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Red Faction: Guerrilla: O mestre das explosões Julho 14, 2009

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Red Faction Guerrilla_capa

Ter uma data de lançamento muito perto do aguardado “Prototype” e do super popular “The Sims 3” levou a que “Red Faction: Guerrilla” tenha passado um pouco lado da comunidade de jogadores. Felizmente, não passou despercebido dos críticos, talvez eles o melhor veículo de divulgação deste jogo que merecia ter tido outra projecção.

A série “Red Faction” tem já alguma história na indústria dos videojogos, tendo surgido em 2001. A sequela seguiu-se um ano depois e, só após sete longos anos, surge este “Red Faction: Guerrilla”. O jogo tinha como maior novidade o motor GeoMod, que tinha como particularidade a destruição interactiva dos cenários por parte do jogador. Este motor de jogo está de regresso e, com o tempo, ficou como o vinho do Porto, ou seja, ainda melhor.

Red Faction Guerrilla_1

A história decorre no planeta Marte. Alec Mason, um especialista em demolições, encontra-se com o irmão, Dan, para desmontar estruturas abandonadas e recolher os destroços. Contudo, Dan é morto por uma força militar que controla o planeta, a Earth Defense Force, que assume que Alec pertence à Red Faction, organização que luta pela liberdade. Como da fama não se livrava, Alec resolve ter o proveito e junta-se à Red Faction para combater a EDF e cumprir um grande objectivo, libertar os seis sectores de Marte que estão sob controlo da EDF. É aqui que começa o fartar vilanagem, com dezenas de missões, onde a destruição é o objectivo final. Mas, não se pense que é destruir sem critério. Alec irá utilizar diversos meios para atingir os fins, mas sempre com um objectivo definido. Cada sector é dominado na totalidade pela EDF, sendo que Alec vai tentar diminuir a percentagem de controlo até ao zero. Para tal, irá cumprir missões principais e secundárias. As primeiras traduzem-se em destruições de edifícios da EDF, defender posições ou capturar e recuperar informações vitais, com o objectivo de ir reduzindo o poder da EDF no sector. As missões secundárias, Guerrilla Actions, não produzem influência na história, até porque não são obrigatórias, mas são extremamente inovadoras e divertidas. Passam, sobretudo, por condução de veículos, destruição de edifícios da EDF, resgate de reféns, destruição total de tudo o que mexe e não mexe, ou missões de destruição com estratégias a seguir.

Red Faction Guerrilla_2

Esta mecânica de jogo é ainda abrilhantada pelo Savage, destroços recolhidos em Marte e muito valiosos. São eles que permitem adquirir novas armas e melhorias do arsenal e poder de destruição. Existe ainda uma vertente psicológica a explorar, em que as acções de sucesso do jogador levam a uma melhoria do moral da população, enquanto se, por engano, o jogador matar algum membro da Guerrilla, a moral desce.

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A qualidade gráfica teria de ser um elemento fundamental, ou não se estivesse a falar de um jogo com cenários altamente destrutíveis. Para além da variedade e qualidade das texturas, as animações são fabulosas, principalmente as que estão relacionadas com as explosões. Tudo bem acompanhado de uma banda sonora que deixa o jogador agarrado ao comando a pedir por mais e mais explosões.

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“Red Faction: Guerrilla” não termina na campanha a solo, pois existe um modo multiplayer variado, com modos para todos os gostos, destacando-se o Demolition, com uma equipa a tentar destruir algo e outra a defender, trocando depois os papéis. Existem ainda packs espalhados pelo cenário que fornecem habilidades extras e muito mais.

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Resumindo, “Red Faction: Guerrilla” é jogo para durar mais de 30 horas, no modo campanha, e um número inifinito no multiplayer. Só por isto, vale a pena jogar, mas também pelo divertimento, pela vontade de destruir, com resultados sempre imprevisíveis, e pela variedade de missões que oferece.

Red Faction Guerrilla_6

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