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Company of Heroes: Tales of Valor: Tácticas de guerra Abril 28, 2009

Posted by nunomachado in Análises, PC.
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Quando a Relic apresentou ao mundo “Company of Heroes”, nunca pensou angariar uma legião de fãs tão grande. Ainda por cima, numa época em que os RTS (jogos de estratégia em tempo real) estavam a perder popularidade junto dos “gamers”. Felizmente, a Relic não se assustou com este contexto desfavorável e avançou para um dos melhores RTS sobre a II Guerra Mundial alguma vez produzido. Em 2007, surgiu a primeira expansão, “Opposing Fronts”, dando a possibilidade de jogar duas novas campanhas e acrescentando algumas novidades ao título original. Utilizando a mesma receita, a Relic manteve o sucesso do jogo. Por fim, chega agora “Tales of Valor”, a segunda expansão que tem como primeira grande particularidade, não necessitar do jogo original para ser jogada.

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Mais do que contar a história do jogo, interessa aqui falar nas novidades introduzidas por esta expansão. Até porque, em termos narrativos, falamos da II Guerra Mundial e das grandes batalhas que se travaram e pouco mais. No modo singular, “Tales of Valor” apresenta três novas campanhas, “Causeway”, “Falaise Pocket” e “Tiger Ace”, carregadas de acção, explosões, novas armas e veículos e muitos detalhes tácticos. “Tiger Ace” irá colocar o jogador a comandar um tanque King Tiger, num cenário enorme, com diversas missões para serem cumpridas. Não basta disparar para tudo o que se mexe, é necessário ter em conta os objectivos da missão para que esta tenha sucesso. O jogador pode ainda fazer uso do “direct shot”, que permite o controlo independente de tanques, canhões, metralhadoras ou lança-chamas. Acreditem, quando se apoderarem do controlo de um lança-chamas os instintos incendiários de cada um virão ao de cima, tornando esta arma num objecto letal em grande escala.

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Se o modo singular não oferece grandes novidades em relação ao título original, o modo multiplayer já fez perder muito mais tempo a descobrir as novidades introduzidas. Quem gosta de combates de força bruta, o modo “Panzerkrieg” é a escolha óbvia. Cada jogador escolhe um blindado à sua medida e depois terá de completar uma série de missões num cenário único e, ao mesmo tempo, procura derrubar os adversários. Divertido e intenso. No modo “Invasion”, temos uma vertente cooperativa muito interessante, onde os jogadores se reúnem para efectuar a defesa de um local, enquanto a IA do computador carrega a toda a força sobre as nossas tropas. O modo “Assault” ocupou um pouco mais de horas, pois é possível controlar unidades com classes distintas de forma a tomar uma base inimiga e deu muito mais trabalho.

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Uma última palavra para a qualidade gráfica do título, com cenários a perder de vista, detalhes de grande qualidade dos veículos e unidades, as explosões convencem ajudadas pelo som e o jogo corre com muita fluidez, mesmo quando se juntam muitas unidades e veículos nos campos de batalha. Em suma, “Company of Heroes: Tales of Valor” é uma expansão que se aproxima muito mais de uma sequela, com excelentes novidades no modo multiplayer e um maior enfoque nos combates com unidades especializadas, como são o caso dos tanques de guerra.

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Comentários»

1. Vendetta Cheff - Agosto 25, 2009

Maravilha


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