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Playenglish – Aprender inglês Dezembro 22, 2010

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Onde já se viu um jogo com um ambiente de jogo de espiões, uma personagem que dá ares a James Bond e onde se aprende inglês ao mesmo tempo? Em lado nenhum, até que apareceu “Playenglish”, que mostra Jaime Bom (James Blond para os ingleses) que investiga um roubo, que o leva pela Europa e o obriga a praticar o seu inglês, que no início, é péssimo. Uma excelente forma de aprender uma língua, mais divertida do que a tradicional.

Jungle Party – Fim da macacada Dezembro 7, 2010

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As sugestões terminam na selva. “Jungle Party” mostra um conjunto de macacos danados para a brincadeira. Estão disponíveis 15 mini-jogos onde as bananas são o prémio final, sempre com muitos recordes para bater. Existe ainda uma vertente on-line, onde se podem desafiar 3 amigos e criar uma machadada on-line. A diversão é o mote do jogo, sendo o ideal para distrair uma criança durante algumas horas.

Invizimals: Shadow Zone – Caça invisível Dezembro 7, 2010

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A segunda sugestão chama-se “Invizimals: Shadow Zone”, o segundo jogo da série. Se o primeiro foi um sucesso entre a pequenada, este segue pelo mesmo caminho. O objectivo continua a ser o mesmo, ou seja, capturar os mais de 100 Invizimals através do cartão mágico. Depois podem ser personalizáveis e lança-los em batalhas on-line. Mais uma dor de cabeça para os pais neste Natal!

Eyepet – Animal de estimação virtual Dezembro 6, 2010

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Esta semana, ficam três sugestões para o Natal e para os mais novos. A primeira é “Eyepet”, o conceito mais perto de um animal virtual que existe. Utilizando a câmara da PSP e o cartão mágico, eis a oportunidade dos mais novos tomarem conta do seu animal, brincarem, efectuar jogos e muito mais. No fim, tudo pode ser partilhado on-line, entre amigos. Um jogo divertido e educacional.

Valkyria Chronicles II – Escola de guerra Setembro 22, 2010

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A passagem de jogos das consolas “tradicionais” para as portáteis nem sempre é feita com sucesso. Contudo, “Valkyria Chronicles II” é a prova que, com competência, é possível ter o melhor de dois mundos. Isto significa, que um jogo com qualidade na PS3, atinge um patamar semelhante na pequena PSP. Neste caso, o jogo vai “beber” quase tudo ao original da PS3 e ainda bem. A história gira em redor de Avan Hardins, recrutado para a Academia Militar Lanseal por um professor que vê nele um grande potencial. O herói vê neste convite o momento ideal para descobrir o que aconteceu ao seu irmão, Leon, que estudou na mesma Academia e acabou morto. Avan procura descobrir o que aconteceu ao irmão, pois a morte de Leon está envolta num mistério que nunca foi resolvido. Contudo, Avan acaba por se ver envolvido num problema ainda maior, entrando numa espiral de violência difícil de parar.

Tudo foi bem pensado em “Valkyria Chronicles II”. O espaço da Academia serve para aprender, ganhar experiência, interagir com as personagens que não são controláveis. Já o espaço exterior está reservado para os combates que, por vezes, chegam a disputar-se dentro dos muros da instituição. É também nesta distinção que o jogo separa géneros. Por um lado, a vertente RPG está patente na evolução das personagens, com destaque para Avan, enquanto nos combates temos um jogo diferente, mas na linha de combates na terceira pessoa.

A acção divide-se em missões, que vão evoluindo em grau de dificuldade. O ideal para os novatos, com pouca experiência neste género de títulos, que se vão habituando às tácticas de combate. Caso contrário, haveria muitos jogadores a desistirem, frustrados com as derrotas sucessivas. Assim, a linha de aprendizagem é equilibrada. Por outro lado, as estratégias de combate em muito dependem das classes inaugurais presentes, Scout, Engineer, Shocktrooper, Lancer e Armored Tech. Cada uma delas apresenta diferentes habilidades, que vão evoluindo ao longo da acção, promovendo combates diversificados. Um simples tiro no peito não faz tantos danos como na cabeça, existem pontos de cobertura em momentos de maior aperto e até o próprio clima pode ter influência no desenrolar da acção.

