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Bionic Commando: O braço mais forte Maio 26, 2009

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Os mais novos não se recordam, mas “Bionic Commando” não é um título que nasce na geração das novas consolas. O jogo já tem mais de 20 anos e surgiu no saudoso sistema “Nintendo”, uma consola ancestral da actual Wii. Na época, o jogo tornou-se um clássico, pela jogabilidade e carisma do herói. Demorou algum tempo até a Capcom, produtora do jogo, recuperar o título, mas valeu a pena. Já o ano passado, tinha surgido para download um remake do jogo original, intitulado “Bionic Commando Rearmed”. Agora, chega finalmente a continuação, com o mesmo nome do original, ou seja, “Bionic Commando”.

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Nathan Spencer (com a voz de Mike Patton, antigo vocalista dos Faith No More), regressa passados dez anos dos acontecimentos iniciais. Contudo, é condenado à morte por crimes que não cometeu e traído por aqueles que serviu fielmente. No dia em que vai ser executado, uma explosão nuclear destrói Ascension City, sem se conhecer os reais motivos e quem fez o ataque. Para lidar com esta situação, as autoridades só podem recorrer a Nathan Spencer para salvar a cidade.

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O protagonista do braço mecânico mantém o poder do braço, pois é capaz de agarrar e lançar um automóvel contra os inimigos. É através dele que se desloca pela cidade, qual Tarzan, utilizando o braço para se balançar entre os prédios. Numa espécie de introdução aos novatos do jogo, Nathan começa sem o braço e sem grandes habilidades. O jogador terá de colocar o braço e começar a adaptar-se, lentamente, aos movimentos e habilidades que ele lhe proporciona. Existe um grau de aprendizagem ao longo de toda a acção que vai subindo, conferindo maior interesse e emotividade à medida que história se desenvolve. Destaque para a forma como Nathan utiliza o braço com um chicote, ao estilo de Indiana Jones.

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O desenvolvimento do jogo é bastante simples. Nathan apenas se dedica a combater, utilizando o braço que poderá conter um arsenal de invejar. Como resultado, para além das armas e da força, pouco ou nada poderá deter este soldado biónico. Falta talvez um pouco mais de densidade às missões, pois os objectivos são demasiados parcos em novidades e limitam-se a informar Nathan que terá de eliminar um determinado número de inimigos ou um alvo. Contudo, ao completar os objectivos, o jogador está a ganhar pontos para adquiri novos equipamentos e melhor o poder de tiro.

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O aspecto visual mostra-nos algumas semelhanças com o original, mas apenas no ambiente em que Nathan se desloca. Não atinge níveis de excelência, mas é um jogo que agrada à primeira vista e flui normalmente. O herói é mais encorpado do que o original e apresenta um penteado mais actual, cheio de tranças. Também os cenários são variados e densos, mas pouco interactivos. No som, para além da voz de Nathan, de referir uma banda sonora adequada ao género de jogo, ou seja, muita explosão e sons de suspense.

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Uma última palavra para o modo online, com 16 mapas disponíveis e os habituais modos do género, com possibilidade de utilizar os jogos gravados da versão online de “Bionic Commando Rearmed”. Em suma, uma boa adaptação de um título antigo às consolas da nova geração, a pedir uma continuação ainda melhor em alguns aspectos, como os objectivos que vão surgindo durante a acção.

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