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Total War: Shogun 2 – Na época dos samurais Abril 26, 2011

Posted by nunomachado in Análises, PC.
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A série “Total War” continua a ser um exemplo na arte de bem fazer videojogos. Tudo é bom, desde o aspecto gráfico à jogabilidade, passando pelas horas de divertimento que proporciona. Os responsáveis da The Creative Assembly conseguiram criar um dos melhores jogos da série, regressando às origens, ao Japão feudal.


Honra, família, guerra são alguns dos ingredientes do modo campanha. Aqui, o grande objectivo do jogador é chegar a Shogun, uma espécie governador sob as ordens do Imperador. Para atingir este posto, é necessário conquistar territórios, ou seja, as províncias japonesas que estão carregadas de recursos necessárias à manutenção das forças militares. Por outro lado, existem relações comerciais que devem ser asseguradas, populações que se devem manter satisfeitas, relações diplomáticas a efectuar. Enfim, muito há para gerir neste jogo. Para ajudar à festa, eis que a vertente militar é toda ela um jogo quase à parte.


Existe uma vertente RPG muito interessante que serve para desenvolver algumas das unidades, como Generais, em que os pontos de experiência servem para conferir habilidades por outras unidades. Existe a possibilidade de simular as batalhas, mas é muito mais interessante comandar as tropas no terreno, mas sempre com estratégia bem definida. Existem centenas de homens para serem comandados, tácticas militares a delinear e estudar bem os terrenos das batalhas. Existem locais estratégicos que conferem bónus quando são conquistados, algo que também acontece na vertente multiplayer. Outra vertente interessante são os combates navais, associados à protecção das rotas navais comerciais e o transporte de tropas para territórios de combate.


Se o jogo já tinha uma duração quase interminável no modo campanha, eis que o modo multiplayer é quase um jogo novo. Além do habitual modo de campanha multiplayer, existe um modo Avatar, onde se pode personalizar quase tudo, desde as roupas do clã escolhido até às unidades. A progressão é feita através da conquista das províncias vizinhas, implicando sempre uma batalha contra outro jogador ou uma batalha em equipa.


No aspecto gráfico, “Total War: Shogun 2” é um espectáculo visual como há poucos nos videojogos. O mapa do jogo reproduz fielmente o Japão do século XVI, com pormenores deliciosos dos edifícios e fortificações. As diversas estações do ano estão representadas na perfeição, com destaque para a acção durante o inverno e os combates na neve. A banda sonora acompanha o espectáculo visual, ajudando a criar um ambiente fiel do Japão feudal. Mesmo sem ser um adepto de jogos de estratégia em tempo real, “Total War: Shogun 2” é um jogo que deve figurar em qualquer prateleira de videojogos. Tem um aspecto gráfico assombroso, uma jogabilidade muito boa, uma relação combate/gestão única e um modo multiplayer de grande qualidade. Como já se supunha, é o melhor RTS do ano e um dos melhores de sempre.

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