O aspecto gráfico do jogo não foge muito à tradicional anime japonesa. Não é um supra-sumo da estética, mas tem traços competentes e um motor de jogo que não se engasga, mesmo nos momentos de maior afluência de unidades no terreno de jogo. Também a banda sonora é adequada à acção, sem se destacar. Na vertente multiplayer, existem opções para jogar em modo cooperativo e competitivo, num entanto apenas é possível em rede local. “Valkyria Chronicles II” é um dos melhores RPG’s para a PSP. É um jogo equilibrado em todos os aspectos, com uma história consistente, uma mecânica que não é repetitiva, aspecto gráfico competente. Tudo somado, pode chegar a mais de 40 horas de jogo, um valor muito interessante para títulos da PSP. Eis a prova que um bom jogo na PS3 pode continuar a sê-lo na PSP.

Metal Gear Solid: Peace Walker – As mil vidas de Snake Julho 15, 2010

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Desde 1999, ano de estreia da série, “Metal Gear Solid” (MGS) tem mostrado uma solidez e qualidade difícil de encontrar na história dos videojogos. Uma narrativa forte associada a uma jogabilidade única, com personagens fortes pelo meio fazem de MGS uma das melhores sagas de sempre.

 

A mente de Kojima continua fértil em ideias e a prova está em “Metal Gear Solid: Peace Walker”, talvez um dos melhores títulos de sempre para a Playstation Portátil. Para quem não está inteirado com a história da série, vai ser complicado entender “Peace Walker” sem conhecer o resto da saga. Mas aqui fica um pequeno resumo. A narrativa avança dez anos em relação a “Metal Gear Solid 3: Snake Eater” e quatro anos depois de “Metal Gear Solid: Portable Ops”. Em plena Guerra Fria, Naked Snake, também conhecido por Big Boss, e Miller entram num jogo político e militar perigoso quando se vêem envolvidos num conflito na Costa Rica. Ramón Gálvez, professor universitário e agente do KGB, aborda os dois militares para que a organização que dirigem, os Militaires Sans Frontières, expulse um exército invasor, que possui um dispositivo capaz de disparar ogivas militares, o Peace Walker. No meio desta intriga, Big Boss passa para o lado do inimigo, mas a história irá sofrer mais reviravoltas.

Com um enredo destes, a expectativa quanto às questões técnicas eram enormes. E foram superadas. O vídeo de abertura é fantástico e mostra o que vai ser o resto do jogo, com um estilo de banda desenhada e muita interactividade. De seguida, surge um pequeno tutorial, muito útil, que mostra como controlar Big Boss. Este tutorial acaba por ser muito útil, principalmente quando estamos perante uma consola como a PSP, onde a conjugação de comandos nem sempre é acessível. Contudo, a jogabilidade acaba por ser um dos aspectos mais positivos do jogo, intuitiva e de fácil aprendizagem.

Pelo meio da acção existem os famosos “quick time events”, enquanto o sistema Close Quarters Combat também regressa, com melhorias, pois agora é possível atacar mais do que um inimigo em simultâneo. A base de operações é também um elemento importante, onde se refugiam os soldados recrutados por Big Boss e distribuídos por várias unidades.

No modo campanha é onde se passa mais tempo. São perto de vinte horas de jogo, com várias missões, muitos bosses e relatórios de avaliação. Em paralelo, existem missões secundárias que vão sendo desbloqueadas ao longo da acção. Existe ainda um modo de co-op, que pode juntar até 4 “soldados” em simultâneo, conferindo uma nova alma à série na PSP.

O aspecto mais surpreendente de “Metal Gear Solid: Peace Walker” é o aspecto gráfico. Nem parece que estamos perante um jogo para a PSP. Hideo Kojima mostra neste jogo o potencial da consola quando se aposta na qualidade. Os detalhes das personagens são fantásticos, fazendo inveja a alguns títulos para as consolas da nova geração.O motor gráfico respira saúde, mesmo quando é puxado ao limite, e os vídeos são fabulosos. Também o som é de grande qualidade. Regressam vários nomes que já são famosos em dar a voz a algumas das personagens da saga, enquanto a banda sonora e os sons estão de acordo com a qualidade geral do jogo. Existe ainda a opção de instalar a totalidade do jogo, perto de 900 MB, o que permite o som de diálogos por rádio.

