tribos na conquista de territórios. A evolução física terminou, mantendo-se apenas a preocupação com adornos visuais. No penúltimo estado de evolução, a civilização, o importante é o passado, ou seja, se a nossa tribo era diplomática ou bélica, será a forma que a nossa nação irá adoptar no futuro. Existe aqui algo de “Sim City”, com a construção de vários tipos de edifícios, e de “Civilizatiion”, em que o domínio pode ser atingido de forma religiosa, económica ou militar. Por fim, a exploração espacial. A última parte do jogo é a maior e a melhor. A exploração de um espaço que parece mesmo infinito permite guerras com alienígenas, evitar catástrofes ecológicas ou criar rotas comerciais galácticas, entre muitas outras coisas.
De forma muito reduzida, esta é a mecânica de “Spore”, que conta ainda com um sem número de adições e trocas de itens que podem ser feitas via on-line, naquele que é o melhor jogo do ano. Pelo menos, para nós.
Trailer de Star Wars: The Force Unleashed
A Força regressa no melhor jogo da saga criada por George Lucas.
A Força está de volta
George Lucas quase pode ser comparado ao mítico rei Midas, ou seja, tudo onde toca gera milhões. Foi assim com os seus filmes da saga “Star Wars”, continua com os vídeojgos que brotam a partir das aventuras de Darth Vader e seus pares. Sempre em busca de novos desafios, a LucasArts lança agora um conjunto de produtos de entretenimento que vão desde um filme de animação até este jogo, disponibilizado para s várias consolas e PC, sendo que neste caso nos referimos à versão para a PS3.
Em “Star Wars: The Force Unleashed”, o jogador assume o papel de Starkiller, o aprendiz de Darth Vader que ninguém conhece, um autêntico mistério dentro da saga. Ao conduzir esta nova personagem até ao lado negro da Força, será possível conhecer eventos que ajudam a explicar a transição do Episódio III para o IV, e levam o jogador a viajar por cenários já conhecidos como Coruscant. A missão de Starkiller é, como não podia deixar de ser, encontrar e eliminar os últimos cavaleiros Jedi existentes. Contudo, todas as decisões que for tomando ao longo desta demanda irão influenciar o destino final de Starkiller, não existindo um desfecho final único.
Com a utilização de três motores de jogo distintos na produção do jogo, Havok, na física, Euphoria, na Inteligência Artificial, e DMM (Digital Molecular Matter), na destruição de objectos no cenário, o resultado final só podia ser brilhante. Em termos gráficos, estamos perante um jogo fantástico, com animações brilhantes, batalhas únicas, efeitos especiais únicos e texturas do melhor que há. O melhor mesmo é a jogabilidade. Sendo um jogo de acção na terceira pessoa, os controlos não oferecem grandes novidades, mas a possibilidade de utilizar todos os poderes da Força em separado ou em conjunto, fazem de “ Star Wars: The Force Unleashed” um título único. Assim, eletrificar os adversários, fazer objectos levitarem, concentrar energia para empurrar objectos e rebentar com portas, são alguns dos movimentos que podem ser efectuados sem grande dificuldade. Por outro lado, manejar o famoso sabre de luz continua a ser uma tarefa obrigatória e quem tiver mais maestria nestes movimentos vai ultrapassar os adversários com grande facilidade.
Por fim, para além do modo a solo, espera-se uma importante vertente multiplayer, sendo que o universo “Star Wars” tem ganho cada vez mais adeptos a nível dos videojogos e das vertentes online dos mesmos.
Trailer de Crysis: Warhead
São 40 segundos de muita emoção de “Crysis: Warhead”. A não perder.
Acção explosiva
A Crytek é a responsável por alguns dos melhores FPS’s (First-Person Shooter) alguma vez produzidos. A série “Far Cry” foi a primeira a sair dos estúdios da produtora com o selo de qualidade, seguindo-se a sequela, considerada uma obra-prima. Depois veio a série “Crysis”, que tem agora um novo desenvolvimento com “Crysis Warhead”. Não sendo uma sequela, é antes uma expansão do primeiro jogo, trabalhando aspectos paralelos à história inicial e, melhor ainda, exigindo menos requisitos mínimos para que possa correr num maior número de máquinas.
O jogo continua a utilizar o fantástico motor gráfico CryEngine 2 e o protagonista é agora o sargento Michael “Psycho” Sykes, figura de segunda linha na história inicial, mas que ganha agora novo protagonismo. Sykes tem um momento de ausência no primeiro jogo, sendo esse hiato de tempo em que desaparece, que é aproveitado na narrativa deste novo título. Sykes regressa com o nanosuit e transforma-se num poderoso soldado, mais virado para a acção e menos para diálogos. Como resultado, o jogo decorre muito mais virado para a acção, tiros, explosões, bem ao estilo da personalidade de Sykes, tendo o jogo a mesma duração do título original. Por outro lado, existe maior liberdade para o jogador, que pode agora utilizar as armas que quer em qualquer situação, cenários maiores e com mais inimigos e um arsenal ainda mais vasto. Assim, estarão disponíveis novos veículos, tanto de ataque como transportadores e um novo blindado que virá com uma ampla variedade de armas. O jogador pode ainda usufruir de uma nova submetralhadora com um enorme poder de fogo, para além de armas personalizáveis.
