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Bulletstorm – Divertido e violento Março 9, 2011

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Os ecos de um FPS com novidades na jogabilidade fez recair em “Bulletstorm” algumas expectativas. Após os primeiros momentos elas são completamente fundamentadas, com um jogo que se ama ou se odeia. Antes de mais, existe aqui uma clara influência de “Gears of War” ou não fosse Cliff Bleszinski, uma das mentes criativas da saga, um dos responsáveis pelo design de “Bulletstorm”. No entanto, apesar de algumas similaridades, este título consegue diferenciar-se dos restantes FPS’s pelo sistema de “skillshots” que, na prática, é procurar ter a maior dose de imaginação para acabar com um inimigo.

A traição é o mote para a história do jogo, onde o jogador veste a pele de Grayson Hunt, o líder com mau feitio de um conjunto de soldados que foram traídos pelo General Serrano. Posto isto, começa a rebaldaria de mortes e violência, muitas vezes, gratuita, mas é aqui que está a essência do jogo. Se não fosse o sistema de “skillshots”, este seria um FPS banal. Com este sistema é diversão pura e dura. Existem mais de cem formas de eliminar inimigos, distribuídas pelo vasto arsenal disponível e por objectos espalhados pelos cenários. Utilizar este sistema vai ao mesmo tempo facilitar a eliminação em massa de vilões, para além de permitir desbloquear novas armas e novas formas de acabar com os inimigos.

Convém referir que a violência em excesso está quase sempre presente quando se utiliza as “skillshots”, atingindo o pico quando se corta o adversário ao meio. Isto significa que nem todos vão ter estômago para este jogo, ou pelo menos, para utilizarem todos os recursos que “Bulletstorm” coloca à disposição do jogador. A quantidade de armas impressiona, apesar de muitas serem já conhecidas dos adeptos dos FPS´s, mas existem outras que estreiam neste jogo, muito por culpa da imaginação dos produtores da People Can Fly.

Visualmente, “Bulletstorm” está acima da média. Os cenários, tal como em tudo no jogo, são exagerados nas cores e nos detalhes nos cenários. A quantidade de “skillshots” espalhadas pelos diversos ambientes, leva à exploração e a uma sensação de bem-estar em todos os cenários.

Como o modo campanha é curto, perto de seis horas, a People Can Fly introduziu alguns mimos como o modo Echoes, onde se procura bater pontuações, ou o modo multiplayer, onde quatro jogadores podem unir esforços para enfrentar a quantidade enorme de gigantes, monstros e outros tais vão surgindo. Resumindo, “Bulletstorm” é mesmo uma pedrada no charco no género dos FPS’s, com o sistema de “skillshots” a conferir uma jogabilidade diferente e divertida, apesar dos excessos de violência do jogo.

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