Em resumo, “Metal Gear Solid: Peace Walker” é talvez o melhor jogo alguma vez produzido para a PSP. Defeitos, nenhum, qualidades, muitas. História, gráficos, jogabilidade, som. Tudo é muito bom. Porque é que todos os jogos não são assim?

SOCOM: Fireteam Bravo 3 – Ameaça aos EUA Março 30, 2010

Posted by nunomachado in Análises, PSP.
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São poucos os títulos baseados em jogos de tiro na primeira pessoa que chegam à PSP, a consola portátil da Sony. A conjugação de botões nem sempre permite uma jogabilidade eficiente e são poucos os jogadores que optam por dar tiros na pequena consola. Contudo, continua a existir uma série que consegue colmatar algumas limitações ergonómicas e de conjugação de botões nesta consola. Chama-se “SOCOM” e há muito que faz chegar bons títulos para a PSP, adaptados às características da pequena consola. Mais uma vez é o que acontece com “SOCOM: Fireteam Bravo 3” que mostra que quase tudo é possível na PSP.

Acção táctica militar, explosões e muitos combates é o que oferece esta nova edição de “SOCOM”, que melhora algumas das características do título antecessor. Depois de ter sido Sandman o herói do jogo anterior, desta vez passa para segundo plano e deixa o papel principal para Wraith, um soldado veterano. Na companhia de Sandman, Toro e Raven partem em busca de Alexander Gozorov, um ex-agente da KGB, que tem agora uma nova “profissão”, traficante de armas. Como é habitual, os EUA são o alvo preferencial e Gozorov prepara-se para enviar um carregamento de armas de destruição massiva para o território norte-americano. A missão da equipa de Wraith é evitar que estas armas cheguem ao destino e capturar Gozorov. Entre muitos cenários, destaque para os combates nas terras geladas da Rússia ou em paisagens exóticas do Extremo Oriente.

Ao todo, o jogador tem à sua disposição 8 missões, disputadas em 24 cenários diferentes, com a ajuda de um tutorial que explica como interagir com os comandos. Este é um aspecto essencial e altamente recomendável para quem está pouco habituado a este género de jogos na PSP, mas é fundamental para se retirar uma jogabilidade mínima deste jogo. Caso contrário, vai deixá-lo de lado rapidamente. Como já acontecia nas edições anteriores, o jogador pode optar por uma atitude mais “low profile”, com acções furtivas sem grande espalhafato. Ou pode encarnar a pele de “Rambo” e levar tudo à frente. E tudo apenas escolhendo dois botões diferentes: Stealth Kill para acção furtiva, Auto Lock quando a opção passa por uma arma e esta mira automática é uma jóia na jogabilidade. Existe ainda uma terceira opção, pouco recomendável, que é dar ordens aos restantes membros da equipa, mas que pouco ajudam e deixam quase tudo para o protagonista da história. Atenção aos tiros fatais, uma das partes mais aborrecidas do jogo, pois retornar ao último ponto de controlo cada vez que se leva um tiro, cansa. Como em todos os jogos de tiro, a qualidade do arsenal é fundamental. “SOCOM: Fireteam Bravo 3” não desilude e, para além do alinhamento inicial de armas, permite ainda comprar novos equipamentos ou melhorar o arsenal existente.

Uma das grandes atracções no jogo está no modo multiplayer. O modo cooperativo, onde se reúnem quatro jogadores, mostra o verdadeiro trabalho de equipa deste jogo, algo difícil de conseguir no modo a solo. Ao mesmo tempo, existem vários modos competitivos, já bem conhecidos dos veteranos deste tipo de jogos, como o Capture The Flag.

A nível visual, “SOCOM: Fireteam Bravo 3” não desilude. Não é um mimo de qualidade gráfica, mas os cenários são muitos e variados, as personagens têm um bom grau de detalhes e existem alguns vídeos de grande qualidade na transição das missões. O som é algo banal, as comunicações entre os membros da equipa cumpre a função e o som das armas e explosões contribui positivamente para o ambiente de conflito presente em todo o jogo.

