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Captain America: Super Soldier – Herói de uma nação Julho 27, 2011

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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É tão certo como o Natal ser em Dezembro. Chega o Verão e lá vêm os grandes “blockbusters” do cinema. Grandes produções, cheias de efeitos especiais, histórias simples e a expectativa de grandes receitas de bilheteira. O problema é que atrás destes filmes vêm, por norma, videojogos associados e onde a qualidade deixa muito a desejar. Este Verão então, tem sido um manancial para as editoras e um desastre para os jogadores que ainda vão no engodo das grandes máquinas de marketing que promovem estes filmes e jogos.

“Captain America: Super Soldier” nasce neste contexto e confirma o que atrás é dito. Existem boas ideias para o jogo, mas a falta de tempo para uma produção de qualidade deitam tudo por terra. Como é óbvio o jogador assume o papel do Capitão América que procura derrotar Hydra, uma organização criminosa que se esconde no castelo do Baron Zemo’s Bavarian. Terá ainda que contrariar a ideia megalómana de Armim Zola, um cientista que quer criar uma raça suprema, e enfrentar o seu mais complicado inimigo, a Caveira Vermelha. Tudo no ambiente da II Guerra Mundial.

O melhor do jogo é mesmo os combates. Além dos dotes físicos do herói que lhes permitem socos e pontapés poderosos, o famoso escudo tem uma utilidade que ultrapassa o sentido estético. Serve para defesa a ataques e proteger de um disparo de uma arma, entre outras utilidades.  Ao mesmo tempo, a agilidade do Capitão América permite avançar nos cenários com grande facilidade. Tudo somado, há pontos de experiência que vão sendo atribuídos, que vão servir para melhorar os atributos da personagem.

E pronto, quanto à mecânica de jogo pouco mais há a dizer. Tudo porque não existe um modo on-line, o que limita em muito a sua longevidade. O aspecto gráfico apresenta algum cuidado na sua produção, mas o motor de jogo emperra em algumas situações, o que não chega para atrapalhar nas alturas mais críticas. O destaque vai para uma boa recriação dos cenários da guerra iniciada por Hitler. Já o som é sofrível, principalmente os diálogos.

“Captain America: Super Soldier” não é dos piores jogos a nascerem de filmes. Os combates são divertidos e tem um visual cuidado. Mas só isto é pouco para um videojogo. Faltam modos, uma história mais atractiva e uma maior longevidade.

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