Games Room

Tudo sobre o mundo dos videojogos

Dissidia – Final Fantasy – Reunião de estrelas

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Tal como na televisão, também nos videojogos existem séries mais carismáticas do que outras. Algumas atingem mesmo o estatuto de séries de culto e, neste caso, podemos integrar “Final Fantasy” nesta categoria. A saga desenvolvida pela Square Enix é uma das mais jogadas, admiradas e conceituadas de sempre da história dos videojogos. O segredo sempre esteve em personagens fortes, narrativas de qualidade, “gameplay”diferente e um aspecto gráfico que sempre mereceu rasgados elogios.

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“Dissidia – Final Fantasy” tem um pouco disto tudo, tendo ainda algumas carências e algumas virtudes devido à plataforma de destino, a Playstation Portátil. A história fala-nos da eterna luta entre o bem e o mal. Neste caso, os bons são liderados por Cosmos, e os maus por Caos. Quando os dois entram em confronto, uma luta tremenda vai acontecer entre os 10 melhores soldados de cada facção. É aqui que acontece uma espécie de “all-stars” de “Final Fantasy”, pois surgem personagens que estiveram presentes entre o jogo original e o capítulo XII da saga. Ao mesmo tempo, a história de cada uma destas personagens reúne-se neste título, onde tudo pode mudar em relação ao passado, com novas alianças e inimigos, tudo ditado pelo jogador. Terá na mão uma parte da história de “Final Fantasy” e, só este facto, mostra o quanto vale a pena jogar “Dissidia”. Outra razão está no desbloquear das personagens, com destaque para os representantes dos dois últimos episódios da série, o XI e o XII.

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Sendo um “beat’ em up”, os combates assumem especial importância. Existem duas formas de encarar as lutas, a diversão ou a estratégia. Se a opção recair na diversão, então basta carregar nos botões da consola, sem grande nexo de sequência, e existirá divertimento durante várias horas, sem grandes dificuldades. No caso da estratégia, não basta a força e o carregar de botões aleatórios, mas sim uma conjugação de botões que irão provocar diferentes golpes e efeitos. Cada lutador tem características diferentes, mas todas as habilidades podem ser melhoradas ou ganhar novos movimentos, através de um sistema de acumulação de experiência. Para os jogadores que gostam de explorar em busca de itens novos, então está no jogo certo, pois existem vários objectos e novos golpes disponíveis no mapa.

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A longevidade de “Dissidia – Final Fantasy” é impressionante. Se for jogado ao pormenor, pode passar as 100 horas de jogo, um valor raro em videojogos. Entre conquistas, recolha de itens, exploração de mapa e combates vai ser difícil deixar a PSP de lado. Os vários modos de jogo também entusiasmam, com o modo História, o principal, as lutas são dispostas num mapa, enquanto no Arcade, existe uma sucessão de combates, mas sem a narrativa do jogo. Existe ainda o combate rápido, que passa pela escolha de um lutador, e o modo Versus, jogado em sistema Ad-hoc, onde se pode combater entre amigos.

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Com uma banda sonora a trazer de volta velhos e históricos temas da série e diálogos de qualidade, “Dissidia – Final Fantasy” mostra que até neste ponto tudo foi pensado ao pormenor para agradar aos fãs da saga. No aspecto gráfico, o melhor elogia que se pode fazer é ser um dos melhores títulos para a PSP, onde nem sempre existe uma preocupação com o nível visual dos jogos. Aqui existe uma boa câmara, uma iluminação decente, personagens com detalhes acima da média e até as texturas são superiores à maioria dos jogos. Resumindo, “Dissidia – Final Fantasy” é um dos melhores jogos do ano para a PSP, com uma longevidade tremenda, uma história cativante e um sistema de jogo dos melhores alguma vez produzidos, não só na PSP como para as outras plataformas.

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Setembro 9, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PSP | | Sem comentários ainda

Resistance: Retribution: Vingança sangrenta

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Ofuscada pelas grandes consolas, que vão gerando títulos de qualidade, a pequena Playstation Portátil (PSP) tem lutado contra esta hegemonia como pode. Apesar de objectivos diferentes, a pequena consola tem recebido poucos jogos dignos das potencialidades que possui. Nos últimos tempos, apenas “Patapon 2” ou a série “SOCOM” têm dado algumas alegrias. A decisão de passar a série “Resistance” para a PSP acaba por ser uma excelente notícia, principalmente depois da avaliação do produto final.

