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F.E.A.R. 2: Project Origin: Medo, muito medo!

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Era com grande expectativa que aguardava a demo deste jogo. O primeiro jogo da série, “F.E.A.R.”, tinha deixado uma enorme legião de fãs, logo esperava qualidade acrescida nesta sequela. A avaliar pela demo, “F.E.A.R. 2: Project Origin”, na versão PC, vamos estar perante de um dos melhores FPSs do ano. Para quem não conhece a história, Auburn, palco da acção, foi destruída no fim da história do jogo original, por uma explosão apocalíptica. A explicação para esta explosão e para os fenómenos paranormais que assolam a destruída cidade está em Alma, uma criança em que o ódio pela humanidade cresce a cada passo que dá. A nossa missão é parar Alma e a sua sede pela destruição. Mas, a tarefa não vai ser fácil, como se deixa antever nesta versão de demonstração.

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Neste primeiro nível de acção do jogo, o jogador terá como missão encontrar o resto da sua equipa das Operações Especiais, algo que não acontece, pois a demo termina antes de concretizarmos o objectivo. Contudo, no caminho feito para atingir o objectivo, o terror está bem patente nas cenas iniciais. O primeiro cenário é uma escola e posso afirmar que, pela primeira vez, os cabelos atrás da nuca arrepiaram-se com o que é vivido naqueles corredores. Preparem-se para utilizar a lanterna e descobrir corredores cheios de pedaços de corpos humanos, muito sangue e muitas almas penadas a atacarem-nos. Para finalizar este quadro de horror, vimos um companheiro de armas a ser viscerado perante os nossos olhos, sem nada podermos fazer. Passamos depois por estação de metro, sem grandes novidades a acrescentar e saímos para as ruas de Auburn, completamente pejadas de inimigos de todo o tipo. Locais de cobertura são muitos e muitos objectos podem ser utilizados para nos escondermos dos tiros inimigos. Também o armamento é variado, desde a simples pistola até um lança-rockets e uma útil espingarda de sniper. A cereja no topo do bolo é a armadura final, carregada de armamento que nunca mais acaba, capaz de avançar pelas ruas da cidade e despachar quem nos surge pela frente, sem grandes dificuldades.

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E pronto, chega ao fim a demo que nos deixa com muita vontade de ir direitos à versão final. Mas, deixo ainda mais algumas considerações finais sobre estes primeiros momentos com “F.E.A.R. 2: Project Origin”. Os gráficos estão espantosos, mas preparem uma boa placa gráfica e um bom processador para tirarem o máximo de proveito e evitarem alguns soluços indesejáveis. O “slow mo” continua a fazer um jeito do caraças quando temos resmas de inimigos a dispararem contra nós. Alma continua a surgir quando menos esperamos, mas como uma aparição e nada mais. E, apesar da demo poder ser jogado em pouco mais de 30 minutos, se explorarmos os cenários ao máximo, podia ter sido incluído uma opção para salvar a partir do ponto onde deixamos o jogo, se tivermos que o deixar a meio. Caso contrário, lá temos que começar tudo de novo. De resto, venha a versão final porque, para demo, soube a pouco.

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Fevereiro 3, 2009 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC'S | | 1 Comentário

Prince of Persia – Um príncipe renovado

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As primeiras impressões transmitidas pelas imagens de “Prince of Persia” são um misto de espanto e agrado. Esta série há muito que coleccionou uma legião de fãs, devido à sua acção frenética e ao carisma do personagem. Combates dom hordas de inimigos, luta entre o Bem e o Mal, saltos acrobáticos, enigmas por resolver. Todos estes ingredientes fizeram da série uma das mais populares de sempre. Com a produção do primeiro título para as consolas da nova geração, a Ubisoft resolveu inovar e, desde já, a minha vénia pelo trabalho efectuado. Eu explico porquê.

O que mais salta à vista, em termos de alterações, é o aspecto visual. Utilizando a tecnologia vista em “Assassin’s Creed”, as aventuras do príncipe assemelham-se a uma história de banda desenhada, carregada de ilustrações cheias de cor e com desenhos feitos à mão. A tudo isto chama-se “cel-shading”, técnica que permite o aspecto gráfico fantástico deste jogo. Mudemos para a história e jogabilidade.