Apesar de estar preparado para correr em PC’s de atributos médios, não se pense que “Crysis Warhead” diminuiu a qualidade gráfica. Um novo sistema de partículas e uma melhor iluminação ambiente prometem um jogo ainda mais belo que o original. Até os detalhes mais ínfimos de uma superfície, como os poros da pele humana, podem ser vistos com grande detalhe.
Uma palavra ainda para o cuidado que a Crytek teve com a pirataria, incluindo no jogo uma protecção contra cópias ilegais, mas que não se sabe como irá funcionar. Em resumo, “Crysis Warhead” é um sério candidato ao melhor FPS do ano, muito por culpa de uma jogabilidade simples, aspecto gráfico de sonho e acção a rodos.
Trailer de Gears of War 2
Trailer de “Gears of War 2″, jogo apenas programado para a Xbox 360. O conteúdo é algo violento.
Obra de arte violenta
Quando a Epic Games propôs um FPS baseado no seu novo motor de jogo, o Unreal Engine 3, nunca pensou que estava à beira de criar uma obra de arte e um mito nos vídeojogos. “Gears of War” foi uma pedrada no charco nos FPSs, principalmente nos que estavam destinados à Xbox 360 e PC. Agora, “Gears of War 2” mostra como ainda é possível melhorar o que é quase perfeito, apesar de faltar uma versão para PC, visto que a sequela é apenas exclusiva da consola da Microsoft.
O herói deste jogo continua a ser Marcus Fenix que mantém um violento diferendo com os Locust e que terá de os combater através de um arsenal de fazer inveja a alguns exércitos de pequenos países. A jogabilidade mantém-se, com a introdução de algumas pequenas “pedras preciosas”. Assim, continuam a existir objectivos a ser cumpridos que se vão tornando mais claros à medida que os “checkpoint” vão sendo atingidos. Por outro lado, para avançar no terreno é importante escolher uma cobertura segura, sendo que andar em terreno aberto é quase certo ser a morte do artista. A novidade nesta área prende-se com os escudos que o jogador pode fazer com os inimigos. Basta agarrá-lo pelo pescoço, colocá-lo à nossa frente e aí está ele a receber as balas que eram destinadas à nossa personagem.

Existem agora mais inimigos e combates mais densos. Mauler e Ticker são dois dos novos monstros, extremamente perigosos, pois surgem do nada e em grande número. Para combater estas espécies e muitas mais estão disponíveis novas armas, como a Mulcher (muitos tiros, mas pouca precisão) e o Mortar (grande poder de destruição, inclusive para quem a dispara). De resto, estão de regresso as conhecidas Lancer ou a Longshot Sniper Rifle.
Uma das novidades nos modos multiplayer está no “Horde”. Este modo cooperativo pode reunir até cinco jogadores que terão de trabalhar em equipa para derrotar os magotes de monstros que vão surgindo. No início, tudo é simples e a tarefa é completada sem grandes dificuldades. Mas, os desafios vão aumentando, cada vez com mais inimigos para derrotar e só um bom jogo de equipa pode levar à passagem para o próximo desafio. Existem ainda novos mapas, alguns surpreendentes, como é o caso do Avalanche, em que o jogador terá de se preocupar com quedas de neve, enquanto luta com os adversários.
Em termos gráficos, “Gears of War 2” está ainda mais detalhado e com mais acções a decorrerem consecutivamente. Dificilmente, 2008 terá um FPS melhor, seja para que plataforma for, para além de ser candidato a um dos melhores títulos do ano.
Deuses cibernéticos
Quando surgiu em 1999, “Too Human” dividia-se em quatro discos para a PSOne. Depois, pensava-se que seria um dos títulos fortes da GameCube, mas não foi. Até que Silicon Knights resolve produzir o jogo para a Xbox 360. A produtora tem fé no produto e dividiu-o em três, sendo que a primeira parte da história mostra um distanciamento em relação ao “Too Human” original. O jogador controla um deus de nome Balder, num ambiente muito semelhante ao do filme de culto “Blade Runner”. As batalhas serão povoadas por hordas intermináveis de inimigos que se dividem entre deuses cibernéticos, monstros mecânicos e humanos. Segundo a produtora, estamos perante o “God of War” da Xbox 360. A ver vamos.
