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Acção explosiva Setembro 29, 2008

Posted by nunomachado in Análises, PC.
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A Crytek é a responsável por alguns dos melhores FPS’s (First-Person Shooter) alguma vez produzidos. A série “Far Cry” foi a primeira a sair dos estúdios da produtora com o selo de qualidade, seguindo-se a sequela, considerada uma obra-prima. Depois veio a série “Crysis”, que tem agora um novo desenvolvimento com “Crysis Warhead”. Não sendo uma sequela, é antes uma expansão do primeiro jogo, trabalhando aspectos paralelos à história inicial e, melhor ainda, exigindo menos requisitos mínimos para que possa correr num maior número de máquinas.

O jogo continua a utilizar o fantástico motor gráfico CryEngine 2 e o protagonista é agora o sargento Michael “Psycho” Sykes, figura de segunda linha na história inicial, mas que ganha agora novo protagonismo. Sykes tem um momento de ausência no primeiro jogo, sendo esse hiato de tempo em que desaparece, que é aproveitado na narrativa deste novo título. Sykes regressa com o nanosuit e transforma-se num poderoso soldado, mais virado para a acção e menos para diálogos. Como resultado, o jogo decorre muito mais virado para a acção, tiros, explosões, bem ao estilo da personalidade de Sykes, tendo o jogo a mesma duração do título original. Por outro lado, existe maior liberdade para o jogador, que pode agora utilizar as armas que quer em qualquer situação, cenários maiores e com mais inimigos e um arsenal ainda mais vasto. Assim, estarão disponíveis novos veículos, tanto de ataque como transportadores e um novo blindado que virá com uma ampla variedade de armas. O jogador pode ainda usufruir de uma nova submetralhadora com um enorme poder de fogo, para além de armas personalizáveis.

Apesar de estar preparado para correr em PC’s de atributos médios, não se pense que “Crysis Warhead” diminuiu a qualidade gráfica. Um novo sistema de partículas e uma melhor iluminação ambiente prometem um jogo ainda mais belo que o original. Até os detalhes mais ínfimos de uma superfície, como os poros da pele humana, podem ser vistos com grande detalhe.

Uma palavra ainda para o cuidado que a Crytek teve com a pirataria, incluindo no jogo uma protecção contra cópias ilegais, mas que não se sabe como irá funcionar. Em resumo, “Crysis Warhead” é um sério candidato ao melhor FPS do ano, muito por culpa de uma jogabilidade simples, aspecto gráfico de sonho e acção a rodos.

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