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A luta entre o Bem e o Mal mantém-se. Desta vez, a guerra é entre os deuses irmãos Ohrmazd e Ahriman. O primeiro, um deus da bondade, aprisiona seu irmão com instintos de maldade numa caixa e esconde-o num oásis. No entanto, Ahriman é libertado séculos depois, corrompendo a natureza e as pessoas. É aqui que entra o nosso protagonista, o jogador, que começa como um simples aventureiro, mas num instante se transforma no príncipe e salvador do mundo, pois será o único capaz de acabar com a maldição de Ahriman. De referir que esta personagem é inédita no jogo. Tal como é Elika, outra das grandes inovações. Este verdadeiro guarda-costas irá ajudar-nos ao longo de todo a história, seja nos combates, seja nos enigmas por resolver, seja a salvar-nos a vida. É ela que permite que a nossa personagem nunca morra, evitando ter que voltar atrás na narrativa. Ao mesmo tempo, nunca teremos que nos preocupar com Elika, pois ela nunca morre e está sempre nas nossas costas esperando as nossas decisões.

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Por fim, os combates. Acabaram-se os inimigos às paletes, tendo o nosso protagonista combates mano-a-mano. Não se pense que ficou mais fácil, pois os inimigos são ossos duros de roer e alguns só são levados de vencida com a ajuda de Elika. O protagonista continua a ter dotes de acrobata, muito por culpa da luva metálica que tudo lhe permite. Os cenários são enormes e terão de ser explorados para serem resolvidos diversos enigmas, mas numa perspectiva aleatória, não sendo necessário seguir uma história linear. Por tudo isto, “Prince of Persia” é um jogo obrigatório deste fim de ano, destacando-se pela inovação e aspecto gráfico.

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Novembro 12, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Football Manager 2009: Regresso do futebol de sofá

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É um jogo de computador? Uma ferramenta de trabalho? Provavelmente, é as duas coisas. Falamos de “Football Manager 2009” (FM 2009), a versão actualizada do mais popular jogo de gestão desportiva. Todos os anos, a Sports Interactive procura colocar inovações num jogo quase completo, sendo uma tarefa hercúlea agradar aos milhões de fãs da franquia espalhados pelo mundo. Apesar de existirem sempre algumas críticas a cada versão anual, ninguém dispensa este jogo que, em termos gráficos não encanta, mas deixa-nos as células cinzentas em brasa.

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A grande arma de FM 2009 continua a ser a sua enorme e bem construída base de dados, bem como a jogabilidade intuitiva. Quem se inicia nestas andanças de treinador de sofá, pode contar com um tutorial bem elaborado que explica quase todas as tarefas inerentes à nossa posição de treinador/gestor de uma equipa. Um verdadeiro manager à inglesa. Este ano, foram acrescentadas mais algumas cerejas ao topo do bolo, entre as quais, as conferências de imprensa antes de cada jogo. O treinador pode dar o corpo às balas, que é como quem diz enfrentar os jornalistas e as suas difíceis questões, ou pode enviar o adjunto. Uma inovação que aproxima ainda mais o jogo da realidade.

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Os boatos da imprensa ganham agora mais importância. Existe mesmo um separador que identifica os boatos relativos a cada equipa e quais os potenciais alvos, sempre criados por uma imprensa faminta de “sangue” no mercado futebolístico. As transferências estão mais realistas, com respostas mais rápidas e decisões mais acertadas. Carlos Eduardo, do fantástico Hoffenheim, rapidamente percebeu que seria um pulo enorme na carreira mudar-se para o Benfica.

A interacção entre o treinador, nós, e o adjunto também foi reforçada. Diamantino Miranda alertou-me várias vezes, nos intervalos dos jogos, para jogadores que estavam a jogar mal ou quais os pontos fortes da equipa adversária. Quando lhe dei ouvidos, o Benfica melhorou, quando o ignorei, paguei com derrotas e empates. Se calhar deveria ser ele o treinador… Uma palavra ainda para a inclusão de uma nova estatística no fim dos jogos, onde se pode observar os quilómetros percorridos por cada jogador, ideal para saber quem anda a fazer de Vukcevic, ou quem joga como o Ybeda.

