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The Lord of the Rings Conquest: Regresso à Terra Média Janeiro 20, 2009

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Os três extraordinários filmes de Peter Jackson foram os grandes responsáveis pelo culto que ainda existe pelo “Senhor dos Anéis”. Nos vídeojgos começa a atingir uma expressão cada vez maior, principalmente com títulos virados para a vertente on-line, que captam milhares de adeptos em todo o mundo. É o caso deste “The Lord of the Rings: Conquest”, que tem no modo multiplayer a sua principal virtude.

Ao contrário de outros títulos sobre a saga de Tolkien, este não traz nada de novo à história, nem levanta segredos que tenham ficado escondidos nos filmes. Aqui, pura e simplesmente, luta-se. E muito. De um lado, a Irmandade do Anel procura proteger Frodo e o Anel, tendo este sempre a espinhosa missão de o destruir. Do outro lado, e se o jogador optar por jogar com as forças do mal, Sauron consegue os seus intentos de impedir Frodo de destruir o Anel. Estas são as histórias e as facções que surgem no modo campanha.

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Quem se lembrar de “Star Wars: Battlefront”, vai certamente reconhecer a mecânica de jogo de “The Lord of the Rings: Conquest”. Existem dois exércitos em confronto, mas o jogador vai controlando uma personagem de cada vez, variando de classes. Existem arqueiros, magos, anões e por aí fora, sendo que cada um tem uma especialidade muito particular, principalmente no que se refere aos talentos de combate. Escolhida a classe, vamos de peito feito para as batalhas. Agora, lembram-se daqueles cenários gigantescos, pejados de criaturas estranhas e lutas até à morte? É o que vão encontrar neste jogo. Contudo, é preciso alguma contenção na forma como se ataca. Sabemos que os Orcs não primam pela inteligência, logo são os mais fáceis de derrotar. Mas, se apanhamos um Troll pela frente, apesar de pouco inteligentes, podem derrotar a nossa personagem só com um golpe. Outras criaturas difíceis de derrotar são os olifontes, o monstruoso Balrog e os terríveis Nazgul, com as suas bestas aladas. Pelo meio, para além de muitos combates, será pedido ao jogador que tome outro tipo de acções, de modo a concluir as missões. Uma espécie de pausa para descansar dos extenuantes combates.

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A nível gráfico, “The Lord of the Rings: Conquest” está extremamente convincente. Cenários conhecidos, como as Minas Tirith, Isengard ou os campos de Pelennor estão quase perfeitos em cores e detalhes, enquanto a caracterização das personagens é quase uma cópia fiel do mundo criado por Peter Jackson no cinema. Mesmo com centenas de inimigos espalhados pelos campos de batalha, o motor gráfico mantém-se sempre em grande forma. Também a banda sonora continua a ser épica, ou não tivéssemos perante um combate de sobrevivência do Bem sobre o Mal. E vice-versa.

Por fim, o modo multiplayer. Há para todos os gostos. Pode juntar-se 16 combatentes em simultâneo e escolher vários modos de jogo, como o Ringbearer, o Stronghold e, claro, o Conquest, com dois exércitos à bulha até ao último homem ou criatura ficar de pé. A não perder, este regresso à Terra Média.

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