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Os bastidores de Uncharted: Golden Abyss Janeiro 21, 2012

Posted by nunomachado in Notícias, Vídeos.
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A série Uncharted estabeleceu-se como uma das mais empolgantes experiências de gaming cinematográfico alguma vez feitas. Um dos pontos-chave para que isto tivesse acontecido é a captura de voz e desempenho que dá vida a Nathan Drake e às outras personagens do mundo Uncharted.

A captura de movimentos em Uncharted: Golden Abyss percorreu um longo caminho desde o original Uncharted: Drake’s Fortune. Vejam como é gravado actualmente o desempenho dos actores de Uncharted – bem como o resultado final que é visível no jogo propriamente dito.

Uncharted: Golden Abyss é um dos títulos mais aguardados para o lançamento da PS Vita a 22 de Fevereiro.

Remar fora de água! Ou como se faz uma cena de Uncharted: Golden Abyss!

Agora já com água e com Nathan Drake

PS Vita já tem trailer em português Janeiro 20, 2012

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Falta pouco mais de um mês para o lançamento da PlayStation®Vita em Portugal, bem como na Europa e na América, e já está disponível em Português o trailer que mostra as principais funcionalidades da consola e alguns dos grandes jogos que estarão à venda a partir de 22 de Fevereiro.

A PS Vita oferece entretenimento ilimitado em qualquer altura e em qualquer lugar, graças a um conjunto único de funcionalidades – incluindo o ecrã táctil OLED de 5 polegadas, painel táctil traseiro, dois sticks analógicos, sensores de movimento, duas câmaras, um interface de utilizador revolucionário e suporte Wi-Fi e 3G adicional.

Resident Evil 6 confirmado Janeiro 20, 2012

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A Capcom confirmou o lançamento de “Resident Evil 6″ para 20 de Novembro deste ano, para Xbox 360 e PS3. Passaram-se 10 anos desde o incidente em Raccoon City e o Presidente dos EUA resolveu contar a verdade que esteve na origem dos acontecimentos. No entanto, os bioterroristas voltam a atacar e Leon S. Kennedy terá de tomar decisões complicadas. Ao mesmo tempo, na China, Chris Redfield lida com outra ameaça bioterrorista, e terá de unir forças com Leon para combater este ataque sem precedentes.

Pela primeira vez, Leon e Chris unem esforços e só este facto é suficiente para abrir o apetite para “Resident Evil 6″. Mas existem novas personagens, diversas localizações, enfim um novo Resident Evil que promete ser o melhor de sempre.

Hiroyuki Kobayashi, Executive Producer de “Resident Evil 6″explica o que pretende com este novo título, “desde o início a intenção da equipa foi criar uma experiência que proporciona uma história emocionante,acção tensa single-player e co-op tudo num cenário de constante horror. Chamamos a isto horror dramático de fusão e estamos confiantes que vai agradar aos fãs da série, bem como aos novatos.”

 

Street Fighter X Tekken – Novas imagens e video Janeiro 20, 2012

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Chega a 9 de Março à Europa um dos jogos de luta mais aguardados do ano, “Street Fighter X Tekken”. A Capcom anunciou mais seis personagens novas: Balrog, Juri e Vega, no lado Street Fighter, e Paul, Law e Xiaoyu, para a equipa Tekken. Os produtores prometem um alinhamento de personagens invejável e como nunca se viu num jogo de luta, para além da introdução de uma nova mecânica de jogo. Até lá, aqui ficam algumas imagens novas e um vídeo!

 

 

Katy Perry junta-se aos Sims! Janeiro 18, 2012

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Uma das mais espetaculares séries de jogos de todos os tempos***, Os Sims, vai contar com uma extensa e exclusiva colaboração de uma das maiores estrelas da música pop da atualidade: Katy Perry. A parceria, que se inicia em março de 2012 com o lançamento da Edição de Colecionador Os Sims 3 Showtime (disponível para pré-reserva a partir de hoje), marca o início de um projeto mais alargado que inclui o desenvolvimento de uma diversidade de jogos da série Os Sims, com conteúdos especiais e objetos virtuais em torno do tema Katy Perry. A estrela pop vai ainda colaborar com a Electronic Arts em campanhas de marketing e publicidade da marca.