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Por último, deixei o melhor para o fim. O motor de jogo em 3D é uma evolução importante, mas os saudosistas das famosas “caricas” também podem optar por esta solução, se escolherem o motor em 2D. Em 3D a noção táctica da equipa é muito mais perceptível, dando a ideia que estamos mesmo a ver um jogo de futebol. Pena é que, em termos gráficos, o estádio seja sempre o mesmo, mas para primeira vez, o 3D é bem-vindo. Duas chamadas de atenção: as lesões são excessivas. Deve ser um bug da demo, mas se não for, convém melhorar esta situação, pois dois a três jogadores lesionados em todos os jogos, nada tem de realista. Depois, “pontapé de baliza do nosso guarda-redes, golo na nossa baliza”, é uma repetição de outras épocas. Quando surge este comentário, já sabemos que vamos encaixar um golo. Pequenas coisas que não deixam de fazer do “FM 2009” um vício para os próximos meses.

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Novembro 4, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

As primeiras impressões de Call of Duty: World at War

A versão beta de “Call of Duty: World at War” já chegoou ao meu computador e já foi testada. Sendo uma versão de demonstração do modo multiplayer não esperava grandes alterações em relação à mecânica de jogo do “COD 4″. E foi isso que constatei. Para subir de posto, os jogadores continuam a amealhar pontos de experiência, sendo que existem diferenças nos pontos conferidos. Ou seja, o modo “free for all” dá menos pontos por morte do que o ”search and destroy”, por exemplo. Parece macabro falar assim, mas é a realidade deste jogo.

O que muda em relação a “COD 4″ são os cenários. De regresso à II Guerra Mundial, os responsáveis da franquia resolveram mudar-se de armas e bagagens para o Pacífico e dar mais atenção às batalhas que ocorreram nessa zona. Dois dos mapas disponibilizados nesta demo mostram cenários mais asiáticos. Um deles não achei grande piada, o “Makin”, muito tropical, sem grandes motivos de interesse e com os jogadores a mudar quase sempre para outro mapa. Já o último, “Castle”, estamos em pleno Japão, casas e palácios típicos, tal como a paisagem. É grande, cheio de labirintos e excelente para os snipers. O outro mapa jogável é o “Roundhouse”, um amontoado de destroços de um antigo terminal ferroviário. Excelente para emboscadas, não é muito grande e está bem detalhado. Aliás, a qualidade gráfica sofreu uma ligeira evolução, vísivel no processamento das imagens mais detalhadas do jogo.

Outras novidades que achei interessante é ser morto por um cão com o nome de um adversário. Os tanques estão poderosos e fazem estragos à grande. Das armas, gostei de uma espécie de “shotgun” para close combat. Servers aos molhos, os loadings um bocado demorados, e gosto da repetição macabra de como somos mortos.  Para começar, não está mau, sendo um bom regresso à velhinha II Guerra Mundial. Agora é só esperar pelo dia 14 de Novembro para recebermos aquele que promete ser um dos melhores jogos do ano.

Outubro 30, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

Bom, muito bom

O universo do mais famoso agente mais famoso do mundo sempre se distinguiu por ser cheio de acção, com algum humor e mulheres bonitas. É assim nos filmes, mas o mesmo não acontece nos videojogos. Há muito que a saga de Bond “pede” um jogo de qualidade, pois os últimos deixaram muito a desejar. Tirando o mítico “Goldeneye”, para a Nintendo 64, nenhum outro título relacionado com James Bond deixou grandes saudades. Contudo, esta tendência parece que, finalmente, vai ter um fim. O novo “007 – Quantum of Solace”, desenvolvido pela Treyarch, promete ser o melhor jogo da saga e marca também a estreia da franquia na Activision, depois de anos na EA.

O primeiro contacto que temos com a demo do jogo mostra-nos um aspecto gráfico de grande qualidade. O segredo está na utilização do motor de jogo de “Call of Duty 4”, o melhor FPS de 2007 e um dos melhores de sempre. Com uma herança destas não é de admirar que o aspecto visual de “Quantum of Solace” esteja acima da média. Na demo, o jogador vê um pouco do que o espera na versão final. Esperemos nós. Existem agentes duplos infiltrados no MI-6, os serviços secretos britânicos, sendo que um deles acaba por assassinar um agente britânico mesmo nas “barbas” de Bond. Este inicia a perseguição ao assassino e vai encontrar uma horda de inimigos prontos a liquidá-lo. Nesta pequena amostra é possível ver muita acção, rapidez e momentos na primeira e terceira pessoa. Também os pormenores visuais são excelentes como as texturas, a luz, as explosões e os momentos de combate. O próprio James Bond é de tal forma semelhante ao real que até arrepia, utilizando a voz do actor Daniel Craig. A jogabilidade mostrou-se ao nível dos gráficos, com momentos de puro FPS alternando com acção e combates corpo-a-corpo. A primeira impressão deixa-nos antever um Bond em grande forma.

