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Super Street Fighter IV – Revisto e melhorado Maio 27, 2010

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Há cerca de um ano, a Capcom deu um “doce” aos fãs dos jogos de luta que se denominava “Street Fighter IV”. A série, já com longo historial no mundo dos videojogos, atingia o seu expoente máximo com esta sequela, a melhor de sempre. Passado pouco mais de um ano, a Capcom pega na mesma receita, acrescenta-lhe alguns ingredientes e mostra a sua nova oferta para jogos de luta. “Super Street Fighter IV” é mais do que uma actualização. É um título completamente revisto e que merece figurar na prateleira de jogos lá de casa.

A essência do jogo mantém-se e ainda bem. O que significa que existem dezenas de lutadores à escolha, opta-se pelo que mais agrada e aperta-se botões e roda-se manípulos. É um fartote de pancadaria em ambientes 3D e movimentos em 2D. As novidades começam logo no aspecto gráfico. Um novo vídeo de abertura, menus renovados e ambientes com grafismos mais apurados. Existem alguns cenários novos, como uma cidade indiana ou a savana africana, cuidadosamente trabalhados, com vários detalhes, como um eclipse solar durante um combate.

Outra novidade está no menu de escolha dos lutadores. Não é engano, nem está errado. Todos os personagens estão desbloqueados, incluindo o supra-sumo Seth. Por outro lado, foram incluídos novos lutadores provenientes de outras edições da série, como são o caso de T.Hawk e DeeJay, de “Super Street Fighter II”; Ibuki, Makoto e Dudley, de “Street Fighter III”; e Adon, Cody e Guy de “Street Fighter Alpha”. Todos os nomes que estavam presentes na última edição, também podem ser encontrados nesta versão “Super” de “Street Fighter IV”. Por fim, dois nomes completamente novos na saga, Juri, com uma elasticidade invejável, e Hakan, possuidor de mãos descomunais.

Se anteriormente, existia um certo desequilíbrio entre as personagens, alguns extremamente fortes, outros nem por isso, agora tudo está mais equilibrado. Mesmo o grande Seth perdeu algum fulgor, enquanto lutadores mais modestos subiram de forma e dão agora mais luta. Quantos aos nomes mais recentes, destaque negativo para DeeJay que, tal como o nome indica, devia dedicar-se mais à música e menos à luta. Outra novidade está na escolha dos “Ultra Moves”. Quando é seleccionado um lutador, o jogador terá de escolher um dos “Ultra Moves” disponíveis antes de partir para o combate. Estes movimentos acabam por ser essenciais, principalmente quando a escolha recai por um lutador mais fraco.

 

Também nos modos a Capcom resolveu mudar um pouco. No Arcade, voltam os níveis de dificuldade e as fases de bónus, que já estiveram presentes em “Street Fighter II”, enquanto as histórias das personagens têm novos finais. Já o modo Challenge apresenta três opções, duas fases bónus e o Trial. Este último é um pouco estranho, pois supostamente deveria estar destinado a quem nunca andou nestas andanças da pancadaria. Contudo, apresenta um grau de dificuldade elevado, pois obriga os jogadores a efectuarem combos algo complicados e nada de acordo com a experiência que um iniciante possui. Por fim, a Capcom resolveu não incluir nesta edição os modos Time Trial e Survival, mas em compensação inclui duas novidades no modo online. O Endless Battle é uma espécie de “roda bota fora”, ou seja, são grupos de oito jogadores, o que vence fica, o que perde vai para o fim da fila e espera pela sua vez para defrontar o que estiver na frente da fila quando chegar a sua vez. Já o Team Battle, divide oito jogadores em duas equipas de quatro. Um jogador de cada equipa digladiam-se, e o que vence enfrenta outro elemento da equipa perdedora e assim sucessivamente. Em ambos os modos, quem fica de fora pode assistir aos combates que estão a decorrer e pode ser que aprenda alguma coisa para uma futura oportunidade.

Resumindo, pela lista de novidades aqui enumerada, “Super Street Fighter IV” é muitos mais do que uma simples actualização. É um jogo completamente revisto e melhorado, o que nem sempre acontece com as habituais actualizações. Existem mais personagens, mais cenários, melhor qualidade gráfica, balanceamento entre lutadores mais equilibrado e novos modos. Vale mesmo a pena voltar à arena e descarregar o stress diário no comando da consola.

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