 “O dia de hoje assinala o início da mais integrada e excitante colaboração com qualquer artista na história de Os Sims”, afirmou Steve Schnur, Executivo Global de Música para a EA, acrescentando “há anos que a Katy Perry é fã de Os Sims, e a sua gravação em Simlish do seu sucesso ‘Hot and Cold’ para a série Os Sims 2 tornou-se rapidamente no mais popular vídeo musical em Simlish até hoje. Não podíamos estar mais entusiasmados por trabalhar com a Katy e oferecer o seu talento, estilo e personalidade especiais, aos fãs da série do mundo inteiro. Nenhum outro artista poderia representar melhor o humor e a diversão da marca Os Sims.”

“Adoro a forma como podemos jogar histórias diferentes através dos nossos personagens Sims – dando-lhes diferentes carreiras e vendo-os ter sucesso”, afirmou Katy Perry. “É fantástico ver as atuações em palco de Os Sims em Os Sims 3 Showtime, serem tão parecidas com a minha em California Dreams Tour – até lá estão os ecrãs de vídeo de algodão doce! Sempre gostei de pensar em mim como um desenho animado, e agora efetivamente… sou um Sim!” reforçou ainda a famosa artista.

Novo DLC para Disney Universe Janeiro 17, 2012

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Já está disponível para download o novo pack para Disney Universe. “Jungle Book Costume Pack” é o mais recente DLC para este jogo e já está disponível para download na PlayStation Network. Inspirado pelas histórias da criança selvagem Mogli, presentes no Livro da Selva, do escritor inglês Rudyard Kipling, os jogadores podem defrontar os seus amigos utilizando cinco novos disfarces, incluindo o independente rapaz-lobo, Mogli; o tigre feroz, Shere Khan; o barulhento Rei Louie, a pantera negra Baguera e o adorável Elefante Bebé.

Disney Universe já está disponível para a PlayStation 3 e oferece uma experiência de ação frenética multijogador para quatro pessoas que apela a jogadores de todas as idades. O jogo contém 45 disfarces clássicos e contemporâneos de personagens icónicas de filmes como WALL•E,Monsters, Inc., Alice in Wonderland de Tim Burton, Pirates of the Caribbean e ainda os clássicos The Lion King e Aladdin.

Gran Turismo 5 – Novo DLC a 18 de Janeiro Janeiro 17, 2012

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Na sequência dos lançamentos de outubro e dezembro passados, para Gran Turismo 5, o lançamento de janeiro vai incluir um pack de carros e um novo circuito de teste oval.

O Pack de Carros 3 vai conter seis espantosos novos carros, incluindo: Lamborghini Aventador, Jaguar XJR9, Aston Martin V12 Vantage 2011, VW 1200 1966, Mini Countryman S 2011 e Nissan Leaf. O pack terá o valor de €5.99.

Pack Teste de Velocidade contém um novo circuito de teste oval, especial, com um modo de análise de desempenho. O novo circuito é um terreno de prova, onde os jogadores poderão levar os seus veículos e testá-los, comparando estatísticas e dados entre os veículos da sua garagem. Terá o valor de €4.99.

Star Wars: The Old Republic – Primeiro DLC disponível amanhã Janeiro 17, 2012

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Apenas um mês depois do lançamento de um dos maiores sucessos mundiais de MMO (multi massive online game), que atingiu os níveis de subscrição mais elevados de sempre na história, a Electronic Arts, a BioWare e a LucasArts acabam de anunciar o lançamento da primeira atualização do jogo Star Wars: The Old Republic™.

Com lançamento marcado para amanhã, 17 de Janeiro de 2012, Rise of the Rakghouls vem introduzir novos conteúdos de grupo de alto nível ao jogo, nomeadamente adições de recursos e correção de bugs. Como parte do seu compromisso para com a comunidade de fãs e jogadores de Star Wars, a BioWare continuará a lançar, ao longo do ano, atualizações ao jogo. A próxima atualização está planeada para Março de 2012 e incluirá novos flashpointsoperationswarzones e novos sistemas de jogo.