Contudo, para além desta demo, “Quantum of Solace” tem ainda muito mais para oferecer. Comecemos pela história. Tal como já dissemos existem agentes duplos colocados em posições estratégicas junto do governo britânico, como os serviços secretos. Ao mesmo tempo, Bond irá encetar uma missão de vingança contra os assassinos de Vesper Lynd, a mulher que finalmente fez 007 amar, mas que acabou morta no final de “Casino Royale”. Ao perseguir os assassinos, Bond depara-se com uma nova organização secreta, a Quantum, que além de ter morto Vesper, é ainda responsável pelos agentes duplos. O objectivo é colher informações junto do governo britânico para um futuro golpe de estado na Bolívia que trará implicações a nível mundial. Ou seja, o jogo combina partes do filme “Casino Royale”, do qual não foi produzido nenhum videojogo, com “Quantum of Solace”, mistura essa que funciona muito bem.

A Treyarch teve acesso às imagens do filme e aos actores, facto que permitiu adaptar as paisagens do filme para alguns cenários no jogo, bem como a utilização dos actores para as modelagens das personagens. Por outro lado, a Treyarch e a Activision prometem vários e bons modos multiplayer, algo que também é uma novidade na saga Bond. O resultado só será conhecido na versão final, e mais uma vez, esperamos que a demo não seja melhor do que o jogo. Caso contrário, o jogador terá licença para matar este título.

 

Outubro 14, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

Acção na savana

Em 2004, quando surgiu “Far Cry”, os amantes dos FPS’s ficaram no céu: que gráficos que aquele jogo tinha! De facto, a primeira versão deste título mostrava que era possível produzir um jogo quase perfeito a nível gráfico, mesmo não tendo uma jogabilidade e enredo por aí além. Ao mesmo tempo, a Crytek, produtora do jogo, estreava-se com este título no mercado, surpreendendo pela qualidade de um produto pioneiro. Passados quatro anos, “Far Cry 2” passou para a chancela da Ubisoft, mas nas primeiras impressões, estamos perante um jogo ainda melhor.

Um dos elementos que os jogadores menos gostaram na versão original foi a inclusão de monstros e extraterrestres como adversários. A ilha onde decorria a acção era fantástica, mas faltava qualquer coisa ao jogo para ser mais do que um conjunto de bons gráficos. A Ubisoft não ficou indiferente a este facto e mandou os monstros e os extraterrestres às malvas. Mudou a acção para África e aproveitou os inúmeros conflitos, guerrilhas e facções para criar um jogo mais realista. Até o protagonista de “Far Cry”, Jack Carver, deixou o activo.

Outra novidade na acção, e reportando ainda ao modo a solo, é a liberdade de movimentos. Existe um objectivo inicial que é capturar um traficante de armas que negoceia com os dois lados de um conflito de um país em guerra. A missão do jogador é neutralizar esse traficante, mas pelo meio, muitas outras situações de vão suceder. Não existe uma linearidade na acção, podendo o jogador vaguear a seu bel-prazer pelos cerca de 50 quilómetros quadrados de cenários, totalmente interactivos. Entre estes temos paisagens de savana, cidades africanas, florestas e muitos animais selvagens. O arsenal é grande e variado, mas obedece a algumas regras. Existem armas com período de vida e findo esse, começam a encravar. A utilização da mesma arma confere ao jogador um nível de habilidade com a mesma em relação às outras. Por fim, existem armas para situações diversas, como colocar-se na pele de um “sniper” ou recorrer à destruição pura e dura. Os veículos continuam a ser uma das mais-valias do jogo, principalmente no modo multiplayer. A inovação está numa asa delta que nos leva a voar sobre os magníficos cenários do jogo.