Vida de apartamento
Os Sims cansaram-se das vivendas e resolveram mudar-se de armas e bagagens para apartamentos. “The Sims 2 – Apartment Life” começa por colocar uma questão: morar com quem? Pode ser com um amigo, com a namorada ou levar a família toda, mas terá sempre de ter em conta a convivência com uma carrada de vizinhos, todos com personalidades bem diferentes. O grande desafio será manter uma convivência saudável com todos eles e, ao mesmo tempo, poderá ainda importar os animais de estimação presentes na expansão “Os Sims 2: Animais de Estimação”. O resto é o costume: decorar o apartamento, com os muitos itens à disposição e manter todos satisfeitos com a vida que levam.
Hóquei a 100 à hora
Só de ver até cansa. Quem nunca assistiu a um jogo da National Hockey League (NHL), a liga profissional de hóquei no gelo dos EUA, faça o favor de ver, pelo menos, um jogo. Velocidade, golos, emoção e alguma violência são os predicados desta modalidade, que também estão presentes em “NHL 09”, série que já tem vários anos sob a égide da EA. A grande novidade deste ano é o modo Be a Pro, inspirado na série “FIFA”, onde cria um jogador e começa nas ligas mais baixas até chegar a uma equipa de topo. Para que não jogue ao sabor do individualismo, será avaliado em três factores: posição, trabalho de equipa e estatísticas. Também existem novidades no modo multiplayer, com partidas de “seis contra seis” e suporte para ligas e torneios.
Abriram a caixa de Pandora!
Charles Deckard é um ladrão sem futuro que está encarregado de roubar uma das peças mais cobiçadas de sempre, a caixa de Pandora. Charles alcança o seu objectivo, depois de entrar no museu de Nova Iorque, mas a curiosidade leva-o a abrir a caixa, e é aqui que tudo começa. Figuras míticas como grifos, minotauros ou lobisomens surgem para espalhar o caos que só Charles pode parar. Esta é a história de “Legendary”, um jogo com uma história fora do comum, gráficos de grande nível e jogabilidade interessante. O jogador assume o papel do antigo ladrão, agora “herói”, e terá de viajar pelo mundo para acabar com o caos. À sua disposição terá um arsenal vasto, enquanto a vertente multiplayer promete ser a mais procurada por quem se tornar adepto do jogo. E pelo que é dado a ver, serão muitos os fãs de “Legendary”.
Motas voadoras
Imagine um “Tony Hawk” mas com motas de quatro rodas? Era o jogo que esperava? Então cá está ele. “Pure” vai procurar tirar do jogador o máximo de habilidade e talento na condução deste tipo de veículos. Existem vários modos de jogo, desde a tradicional corrida até ao freestyle, mas em todos eles, as manobras efectuadas quando levanta a moto no ar são o objectivo principal, ou seja, dar espectáculo. Se não gosta de se exibir a solo, pode marcar encontro com mais 15 participantes e desafiarem-se nas várias pistas disponíveis, todas elas baseadas em locais reais. O aspecto gráfico deixa água na boca, num jogo que promete muita emoção.
Mercenários regressam
O mercenário sueco Matias Nelson está de volta, com uma nova companheira feminina, a norte-americana Eva. Desta vez estão na Venezuela, onde no meio de uma crise nacional envolvendo empresas de petróleo e um governo ditador (onde é que já vimos isto?), o mercenário aproveita para ganhar alguns milhares de dólares, realizando missões para diferentes facções. O melhor de “Mercenaries 2: World in Flames” acaba por ser a liberdade de explorar os cenários e a interactividade com todos os elementos. É possível disparar contra um tanque de combustível e atirar um isqueiro aceso para provocar explosões, atirar uma granada para dentro de um tanque ou “correr” com um piloto para fora do helicóptero e ser o jogador a pilotá-lo, entre outras acções permitidas. Há armas para todos os gostos, quase tudo é destrutível e estamos perante um excelente jogo de acção.
Boxe cómico
Esqueça Mike Tyson, Evander Holyfield ou Cassius Clay. Os grandes nomes do boxe, pelo menos deste jogo, são Romeo, o amante latino, Steve, o ninja gordo, Voodoo, o xamã, ou Molotov, o especialista em demolições. Estas são algumas das personagens de “FaceBreaker”, novo jogo para a PS3 que procura mostrar uma vertente mais cómica desta modalidade. O modo carreira leva o lutador a vários combates para subir no ranking até entrar em confronto com quatro campeões mundiais. Existe um modo multiplayer, sendo possível criar personagens com mais de 60 itens personalizáveis. A jogabilidade é muito simples, recorrendo aos botões do comando para golpear o adversário, sendo que cada golpe faz encher uma barra de energia que, quando está cheia, permite dar um golpe mais forte.