“SOCOM: Fireteam Bravo 3” acaba por ser uma excelente opção do género para a PSP, principalmente devido à vertente multiplayer, sem dúvida a mais divertida que o jogo oferece. Já a adaptação à jogabilidade pode ser o grande calcanhar de aquiles se o jogador tiver pouca paciência para se adaptar a uma extensa combinação de comandos.

Invizimals – O poder da ilusão Janeiro 16, 2010

Posted by nunomachado in Análises, PSP.
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Um dos grandes aliciantes da indústria dos videojogos é capacidade criativa dos produtores, sempre na senda de novos produtos, de momentos de entretenimento inovadores. Os resultados nem sempre são consensuais, mas no caso de “Invizimals”, estamos perante um título inovador, com qualidade e que entretém. Com uma clara vocação para um público juvenil, o jogo pode muito bem ser uma forma de pais e filhos passarem algumas horas em alegre convívio.

Quando se observa as primeiras imagens do jogo, a questão que se coloca é, como funciona esta tecnologia. A conjugação da consola com a Go!Cam, a câmara PSP, e os cartões que acompanham o jogo são o segredo da ilusão. Todos os elementos têm a sua função e o funcionamento é simples. A consola serve para visionar os personagens deste jogo, que são captados pela Go!Cam quando apontada aos cartões que acompanham o jogo. E voilá, eis que surgem uns simpáticos monstros que, sem a Go!Cam, seriam completamente invisíveis. Mas o melhor mesmo, é assistir ao vídeo que se encontra após a análise, em que as imagens valem mais do que qualquer palavra.

Também a história foge um pouco às triviais histórias que costumam estar por detrás de um videojogo. Em “Invizimals” existe mais interactividade com o jogador, que acaba por participar directamente nos acontecimentos. Num mundo paralelo, existem umas criaturas, os Invizimals, que estão em perigo. A descoberta foi feita pelo Dr. Dawson, que afirma que esse mundo paralelo se deve à consola PSP e às suas características. Envia então o seu ajudante, Keni, que irá ajudar o jogador a encontrar as criaturas e protegê-las. Mas, e há sempre um “mas”, nem todos os Invizimals têm bom feitio e vão prejudicar a missão do jogador. Por outro lado, a história do jogo vai sendo contada em vídeo e as personagens falam directamente para o jogador, sendo uma preciosa ajuda para resolver os obstáculos que vão sendo colocados. A cereja no topo do bolo é tudo estar em português, desde os textos às falas.

Quanto à jogabilidade, é simples. Andar pela casa, pelo escritório do trabalho ou por onde quiser em busca destas simpáticas criaturas. O melhor será mesmo em ambientes com boa iluminação, pois a Go!Cam não se dá bem com locais escuros, pois tem mais dificuldade em capturar tudo o que está no seu raio de acção. O teste efectuado na sala de estar mostrou que é necessário ter as luzes acesas para capturar melhor tudo o que passa à frente da Go!Cam. Mas, nem sempre é fácil. O jogo é baseado em cores, ou seja, a busca é feita por uma criatura que tem determinada cor, sendo necessário descobrir no ambiente onde o jogador se encontra uma cor semelhante. Nem sempre é dada a informação da cor, o que torna a procura uma espécie de agulha no palheiro. Por outro lado, nem todos os Invizimals são capturados da mesma forma, o que dificulta a tarefa do jogador. Depois de capturados, os 123 Invizimals existentes podem entrar em combates, onde o cartão do jogo serve de palco às lutas. Existe ainda a possibilidade de ver estes pequenos seres evoluírem, em 10 níveis, as suas características e ficarem mais temíveis em cada combate.

O modo single permite combates contra a consola ou contra outro jogador que tenha câmara, proporcionando momentos de grande emoção. Em termos gráficos, o jogo não pode ser avaliado como a maioria, pois o que surge no ecrã, para além dos bem detalhados e coloridos Invizimals, é o ambiente que nos rodeia. Resumindo, “Invizimals” é um jogo que potencia tudo o que existe de melhor na PSP, mostrando que esta consola pode ter produtos interessantes, inovadores e que nada ficam atrás, em termos de qualidade de produção, de jogos feitos para as consolas de maior dimensão.