As restantes grandes inovações estão no modo multiplayer. Para além do “deatmatch” e “team deathmatch”, existem duas novas opções. O “capture the diamond” leva o jogador a capturar uma mala de diamantes (ou não estivéssemos em África) e levá-la para a sua base. O “uprising” oferece três pontos de controlo em cada mapa e a equipa terá de tomar os três para alcançar a vitória, através do capitão de equipa. Outra das inovações são os pontos de experiência, que conferem diamantes, que iram servir para adquirir vários itens e personalizações. Vão estar disponíveis 14 mapas, com cenários urbanos e de savana, com extensões variadas. Em resumo, “Far Cry 2” apenas herda o nome do seu antecessor e a qualidade gráfica, pois o resto é totalmente diferente e inovador.

               

Eis um vídeo do jogo para deixar água na boca:

Outubro 7, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

Futebol mais real

 A expectativa era enorme. As promessas eram muitas. E finalmente o momento mais esperado chegou. O rei dos simuladores de futebol, o “Pro Evolution Soccer” chegou em forma de demo e mostrou que está diferente, para melhor, em relação ao seu antecessor. A versão 2009 aoresenta desde logo um aspecto gráfico renovado, quebrando com os antigos menus das versões anteriores. Nesta demonstração apenas se pode aceder à opção “Exibição”, mas mesmo está diferente. As definições dos comandos mudaram, desaparecendo a opção de ligar ou desligar o controlo do guarda-redes, enquanto o cursor passa apenas a ter três opções. O resto muda apenas de visual, mas mais moderno e intuitivo.

Escolhidas as equipas, e existiam apenas quatro clubes e duas selecções à escolha, partimos para o campo em busca das reais diferenças para o “PES 2008”, talvez a maior desilusão de sempre de toda a série. Assim sendo, fazer melhor em “PES 2009” tornava-se imperativo, até porque o rival “FIFA” ganhou a preferência dos jogadores no ano transacto e continua muito forte este ano. A envolvência do público está melhor, principalmente a nível gráfico. Sente-se o ambiente de estádio cheio e mais pormenores gráficos nos espectadores. No relvado, a bola já rola e o que mais me cham a atenção é a disposição dos jogadores. No “PES 2008” o que me irritava solenemente era a forma errática como os jogadores se distribuiam no campo. Quantas vezes os defesas laterais apareciam no centro na defesa e deixavam os extremos adversários entrarem naquelas avenidas para cruzarem à vontade? Felizmente, a IA desta versão mostra uma equipa mais compacta, melhor distribuinda em campo e que respeita a táctica escolhida. Existe mais velocidade, o adversário faz mais pressão e jogar apenas para um jogador é muito mais difícil. Dantes, era fácil pegar na bola com Cristiano Ronaldo e levá-la até à baliza adversária. Agora, impõe-se mais troca de bola para chegar ao golo. Os guarda-redes parecem-me mais seguros e até os árbitros deixam jogar mais, acabando com o recital de apito que enervava qualquer jogador.

Nota-se uma física da bola melhorada, principalmente quando o jogador tem a bola controlada. Já os passes, principalmente em profundidade deixam ainda a desejar, pois assumem, muitas vezes, direcções contrárias à do controlo analógico. Já os jogadores roçam a perfeição, apesar de alguns rostos necessitarem de retoques, tal como a constituição das equipas. Por ser uma versão de demonstração, ainda não existe uma actualização dos plantéis, algo que irá suceder na versão final. Só para dar um exemplo, no Manchester United ainda não está Berbatov e mantém-se Louis Saha.

As primeiras impressões são positivas. Mais velocidade, mais pressão, masi dificuldade em marcar golos, maior realismo. Falta conhecer as restantes novidades, algumas delas apresentadas em forma de vídeo nesta demo, como os modos “Legend” e “Become a Legend”, algo muito semelhante ao “Be a Pro” da série “FIFA”. Aliás, esta demo sofre de um defeito terrível, em que o jogador é obrigado a visionar os vídeos promocionais antes de jogar um novo jogo.

Vamos esperar pelo dia 17 de Outubro para conhecer melhor “PES 2009”, mas este aperitivo deixou água na boca.

