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Resistance 2: O último soldado Novembro 18, 2008

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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O mundo dos videojogos pode dividir-se em ACNG (Antes das Consolas Nova Geração) e DCNG (Depois das Consolas Nova Geração). Assim, na primeira era os FPS’s (First Person Shooter) eram quase excomungados das consolas, tal a dificuldade de engatar com os inúmeros movimentos necessários para garantir um jogabilidade decente. “Far Cry”, “Call of Duty” e outros mais eram para PC e mais nada. Depois, vieram as consolas da nova geração e tudo mudou. Os FPS´s tornaram-se num dos géneros preferidos das consolas, com alguns títulos exclusivos de cada máquina, como é o caso de “Resistance 2”, apenas disponível na PS3.

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O primeiro título da série foi um dos jogos do alinhamento inicial da PS3. Na altura, foi considerado um dos melhores de sempre em consolas, criando expectativas muito altas para a sequela. A história parte do ponto onde terminou o jogo original. Nathan Hale é o único sobrevivente entre os mais de 12 mil soldados norte-americanos que combateram a Chimera (raça alienígena que invadiu a Terra) em Inglaterra. Hale está desaparecido em combate e os seus superiores julgam-no morto. Contudo, é aqui que o enredo fica mais complexo. Hale é descoberto por uma agência secreta que descobre que os EUA são a próxima vítima da Chimera, sendo recrutado para neutralizar a ameaça. Mas, as aparências iludem e Hale verá que existe uma conspiração entre alguns humanos e a Chimera, o que vai dificultar ainda mais a sua tarefa. Por aqui se vê, temos história de qualidade e a sugerir novas sequelas.

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Em termos gráficos, “Resistance 2” é tão bom ou melhor do que o antecessor. Os mapas são enormes e carregados de detalhes, animações de qualidade e apenas uma ou outra textura que podia ser melhor. Gostei particularmente da IA dos inimigos. Parece que existe uma mente superior a determinar todos os passos que dão, com risco mínimo e ataques letais. Para nós, a margem de erro é mínima, pois as criaturas não perdoam sejam falhas estratégicas ou de pontaria. A jogabilidade é também uma surpresa positiva, para quem está pouco habituado a FPS’s em consolas, com o Dualshock 3 a funcionar na perfeição, ainda mais com a função de vibração ligada. Também o som está fantástico, sendo que aconselho umas colunas potentes para nos fazer sentir num autêntico cenário de guerra.

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E se gostarem da campanha a solo, vão perder a cabeça com o modo multiplayer. No modo cooperativo é possível juntar até 8 jogadores para uma campanha diferente de quando joga sozinho e no modo competitivo podem estar até 60 jogadores aos tiros, número único nas consolas! Em suma, um jogo obrigatório para quem tem PS3.

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