LittleBigPlanet – O regresso de Sackboy Dezembro 9, 2009

Posted by nunomachado in Análises, PSP.
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Quando o ano passado a PS3 recebeu “LittleBigPlanet” a impressão que ficava era, porque não está também presente na Playstation Portable, pois tem todas a características para singrar nesta consola? Passado um ano, eis que Sackboy, a personagem principal deste universo, chega às mais pequenas consolas da Sony. Contudo, a conversão dos jogos da PS3 para a PSP nem sempre tem sido feliz. Contudo, os últimos títulos de maior sucesso que chegaram à PSP, como é o caso de “Motorstorm Artic Edge”, mostram que se podem fazer bons jogos para esta consola. E “LittleBigPlanet” é outro bom exemplo.

A mecânica de jogo não muda em relação ao original. Num mundo onde as personagens são feitas de malha, há muito para explorar, jogar, fotografar e partilhar. Num sistema de plataformas, a nossa personagem, o inconfundível Sackboy, explora um maravilhoso mundo de malha, sempre com obstáculos por ultrapassar. Antes de entrar em acção, muito há para personalizar, tal a quantidade de itens à escolha para fazer um Sackboy único. As novidades passam por novos temas e novos locais por onde é possível correr, saltar em busca dos inúmeros itens espalhados pelos vários cenários. Ao mesmo tempo, somos envolvidos em competições, com particular destaque para uma corrida de tapetes voadores que, só pela originalidade, já desperta o apetite para entrar nesta aventura. Se na versão para PS3 um dos segredos do sucesso do jogo em Portugal foi a presença de Nuno Markl, eis que o famoso autor está de volta. Os seus comentários são sempre uma lufada de ar fresco e encaixam na perfeição no espírito do jogo. Uma palavra para os comandos, bem mais intuitivos que na PS3, facilitando a vida aos “rookies” deste título.

O que mais falta vão sentir os fãs de “LittleBigPlanet” é o modo cooperativo para dois jogadores. Se na PS3, a aventura ganhava novas dimensões quando dois jogadores viajavam pelo mundo de Sackboy e se ajudavam mutuamente na recolha de itens ou na resolução de enigmas, na PSP não vai ter esta sensação. Apesar de a PSP ser uma consola com uma vocação mais solitária em termos de jogabilidade, a inclusão deste modo poderia ainda melhorar mais este título e torná-lo ainda mais atractivo. Quem sabe numa próxima oportunidade.

O que não foi esquecido foi o sentimento de partilha que já existia na versão original. Criar e partilhar estão de novo em foco em “LittleBigPlanet”, com o editor de níveis, o que torna a longevidade do jogo quase infinita. Mais uma vez, os itens recolhidos no modo história servem para a criação de novos níveis e, posteriormente, podem ser partilhados com a comunidade. Como esta é enorme, o número de níveis atinge dimensões assustadoras. Todos querem experimentar algo novo, criado pelos próprios jogadores de “LittleBigPlanet”. No fundo, acaba por ser um novo jogo criado pela comunidade, através da Playstation Network.

O aspecto visual também merece rasgados elogios. Ao contrário de muitos títulos que chegam à PSP com uma qualidade gráfica duvidosa, pois as preocupações estéticas para esta consola, por vezes, são esquecidas, “LittleBigPlanet” é diferente. A Media Molecule, produtora do jogo, foi meticulosa e conseguiu animações e texturas de boa qualidade. Os novos temas mostram o cuidado da produtora em criar algo de novo e com boa qualidade visual, em vez de fazer uma simples transposição de uma consola para outra.

Em resumo, tal como o ano passado foi um dos melhores, senão o melhor, jogo para a PS3, “LittleBigPlanet” é, sem dúvida, o melhor título para a PSP deste ano e, arrisco mesmo a dizer, um dos melhores que alguma vez foi produzido para as pequenas consolas da Sony. Com a integração do modo para dois jogadores fica perto de ser um jogo perfeito, algo que é sempre difícil de avaliar, mas que “LittleBigPlanet”, na vertente PSP, corre o risco de lhe acontecer.

