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Tomb Raider: Underworld: O regresso de Lara Croft Dezembro 9, 2008

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3, Vídeos.
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A qualidade da série “Tomb Raider” é tudo menos unânime. Dos vários jogos já produzidos, existem alguns que poderiam ter sido evitados, poupando alguns sabores à figura mais sensual dos videojgos. Contudo, a entrada da Crystal Dynamics em cena devolveu um novo fôlego à série, como foi possível ver em “Tomb Raider: Legend”. A nova aventura vem confirmar a melhoria de qualidade, mas ainda longe de um regresso a um passado brilhante, na época em que Lara Croft “nasceu” virtualmente e encantou milhões de adeptos.

Em “Tomb Raider: Underworld”, tudo começa onde acabou o último título. Para quem se vai iniciar neste universo pela primeira vez, terá à disposição uma pequena resenha histórica para entrar no contexto do jogo. Nós damos uma ajuda. A mansão Croft foi consumida por um misterioso incêndio e Lara, para além de investigar o que se passou, irá ainda procurar a sua mãe, tendo a informação que ela poderá estar no reino de Avalon. Neste momento o leitor deverá estar a pensar, “mas onde é que já ouvi falar deste reino de Avalon?” Se está a pensar que é o mesmo do rei Artur, então acertou na mouche. Mas há mais. Lara irá ainda em busca de relíquias que pertenceram aos vikings, em particular de Thor, o grande deus nórdico. Pelo meio, as habituais dificuldades, que vão desde a temível Natla, a animais pré-históricos ou em extinção.

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Revelada um pouco da história, vejamos o que se destaca nesta nova versão das aventuras de Lara Croft. A nível gráfico estamos perante uma evolução significativa, com cenários que parecem quase reais. Lara viaja de Inglaterra para o Nepal, passando por muitas outras localizações, sempre com um nível de detalhes elevados, com particular destaque para os templos antigos e para a utilização de diversos objectos espalhados pelos vários ambientes.

A jogabilidade mantém-se um dos grandes pontos positivos do jogo. Nesta versão para PS3, Lara está mais ágil do que nunca, tem várias opções para enfrentar os inimigos, que vão desde a luta corpo-a-corpo até à utilização de duas armas em simultâneo. Os enigmas continuam a preencher a acção, agora em cenários gigantescos, em que um mapa em 3D acaba por ser uma excelente ajuda.

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Apesar de todos os predicados já citados, este “Tomb Raider: Underworld” não está livre de alguns problemas técnicos e de uma necessidade de melhoria para a próxima aventura. A câmara continua a sofrer de alguns tiques nervosos, vimos Lara atravessar inimigos como se eles fossem fantasmas e a IA dos inimigos é desesperante. Como resultado, o jogo acaba mais depressa do que o desejável e com a sensação que vai existir uma continuação ficando, mais uma vez, adiada a conclusão da misteriosa vida desta rapariga de calções justos e com medidas 86-60-96.

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