Outubro 3, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

Sempre a melhorar

A expectativa em relação à demo do “FIFA 09” eram mais baixas do que em relação ao “PES 2009”. Tudo porque a série da Electronic Arts não anunciava tantas novidades e pretendia manter o bom nível da versão do ano transacto. Reunidas estas condições, existia a certeza que a liderança alcançada em 2008 entre os simuladores de futebol era mantida. Pois bem, “FIFA 09” não só manteve de bom o que vinha do passado, como ainda acrescentou algumas boas novidades. Apesar de EA ter sido algo “forreta” na demo, pois os jogos apenas se jogam em dois minutos, deu para perceber que estamos perante um simulador muito real.

Em termos gráficos, a série FIFA continua a ser rainha e senhora. Os menus são atractivos e intuitivos e durante os “loadings”, o jogador pode treinar remates à baliza num ambiente tipicamente brasileiro. Mesmo quando o “loading” está completo, o jogador vê-se dentro do estádio e pode continuar a treinar remates à baliza a seu bel prazer, descontraindo antes de começar o jogo. O ambiente do estádio é fantástico, com imagens muito realistas,muito por culpa das licenças que a EA detém. Depois rola o esférico e começa a dificuldade.

Marcar golos, só mesmo com uma jogada perfeita. Pelo menos, nos dois minutos disponíveis do jogo. Dá para notar uma excelente física dos jogadores, com movimentos realistas e fluídos, e nada de malabarismos que fujam ao normal funcionamento da física. Também a bola tem um comportamento realista, em que o talento para a dominar tem que ser muito e colocá-la dentro da baliza ainda maior. Os adversários são muito difíceis de ultrapassar e movimentam-se de uma forma ordenada, preenchendo os espaços correctos tanto a defender como a atacar. Logo, a dificuldade aumenta e, se não existir rapidez na troca de bola, é impossível chegar à área adversária. É aqui que reside uma diferença importante para o “PES 2009”. A velocidade na troca de bola é manifestamente menor, sendo até exasperante carregar no botão de passe e o jogador demorar uma eternidade a soltar a bola. Como tal, perdê-la torna-se um hábito irritante, mas poderá ser apenas um pormenor que será corrigido na versão final.

Outras novidade importante está na marcação das grandes penalidades, que surgem invariavelmente no fim de cada jogo de dois minutos, pois os empates são quase sempre o resultado final. Quem marca tem agora a possibilidade de controlar a velocidade da bola, algo que não acontece em “PES 2009”. Também o jogador que marca o golo pode ser controlado no momento da celebração, em vez de correr pelo campo sem nexo.

Em termos gráficos, os jogadores poderiam estar um pouco mais realistas, pois a série “FIFA” habituou o jogador a elevados padrões de qualidade gráfica. Ainda assim, continua a liderar nesta matéria em quase toda a linha. Falta saber como estará nos restantes modos que não tive a possibilidade de aceder na versão de demonstração. A luta entre os dois principais simuladores de futebol está cada vez mais renhida, sendo muito complicado, para já, indicar quem está melhor. Só as versões finais o vão dizer.

Outubro 3, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Deuses cibernéticos

Quando surgiu em 1999, “Too Human” dividia-se em quatro discos para a PSOne. Depois, pensava-se que seria um dos títulos fortes da GameCube, mas não foi. Até que Silicon Knights resolve produzir o jogo para a Xbox 360. A produtora tem fé no produto e dividiu-o em três, sendo que a primeira parte da história mostra um distanciamento em relação ao “Too Human” original. O jogador controla um deus de nome Balder, num ambiente muito semelhante ao do filme de culto “Blade Runner”. As batalhas serão povoadas por hordas intermináveis de inimigos que se dividem entre deuses cibernéticos, monstros mecânicos e humanos. Segundo a produtora, estamos perante o “God of War” da Xbox 360. A ver vamos.

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Xbox 360 | | Sem comentários ainda

Vida de apartamento

Os Sims cansaram-se das vivendas e resolveram mudar-se de armas e bagagens para apartamentos. “The Sims 2 – Apartment Life” começa por colocar uma questão: morar com quem? Pode ser com um amigo, com a namorada ou levar a família toda, mas terá sempre de ter em conta a convivência com uma carrada de vizinhos, todos com personalidades bem diferentes. O grande desafio será manter uma convivência saudável com todos eles e, ao mesmo tempo, poderá ainda importar os animais de estimação presentes na expansão “Os Sims 2: Animais de Estimação”. O resto é o costume: decorar o apartamento, com os muitos itens à disposição e manter todos satisfeitos com a vida que levam.