“Há um mês atrás, quando iniciámos o programa de Acesso Antecipado ao jogo Star Wars: The Old Republic, prometemos aos nossos fãs que seria apenas o início da nossa viagem em conjunto”, afirmou o Dr. Greg Zeschuk, Administrador Geral da Unidade Comercial de MMOs da BioWare Label e Cofundador da BioWare, que acrescenta de seguida “Rise of the Rakghouls adiciona já muitas coisas que a nossa comunidade nos pediu – mais conteúdo de grupo para níveis mais elevados, funcionalidades como anti-aliasing, PvP bracketing e muito mais. No futuro, as atualizações ao jogo serão ainda mais substanciais, pois prometemos continuar a desenvolver não só The Old Republic, mas também a melhorar e a aperfeiçoar a experiência com o Legacy System e com as novas funcionalidades Guild”.

Anno 2070 – À beira do fim Janeiro 15, 2012

Posted by nunomachado in Análises, PC.
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As preocupações ambientais chegaram aos videojogos. “Anno 2070” mostra-nos uma Terra completamente mergulhada num caos ambiental, precisamente no ano referenciado no título do jogo. O aquecimento global que hoje tanto é discutido levou ao aumento do nível da água do mar e mudou a face do nosso planeta. O papel do jogador será o de um conciliador entre as várias facções que se criaram e que disputam agora o poder no meio desta crise. O objectivo final é salvar a humanidade e rentabilizar da melhor forma possível os recursos que ainda existem.

Estamos perante um claro Real Time Strategy, com semelhanças dos saudosos “Sim City” ou “Civilization”, mas falta-lhe algumas nuances para atingir o sucesso e qualidade destes títulos. Os primeiros momentos em “Anno 2070” são os fundamentais para se amar ou odiar o jogo. E é precisa alguma dose de paciência para se gostar do jogo logo no início, pois a confusão é muita. Os menus oferecem tantas funcionalidades que nem se sabe muito bem por onde começar, o que fazer, quais as prioridades, enfim muita informação não significa boa informação.

Se na maioria dos RTS as unidades desempenham um papel fundamental no desenvolvimento do jogo, em “Anno 2070” são as construções o mais importante. Quando se chega a um local para colonizar explorar recursos, a construção de infra-estruturas ganha especial importância, pois são estas que vão ser fundamentais para o desenvolvimento da colónia e vão estar interligadas. O problema é que esta interligação não é tão clara como deveria ser e confunde o jogador. E nem a espécie de tutorial que o jogo possui ajuda muito e só está disponível em inglês. Também muitas das missões são pouco esclarecedoras quanto aos objectivos, o que torna frustrante todas as iniciativas do jogador para as completar quando não se sabe muito bem o que se tem de fazer. Resumindo, falta um bom tutorial que guie o jogador no meio do emaranhado de acções que tem de produzir.

“Anno 2070” dispõe de três modos de jogo. A campanha, como habitual, leva o jogador até uma linha narrativa e vai seguindo essa história até ao fim, cumprindo os objectivos que se vão sucedendo. As missões individuais são semelhantes ao modo campanha, com a diferença em que se escolhe apenas uma missão e uma colónia e cumprem-se os objectivos que surgem. Por fim, o modo Contínuo tem como principal característica não ter fim, ou seja, o jogador vai levando a sua colónia até onde quiser, sem ter um objectivo final que o leve a terminar a acção. Existe ainda uma vertente online, mas que devido à complexidade do jogo e dos preparativos iniciais irá certamente afastar a maioria dos jogadores.

O aspecto gráfico não prima pela excelência, mas cumpre na íntegra os objectivos de um jogo que não tem grandes pretensões a este nível. Com as opções para tirar partido do máximo do visual do jogo, os cenários tornam-se agradáveis, com bastantes detalhes, variedade de construções, muita luz e cor. Já o som não aquece, nem arrefece, apenas ambienta, mas se não tivesse, também não se sentia a sua falta.

O princípio por detrás da produção de “Anno 2070” é bom, mas a execução final não foi a mais brilhante. O jogo é demasiado confuso, tem pouca acção e demora muito a “arrancar” e quando “arranca” a vontade de desistir já se instalou. Só mesmo para fãs de RTS e com muita paciência para construir e esperar.

Os 15 mais esperados de 2012 Janeiro 8, 2012

Posted by nunomachado in Notícias, Vídeos.
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Soulcalibur V

Dezassete anos após a história de “Soulcalibur IV”, regressam os lutadores de uma das séries de luta mais aclamada. Uma nova personagem e um sistema de luta mais evoluído são as principais novidades. Chega a 31 de Janeiro.

