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Acção na savana Outubro 7, 2008

Posted by nunomachado in Antevisões, PC.
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Em 2004, quando surgiu “Far Cry”, os amantes dos FPS’s ficaram no céu: que gráficos que aquele jogo tinha! De facto, a primeira versão deste título mostrava que era possível produzir um jogo quase perfeito a nível gráfico, mesmo não tendo uma jogabilidade e enredo por aí além. Ao mesmo tempo, a Crytek, produtora do jogo, estreava-se com este título no mercado, surpreendendo pela qualidade de um produto pioneiro. Passados quatro anos, “Far Cry 2” passou para a chancela da Ubisoft, mas nas primeiras impressões, estamos perante um jogo ainda melhor.

Um dos elementos que os jogadores menos gostaram na versão original foi a inclusão de monstros e extraterrestres como adversários. A ilha onde decorria a acção era fantástica, mas faltava qualquer coisa ao jogo para ser mais do que um conjunto de bons gráficos. A Ubisoft não ficou indiferente a este facto e mandou os monstros e os extraterrestres às malvas. Mudou a acção para África e aproveitou os inúmeros conflitos, guerrilhas e facções para criar um jogo mais realista. Até o protagonista de “Far Cry”, Jack Carver, deixou o activo.

Outra novidade na acção, e reportando ainda ao modo a solo, é a liberdade de movimentos. Existe um objectivo inicial que é capturar um traficante de armas que negoceia com os dois lados de um conflito de um país em guerra. A missão do jogador é neutralizar esse traficante, mas pelo meio, muitas outras situações de vão suceder. Não existe uma linearidade na acção, podendo o jogador vaguear a seu bel-prazer pelos cerca de 50 quilómetros quadrados de cenários, totalmente interactivos. Entre estes temos paisagens de savana, cidades africanas, florestas e muitos animais selvagens. O arsenal é grande e variado, mas obedece a algumas regras. Existem armas com período de vida e findo esse, começam a encravar. A utilização da mesma arma confere ao jogador um nível de habilidade com a mesma em relação às outras. Por fim, existem armas para situações diversas, como colocar-se na pele de um “sniper” ou recorrer à destruição pura e dura. Os veículos continuam a ser uma das mais-valias do jogo, principalmente no modo multiplayer. A inovação está numa asa delta que nos leva a voar sobre os magníficos cenários do jogo.

As restantes grandes inovações estão no modo multiplayer. Para além do “deatmatch” e “team deathmatch”, existem duas novas opções. O “capture the diamond” leva o jogador a capturar uma mala de diamantes (ou não estivéssemos em África) e levá-la para a sua base. O “uprising” oferece três pontos de controlo em cada mapa e a equipa terá de tomar os três para alcançar a vitória, através do capitão de equipa. Outra das inovações são os pontos de experiência, que conferem diamantes, que iram servir para adquirir vários itens e personalizações. Vão estar disponíveis 14 mapas, com cenários urbanos e de savana, com extensões variadas. Em resumo, “Far Cry 2” apenas herda o nome do seu antecessor e a qualidade gráfica, pois o resto é totalmente diferente e inovador.

               

Eis um vídeo do jogo para deixar água na boca:

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