Dissidia – Final Fantasy – Reunião de estrelas Setembro 9, 2009

Posted by nunomachado in Análises, PSP.
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Dissidia Final Fantasy_capa

Tal como na televisão, também nos videojogos existem séries mais carismáticas do que outras. Algumas atingem mesmo o estatuto de séries de culto e, neste caso, podemos integrar “Final Fantasy” nesta categoria. A saga desenvolvida pela Square Enix é uma das mais jogadas, admiradas e conceituadas de sempre da história dos videojogos. O segredo sempre esteve em personagens fortes, narrativas de qualidade, “gameplay”diferente e um aspecto gráfico que sempre mereceu rasgados elogios.

Dissidia Final Fantasy_1

“Dissidia – Final Fantasy” tem um pouco disto tudo, tendo ainda algumas carências e algumas virtudes devido à plataforma de destino, a Playstation Portátil. A história fala-nos da eterna luta entre o bem e o mal. Neste caso, os bons são liderados por Cosmos, e os maus por Caos. Quando os dois entram em confronto, uma luta tremenda vai acontecer entre os 10 melhores soldados de cada facção. É aqui que acontece uma espécie de “all-stars” de “Final Fantasy”, pois surgem personagens que estiveram presentes entre o jogo original e o capítulo XII da saga. Ao mesmo tempo, a história de cada uma destas personagens reúne-se neste título, onde tudo pode mudar em relação ao passado, com novas alianças e inimigos, tudo ditado pelo jogador. Terá na mão uma parte da história de “Final Fantasy” e, só este facto, mostra o quanto vale a pena jogar “Dissidia”. Outra razão está no desbloquear das personagens, com destaque para os representantes dos dois últimos episódios da série, o XI e o XII.

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Sendo um “beat’ em up”, os combates assumem especial importância. Existem duas formas de encarar as lutas, a diversão ou a estratégia. Se a opção recair na diversão, então basta carregar nos botões da consola, sem grande nexo de sequência, e existirá divertimento durante várias horas, sem grandes dificuldades. No caso da estratégia, não basta a força e o carregar de botões aleatórios, mas sim uma conjugação de botões que irão provocar diferentes golpes e efeitos. Cada lutador tem características diferentes, mas todas as habilidades podem ser melhoradas ou ganhar novos movimentos, através de um sistema de acumulação de experiência. Para os jogadores que gostam de explorar em busca de itens novos, então está no jogo certo, pois existem vários objectos e novos golpes disponíveis no mapa.

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A longevidade de “Dissidia – Final Fantasy” é impressionante. Se for jogado ao pormenor, pode passar as 100 horas de jogo, um valor raro em videojogos. Entre conquistas, recolha de itens, exploração de mapa e combates vai ser difícil deixar a PSP de lado. Os vários modos de jogo também entusiasmam, com o modo História, o principal, as lutas são dispostas num mapa, enquanto no Arcade, existe uma sucessão de combates, mas sem a narrativa do jogo. Existe ainda o combate rápido, que passa pela escolha de um lutador, e o modo Versus, jogado em sistema Ad-hoc, onde se pode combater entre amigos.

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Com uma banda sonora a trazer de volta velhos e históricos temas da série e diálogos de qualidade, “Dissidia – Final Fantasy” mostra que até neste ponto tudo foi pensado ao pormenor para agradar aos fãs da saga. No aspecto gráfico, o melhor elogia que se pode fazer é ser um dos melhores títulos para a PSP, onde nem sempre existe uma preocupação com o nível visual dos jogos. Aqui existe uma boa câmara, uma iluminação decente, personagens com detalhes acima da média e até as texturas são superiores à maioria dos jogos. Resumindo, “Dissidia – Final Fantasy” é um dos melhores jogos do ano para a PSP, com uma longevidade tremenda, uma história cativante e um sistema de jogo dos melhores alguma vez produzidos, não só na PSP como para as outras plataformas.

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Resistance: Retribution: Vingança sangrenta Março 31, 2009

Posted by nunomachado in Análises, PSP.
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Ofuscada pelas grandes consolas, que vão gerando títulos de qualidade, a pequena Playstation Portátil (PSP) tem lutado contra esta hegemonia como pode. Apesar de objectivos diferentes, a pequena consola tem recebido poucos jogos dignos das potencialidades que possui. Nos últimos tempos, apenas “Patapon 2” ou a série “SOCOM” têm dado algumas alegrias. A decisão de passar a série “Resistance” para a PSP acaba por ser uma excelente notícia, principalmente depois da avaliação do produto final.