Final Fantasy XIII-2

A sequela de “Final Fantasy XII” faz parte do projecto “Fabula Nova Crystallis” promete ser um jogo visualmente espectacular. Os jogadores terão ainda oportunidade de rever cenários antigos, um novo sistema de combate e uma narrativa nova, mas com os mesmos protagonistas. Chega a 3 de Fevereiro.

Resident Evil Revelations

Situado historicamente entre as edições 4 e 5 de “Resident Evil”, o jogo regressa às origens da série. A sobrevivência é mais complicada, há mais para explorar e enigmas para resolver. O medo está de regresso! Chega a 7 de Fevereiro.

Twisted Metal

Produzido pelos estúdios do conhecido produtor David Jaffe, este exclusivo para a PS3 procura dar um novo fôlego à série. Luta entre vários tipos de veículos, com palhaços sinistros ao volante é o que o jogo tem para oferecer. Chega a 14 de Fevereiro.

Uncharted: Golden Abyss

Nathan Drake estreia-se nas consolas portáteis e logo na PSP Vita que muito promete. O jogo recorda eventos anteriores a “Uncharted: Drake’s Fortune” e uma jogabilidade baseada no ecrã táctil da Vita, bem como dos controlos “sixaxis”, com mistura de FPS, plataformas e enigmas. Chega a 22 de Fevereiro.

Mass Effect 3

Será que à terceira é de vez? O último episódio desta trilogia era para chegar no final de 2011, depois de ter sido adiado em 2010, mas parece que agora vai mesmo ver a luz do dia. Novidades dão muitas, como um novo sistema de combate, enquanto a história conta as aventuras do Comandante Sheppard após os eventos do DLC de “Mass Effect 2”, “Arrival”. Chega a 6 de Março.

 

Ninja Gaiden III

Drama à mistura com muita luta é o que se espera deste terceiro episódio da série “Ninja Gaiden”. Ryo Hayabusa surge numa cidade com traços europeus, sempre com vontade de desancar os adversários, com um sistema de combate renovado. Chega a 20 de Março.

Max Payne 3

Há muito que se espera a chegada do terceiro episódio de Max Payne. Passado 12 anos após o último capítulo, mostra uma personagem mais velha, mais cínica e a vaguear pelas favelas de São Paulo. Chega em Março.

Diablo III

Um dos jogos mais esperados dos últimos anos. Este nome mítico dos RPG’s traz a continuação da narrativa de “Diablo II: Lord of Destruction”, com cenários em 3D e destrutíveis, cinco classes disponíveis e muitos itens para recolher, sistema de progressão com novidades, bem como de evolução das personagens. Chega no primeiro trimestre de 2012.

Halo 4

Master Chief volta a assumir as rédeas da série “Halo”. Neste jogo que promete ser o início de uma nova trilogia, existe também mudança de produtora, com a 343 Industries a substituir a Bungie, mas a história faz a continuação de “Halo3”. Chega no último trimestre de 2012.

The Last Guardian

Esta aventura exclusiva para a PS3, promete muito. Com muitas semelhanças a títulos como “Ico” ou “Shadow of the Colossus”, é jogado na terceira pessoa, com um cheirinho de acção e muitos enigmas para resolver. Com um visual arrojado, promete ser uma surpresa. Sem data definida.

Tomb Raider

Lara Croft está de volta! Mas pouco tem a ver com os jogos antecessores. É uma espécie de reinício da série, com nova história, que marca o início de uma trilogia, novo visual de Lara Croft, maior enfase no sistema de combate e gráficos mais evoluídos. Sem data definida.

Borderlands 2

Novas personagens, introdução de um modo cooperativo e missões que vão influenciar o desfecho do jogo são algumas das novidades de “Borderlands 2”. Mas há mais, novas armas, uma moeda nova, o Eridium, e mais habilidades prometem um jogo espectacular. Sem data definida.

BioShock Infinite

A série ganha novo fôlego com o regresso à Irrational Games. Novo motor de jogo, cidade suspensa por balões, canários maiores, uma personagem feminina misteriosa, Elizabeth e muito mais. Sem data definida.

