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Assassin’s Creed: Brotherhood – Sede de vingança Dezembro 22, 2010

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Quando surgiu “Assassin’s Creed II” as críticas foram unânimes, estávamos perante um grande jogo, com uma história cativante, gráficos espantosos e uma jogabilidade única. “Assassin’s Creed: Brotherhood” continua na senda do êxito, refinando ainda mais a qualidade do antecessor.

A história começa precisamente onde acaba “Assassin’s Creed II”. Ézio Auditore da Firenze, o nome pomposo deste herói, descobre que se os Cavaleiros Templários capturarem as “Peças do Éden”, o mundo fica ameaçado. Mas, tudo isto é vivenciado por Desmond Miles, o personagem que vive no ano de 2012, mas que toma conhecimento deste terrível segredo. Quando a sua aldeia é destruída pela família Bórgia, Ézio parte para Roma em busca de vingança. Lá encontra um ambiente toldado pelo medo imposto pela família Bórgia. Será ele que vai liderar a revolta contra os Bórgia, angariando cada vez mais unidades para a sua causa, acabando por ressurgir aqueles que sempre foram os seus “irmãos”, a “Irmandade dos Assassinos”.

Como se pode ver, o fio condutor do jogo é uma narrativa cativante, onde a pouco e pouco, a vingança vai tomando forma e dá origem a um sistema de jogo aliciante. Ézio mostra que as suas aptidões vão além do manejar da espada. Ele pode convocar os seus “assassinos” para atacar um adversário em qualquer parte da Europa ou mesmo da Ásia. Por outro lado, o novo sistema de ataque permite arrumar com um conjunto de soldados por inteiro. É novo combo que leva a uma espécie de assassino em série com a espada de Ézio.

A cidade de Roma está espectacularmente desenhada, com um ambiente fantástico da época de 1500. É nela que Ézio vagueia, conquista terreno, domina o comércio e monumentos. Tudo pode dar dinheiro, que depois é armazenado no banco e pode ser utilizado para adquirir novas armas e habilidades. É também em Roma que existem inúmeros enigmas por resolver, locais para explorar e muitas outras missões variadas.

Uma palavra ainda para o modo multiplayer, onde é possível juntar oito jogadores, que podem fazer evoluir as suas personagens que podem conquistar mais habilidades, como disfarces, habilidades físicas, entre outras.

Em resumo, “Assassin’s Creed: Brotherhood” é um dos melhores, senão o melhor jogo de acção do ano. Excelentes gráficos, uma história cativante ligada à jogabilidade e uma personagem carismática fazem deste jogo um título indispensável em qualquer prateleira.

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