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“Resistance: Retribution” coloca o jogador numa história intermédia entre o primeiro e o segundo jogo da série, que apenas teve como destino a PS3. Aqui, o herói não é o carismático Nathan Hale, mas sim James Grayson, um antigo militar britânico que desertou para fazer justiça por conta própria. Mais uma vez, a Chimera (raça alienígena que invadiu a Terra), está por detrás da ira de um herói, desta vez depois de ter infectado o irmão de Grayson, que não teve outro remédio senão matá-lo. Começa por destruir várias bases do inimigo, mas o exército britânico não gosta das suas acções como renegado e prende-o. Quando surge uma nova base da Chimera que o exército não consegue destruir, Grayson é novamente colocado em acção, mas as regras são feitas por ele, o que gera um clima interessante no jogo.

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Quando surge um FPS nesta pequena consola, os comandos acabam sempre por fazer lembrar os velhos teclado e rato. Contudo, “Resistance: Retribution” surpreende pela positiva. Nada de muito elaborado, com o analógico a movimentar a personagem, os botões a controlarem a mira, o R para disparar, o L para escolher armas e as setas para as acções. Existe ainda um sistema de mira automático, muito útil, pois basta um tiro certeiro e já está. A Inteligência Artificial dos extraterrestres podia ser bem melhor, principalmente nos confrontos. São facilmente enganados, expondo-se aos nossos tiros de uma forma absurda. O arsenal faria muito jeito ao exército português, tal a quantidade, qualidade e variedade. Atenção, que existem certas armas que só matam determinados inimigos, uma opção interessante na mecânica do jogo. Um ponto ainda a favor para a interactividade com a PS3, onde é possível utilizar o vírus que torna Nathan  Hale num ser com poderes especiais ou utilizar o comando sem fios da PS3.

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Em termos gráficos, existe qualidade suplementar em relação a outros jogos da PSP. Os cenários são enormes e bem detalhados, tal como as personagens. A câmara funciona na perfeição e está bem adaptada às características da PSP. Também a banda sonora cumpre a sua tarefa na perfeição.

Com uma duração considerável para um jogo da PSP, “Resistance: Retribution” chega até às 10 horas, no modo single, mas dura muito mais nos vários modos multiplayer, onde se podem juntar 8 jogadores em duas equipas de quatro. Até ver, 2009 tem em “Resistance: Retribution”, o melhor jogo para a PSP.

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God of War: Chains of Olympus em versão Platinum Outubro 23, 2008

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A Sony Computer Entertainment  Europe lançou a versão Platinum de “God of War: Chains of Olympus”. No primeiro título desta aclamada série a chegar ao formato PSP, acompanhamos o anti-herói espartano Kratos – num argumento anterior ao “God of War”, de 2005 – numa viagem por um panteão com as mais temíveis criaturas da mitologia grega, os habitantes de Hades, para resgatar a sua mulher e filha e salvar o mundo da escuridão eterna. O jogo está à venda por 19,99 euros.

Sony lança PlayStation Network Collection Outubro 22, 2008

Posted by nunomachado in Notícias, PSP.
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Os fãs da PSP (PlayStation Portable) podem agora deitar a mão a alguns dos melhores jogos da PlayStation Network (PSN), sem terem de os descarregar. A Colecção PlayStation Network, da Sony Computer Entertainment Europe, é uma série de UMDs (Universal Media Disc) temáticos, que reúnem os melhores jogos da Playstation Network, agrupando três por disco – permitindo que os jogadores tenham à mão a quantidade de jogos que desejem,  sem se preocuparem em alocar espaço ocupado com fotografias e músicas na PSP. Os dois primeiros títulos – PlayStation Network Collection: Puzzle Pack e PlayStation Network Collection: Power Pack – chegaram agora às lojas. “Lemmings” ou “Syphon Filter”: Combat Ops” são alguns dos títulos presentes nesta colectânea.

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