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Killzone 2: Matar ou morrer Fevereiro 3, 2009

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Quando em Novembro de 2006 surgiu “Killzone: Liberation”, nada fazia prever que a série poderia tornar-se numa espécie de mito dos FPSs para a PS3. A qualidade deixou todos de boca aberta, reunindo uma boa história, com uma excelente jogabilidade, excelentes gráficos e um modo multiplayer a funcionar na perfeição. As expectativas para a sequela eram grandes. Durante muito tempo, falou-se num jogo capaz de estar no topo dos melhores de 2009, de ser o “Halo” da PS3, e por aí fora. Depois de ter jogado “Killzone 2”, podemos afirmar que o jogo é tudo o que atrás foi dito e muito mais.

A história de “Killzone 2” começa dois depois dos Helghast terem sido corridos do planeta Vekta, uma das colónias da Terra. O herói da altura, Jan Templar, é agora o comandante da frota da Interplanetary Strategic Alliance (ISA) e o único capaz de levar adiante a missão mais temível de sempre: invadir o planeta Helghan e capturar o líder dos Helghast, Scolar Visari, uma espécie de Hitler galáctico. Contudo, Templar não poderá esquecer que o inimigo possui armas nucleares, capturadas no planeta Vekta, e envia o Alpha Squad para esta missão de risco. É aqui que entramos em jogo, na pele de Tomas “Sev” Sevchenko (não confundir com o futebolista…), ajudado por Rico, Garza e Natko.

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Contada a história, vamos aos aspectos técnicos. A elogiada jogabilidade dos anteriores títulos mantém-se. A escolha da arma certa, no momento certo é a diferença entre morrer ou matar. Os Helghast, ao contrário de muitos FPSs, possuem inteligência suficiente para nos matar só com um tiro, logo é de aproveitar qualquer lugar para nos proteger. Se pensa que é só usar os manípulos analógicos para correr e desviar-se das balas, desengane-se. Aqui, há muita táctica a ser cumprida e é necessário muita cabecinha para avançar na história. Caso contrário, deixamos a zona de morte e vamos direitos ao cemitério.

Em termos gráficos, o melhor elogio que se pode fazer é que, por vezes, parece que fazemos parte de um filme de guerra. As cenas cinematográficas são espantosas, o cenário do planeta Helghast é tudo aquilo que esperávamos, ou seja, feio, destruído, sem cor. Numa palavra, inóspito. A renderização é das melhores, senão a melhor, que já se viu num jogo para a PS3. E nem as paragens que sucedem quando é carregado um nível retiram brilho ao jogo.

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Por fim, o modo multiplayer. Aqui, existe o único ponto que retira a pontuação total ao jogo, a ausência de um modo cooperativo. Contudo, o modo “Warzone” depressa nos faz esquecer a ausência do Cooperativo, pois permite entrar em combates assumindo um determinado posto (e existem sete à escolha) e cumprir objectivos. Ou seja, diferente dos habituais “deathmatch” em que basta atirar a matar e está feito. Assim, é possível conquistar pontos, para gastar no melhoramento da nossa unidade, algo que é sempre de elogiar. Outro ponto menos bom é o máximo de 32 jogadores on-line, quando já existem jogos a acolher 60 jogadores, como é o caso de “Resistance 2”.

Em suma, retirando algumas componentes menos boas no modo multiplayer, que podem ser corrigidas através de DLC, “Killzone 2” é quase perfeito e candidato a melhor jogo de 2009.

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