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, PC | | Sem comentários ainda

Hóquei a 100 à hora

Só de ver até cansa. Quem nunca assistiu a um jogo da National Hockey League (NHL), a liga profissional de hóquei no gelo dos EUA, faça o favor de ver, pelo menos, um jogo. Velocidade, golos, emoção e alguma violência são os predicados desta modalidade, que também estão presentes em “NHL 09”, série que já tem vários anos sob a égide da EA. A grande novidade deste ano é o modo Be a Pro, inspirado na série “FIFA”, onde cria um jogador e começa nas ligas mais baixas até chegar a uma equipa de topo. Para que não jogue ao sabor do individualismo, será avaliado em três factores: posição, trabalho de equipa e estatísticas. Também existem novidades no modo multiplayer, com partidas de “seis contra seis” e suporte para ligas e torneios.

 

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 2 | | Sem comentários ainda

Abriram a caixa de Pandora!

 

Charles Deckard é um ladrão sem futuro que está encarregado de roubar uma das peças mais cobiçadas de sempre, a caixa de Pandora. Charles alcança o seu objectivo, depois de entrar no museu de Nova Iorque, mas a curiosidade leva-o a abrir a caixa, e é aqui que tudo começa. Figuras míticas como grifos, minotauros ou lobisomens surgem para espalhar o caos que só Charles pode parar. Esta é a história de “Legendary”, um jogo com uma história fora do comum, gráficos de grande nível e jogabilidade interessante. O jogador assume o papel do antigo ladrão, agora “herói”, e terá de viajar pelo mundo para acabar com o caos. À sua disposição terá um arsenal vasto, enquanto a vertente multiplayer promete ser a mais procurada por quem se tornar adepto do jogo. E pelo que é dado a ver, serão muitos os fãs de “Legendary”.

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Motas voadoras

Imagine um “Tony Hawk” mas com motas de quatro rodas? Era o jogo que esperava? Então cá está ele. “Pure” vai procurar tirar do jogador o máximo de habilidade e talento na condução deste tipo de veículos. Existem vários modos de jogo, desde a tradicional corrida até ao freestyle, mas em todos eles, as manobras efectuadas quando levanta a moto no ar são o objectivo principal, ou seja, dar espectáculo. Se não gosta de se exibir a solo, pode marcar encontro com mais 15 participantes e desafiarem-se nas várias pistas disponíveis, todas elas baseadas em locais reais. O aspecto gráfico deixa água na boca, num jogo que promete muita emoção.

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Mercenários regressam

O mercenário sueco Matias Nelson está de volta, com uma nova companheira feminina, a norte-americana Eva. Desta vez estão na Venezuela, onde no meio de uma crise nacional envolvendo empresas de petróleo e um governo ditador (onde é que já vimos isto?), o mercenário aproveita para ganhar alguns milhares de dólares, realizando missões para diferentes facções. O melhor de “Mercenaries 2: World in Flames” acaba por ser a liberdade de explorar os cenários e a interactividade com todos os elementos. É possível disparar contra um tanque de combustível e atirar um isqueiro aceso para provocar explosões, atirar uma granada para dentro de um tanque ou “correr” com um piloto para fora do helicóptero e ser o jogador a pilotá-lo, entre outras acções permitidas. Há armas para todos os gostos, quase tudo é destrutível e estamos perante um excelente jogo de acção.

Setembro 28, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Boxe cómico

Esqueça Mike Tyson, Evander Holyfield ou Cassius Clay. Os grandes nomes do boxe, pelo menos deste jogo, são Romeo, o amante latino, Steve, o ninja gordo, Voodoo, o xamã, ou Molotov, o especialista em demolições. Estas são algumas das personagens de “FaceBreaker”, novo jogo para a PS3 que procura mostrar uma vertente mais cómica desta modalidade. O modo carreira leva o lutador a vários combates para subir no ranking até entrar em confronto com quatro campeões mundiais. Existe um modo multiplayer, sendo possível criar personagens com mais de 60 itens personalizáveis. A jogabilidade é muito simples, recorrendo aos botões do comando para golpear o adversário, sendo que cada golpe faz encher uma barra de energia que, quando está cheia, permite dar um golpe mais forte.

Setembro 27, 2008 Publicado por nunomachado | Antevisões, Playstation 3 | | Sem comentários ainda