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“Resistance: Retribution” coloca o jogador numa história intermédia entre o primeiro e o segundo jogo da série, que apenas teve como destino a PS3. Aqui, o herói não é o carismático Nathan Hale, mas sim James Grayson, um antigo militar britânico que desertou para fazer justiça por conta própria. Mais uma vez, a Chimera (raça alienígena que invadiu a Terra), está por detrás da ira de um herói, desta vez depois de ter infectado o irmão de Grayson, que não teve outro remédio senão matá-lo. Começa por destruir várias bases do inimigo, mas o exército britânico não gosta das suas acções como renegado e prende-o. Quando surge uma nova base da Chimera que o exército não consegue destruir, Grayson é novamente colocado em acção, mas as regras são feitas por ele, o que gera um clima interessante no jogo.

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Quando surge um FPS nesta pequena consola, os comandos acabam sempre por fazer lembrar os velhos teclado e rato. Contudo, “Resistance: Retribution” surpreende pela positiva. Nada de muito elaborado, com o analógico a movimentar a personagem, os botões a controlarem a mira, o R para disparar, o L para escolher armas e as setas para as acções. Existe ainda um sistema de mira automático, muito útil, pois basta um tiro certeiro e já está. A Inteligência Artificial dos extraterrestres podia ser bem melhor, principalmente nos confrontos. São facilmente enganados, expondo-se aos nossos tiros de uma forma absurda. O arsenal faria muito jeito ao exército português, tal a quantidade, qualidade e variedade. Atenção, que existem certas armas que só matam determinados inimigos, uma opção interessante na mecânica do jogo. Um ponto ainda a favor para a interactividade com a PS3, onde é possível utilizar o vírus que torna Nathan  Hale num ser com poderes especiais ou utilizar o comando sem fios da PS3.

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Em termos gráficos, existe qualidade suplementar em relação a outros jogos da PSP. Os cenários são enormes e bem detalhados, tal como as personagens. A câmara funciona na perfeição e está bem adaptada às características da PSP. Também a banda sonora cumpre a sua tarefa na perfeição.

Com uma duração considerável para um jogo da PSP, “Resistance: Retribution” chega até às 10 horas, no modo single, mas dura muito mais nos vários modos multiplayer, onde se podem juntar 8 jogadores em duas equipas de quatro. Até ver, 2009 tem em “Resistance: Retribution”, o melhor jogo para a PSP.

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Março 31, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PSP | | Sem comentários ainda

God of War: Chains of Olympus em versão Platinum

A Sony Computer Entertainment  Europe lançou a versão Platinum de “God of War: Chains of Olympus”. No primeiro título desta aclamada série a chegar ao formato PSP, acompanhamos o anti-herói espartano Kratos – num argumento anterior ao “God of War”, de 2005 – numa viagem por um panteão com as mais temíveis criaturas da mitologia grega, os habitantes de Hades, para resgatar a sua mulher e filha e salvar o mundo da escuridão eterna. O jogo está à venda por 19,99 euros.

Outubro 23, 2008 Publicado por nunomachado | Notícias, PSP | | Sem comentários ainda

Sony lança PlayStation Network Collection

Os fãs da PSP (PlayStation Portable) podem agora deitar a mão a alguns dos melhores jogos da PlayStation Network (PSN), sem terem de os descarregar. A Colecção PlayStation Network, da Sony Computer Entertainment Europe, é uma série de UMDs (Universal Media Disc) temáticos, que reúnem os melhores jogos da Playstation Network, agrupando três por disco – permitindo que os jogadores tenham à mão a quantidade de jogos que desejem,  sem se preocuparem em alocar espaço ocupado com fotografias e músicas na PSP. Os dois primeiros títulos – PlayStation Network Collection: Puzzle Pack e PlayStation Network Collection: Power Pack – chegaram agora às lojas. “Lemmings” ou “Syphon Filter”: Combat Ops” são alguns dos títulos presentes nesta colectânea.

Outubro 22, 2008 Publicado por nunomachado | Notícias, PSP | | 1 Comentário