Deuses cibernéticos
Quando surgiu em 1999, “Too Human” dividia-se em quatro discos para a PSOne. Depois, pensava-se que seria um dos títulos fortes da GameCube, mas não foi. Até que Silicon Knights resolve produzir o jogo para a Xbox 360. A produtora tem fé no produto e dividiu-o em três, sendo que a primeira parte da história mostra um distanciamento em relação ao “Too Human” original. O jogador controla um deus de nome Balder, num ambiente muito semelhante ao do filme de culto “Blade Runner”. As batalhas serão povoadas por hordas intermináveis de inimigos que se dividem entre deuses cibernéticos, monstros mecânicos e humanos. Segundo a produtora, estamos perante o “God of War” da Xbox 360. A ver vamos.
Vida de apartamento
Os Sims cansaram-se das vivendas e resolveram mudar-se de armas e bagagens para apartamentos. “The Sims 2 – Apartment Life” começa por colocar uma questão: morar com quem? Pode ser com um amigo, com a namorada ou levar a família toda, mas terá sempre de ter em conta a convivência com uma carrada de vizinhos, todos com personalidades bem diferentes. O grande desafio será manter uma convivência saudável com todos eles e, ao mesmo tempo, poderá ainda importar os animais de estimação presentes na expansão “Os Sims 2: Animais de Estimação”. O resto é o costume: decorar o apartamento, com os muitos itens à disposição e manter todos satisfeitos com a vida que levam.
Hóquei a 100 à hora
Só de ver até cansa. Quem nunca assistiu a um jogo da National Hockey League (NHL), a liga profissional de hóquei no gelo dos EUA, faça o favor de ver, pelo menos, um jogo. Velocidade, golos, emoção e alguma violência são os predicados desta modalidade, que também estão presentes em “NHL 09”, série que já tem vários anos sob a égide da EA. A grande novidade deste ano é o modo Be a Pro, inspirado na série “FIFA”, onde cria um jogador e começa nas ligas mais baixas até chegar a uma equipa de topo. Para que não jogue ao sabor do individualismo, será avaliado em três factores: posição, trabalho de equipa e estatísticas. Também existem novidades no modo multiplayer, com partidas de “seis contra seis” e suporte para ligas e torneios.
Abriram a caixa de Pandora!
Charles Deckard é um ladrão sem futuro que está encarregado de roubar uma das peças mais cobiçadas de sempre, a caixa de Pandora. Charles alcança o seu objectivo, depois de entrar no museu de Nova Iorque, mas a curiosidade leva-o a abrir a caixa, e é aqui que tudo começa. Figuras míticas como grifos, minotauros ou lobisomens surgem para espalhar o caos que só Charles pode parar. Esta é a história de “Legendary”, um jogo com uma história fora do comum, gráficos de grande nível e jogabilidade interessante. O jogador assume o papel do antigo ladrão, agora “herói”, e terá de viajar pelo mundo para acabar com o caos. À sua disposição terá um arsenal vasto, enquanto a vertente multiplayer promete ser a mais procurada por quem se tornar adepto do jogo. E pelo que é dado a ver, serão muitos os fãs de “Legendary”.
Motas voadoras
Imagine um “Tony Hawk” mas com motas de quatro rodas? Era o jogo que esperava? Então cá está ele. “Pure” vai procurar tirar do jogador o máximo de habilidade e talento na condução deste tipo de veículos. Existem vários modos de jogo, desde a tradicional corrida até ao freestyle, mas em todos eles, as manobras efectuadas quando levanta a moto no ar são o objectivo principal, ou seja, dar espectáculo. Se não gosta de se exibir a solo, pode marcar encontro com mais 15 participantes e desafiarem-se nas várias pistas disponíveis, todas elas baseadas em locais reais. O aspecto gráfico deixa água na boca, num jogo que promete muita emoção.
Mercenários regressam
O mercenário sueco Matias Nelson está de volta, com uma nova companheira feminina, a norte-americana Eva. Desta vez estão na Venezuela, onde no meio de uma crise nacional envolvendo empresas de petróleo e um governo ditador (onde é que já vimos isto?), o mercenário aproveita para ganhar alguns milhares de dólares, realizando missões para diferentes facções. O melhor de “Mercenaries 2: World in Flames” acaba por ser a liberdade de explorar os cenários e a interactividade com todos os elementos. É possível disparar contra um tanque de combustível e atirar um isqueiro aceso para provocar explosões, atirar uma granada para dentro de um tanque ou “correr” com um piloto para fora do helicóptero e ser o jogador a pilotá-lo, entre outras acções permitidas. Há armas para todos os gostos, quase tudo é destrutível e estamos perante um excelente jogo de acção.