StarCraft II: Heart of the Swarm

Centrado nos Zerg, este é o segundo episódio da trilogia “Starcfartf II”. O jogo estava previsto para 2011, mas a Blizzard adiou para este ano uma das melhores sagas online de sempre. Sem data definida.

Os melhores de 2011 Dezembro 30, 2011

Posted by nunomachado in Notícias, Vídeos.
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Em período de balanço, e num ano carregado de grandes jogos, aqui ficam os melhores, por género, numa escolha sempre subjectiva, mas que procura ser o mais justa possível. Bom ano de 2012 e bons jogos!

Melhor FPS – Nesta categoria existiu uma disputa interessante entre “Call of Duty: Modern Warfare 3” e “Battlefield 3”, apesar de outros concorrentes de peso, como foi o caso de “Gears of War 3”. A vitória vai para a multipremiada e aclamada série “Call of Duty”. O ritmo frenético e o poderoso modo multiplayer continuam a divertir milhões de jogadores em todo o mundo e muitos esperam já ansiosamente a quarta edição da série.

Melhor jogo de Acção/Aventura – Aqui, podemos encontrar, na nossa opinião, o melhor jogo do ano. “Uncharted 3: Drake’s Deception” mantém toda a qualidade da série, com uma jogabilidade fantástica, uma narrativa cativante e gráficos estonteantes. Merecem clara referência, o espectacular “Batman: Arkham City”, o jogo de culto “Deus Ex: Human Revolution” e ““The Legend of Zelda: Skyward Sword”.

Melhor RPG – Num género que tem perdido força nos últimos anos, eis que uma das séries mais fortes de sempre mostra que ainda há muito para fazer nos RPG’s. “The Elder Scrolls V: Skyrim” vence a concorrência, pela sua grandiosidade, tanto em cenários, como em missões. Menções honrosas para “Dragon Age 2” e “Guild Wars 2”.

Melhor jogo de corridas – Mais uma categoria com um claro vencedor, “Forza Motorsport 4”, o exclusivo da Xbox 360, com uma variedade de carros e pistas extraordinária, para além de uma jogabilidade que agrada a todos, profissionais e rookies na condução virtual. Outros dois títulos que podem ficar no pódio de 2011, são “DiRT 3” e “Motorstorm: Apocalypse”, em que a poeira é o denominador comum, tal como a excelente jogabilidade.

Melhor jogo de plataformas – Sem grandes surpresas, Sackboy e sua trupe levam o título de melhor jogo de plataformas do ano. Para além da fraca concorrência, “LittleBigPlanet 2” continuou a destacar-se pela jogabilidade, pelo humor e pela quantidade e diversidade de acções que coloca aos jogadores. Uma palavra também para “Sonic Generations”, com o mítico ouriço azul a mostrar estar em grande forma.

Melhor jogo de desporto – Quase se podia nomear esta categoria, como melhor jogo de futebol, pois as séries “FIFA” e “PES” dividem as paixões dos fãs dos jogos de desporto. “FIFA 12” ganha claramente o título este ano, apesar dos bugs que muito divertiram milhões de entusiastas do futebol virtual. No entanto, o novo sistema de passes, defesa e contacto físico, revolucionou a experiência de jogar futebol nas consolas. Destaque ainda para “NBA 2K12” e para “NHL 12”.

Melhor RTS – A questão que se coloca é: será que os Real Time Strategy vão desaparecer? Cada vez existem menos títulos, mas felizmente ainda se produzem jogos como “Shogun 2: Total War”, claramente a referência do ano neste género. Outro nome que fica na memória é “Warhammer 40,000: Space Marine”.

Melhor jogo de luta – Também aqui existe um vencedor claro. “Fight Night Champion” destaca-se pelo realismo e qualidade gráfica. Existiu ainda o regresso, pela nona vez, de “Mortal Kombat”, e uma mistura explosiva de dois mundos que deu excelentes resultados, “Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds”.

Need For Speed: The Run – A grande corrida Dezembro 23, 2011

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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Em 1976 surgiu no cinema o filme “Cannonball!”, que nos falava de uma corrida ilegal, que atravessava os EUA, com carros de sonho e com uma única regra: quem chegasse em primeiro era o vencedor. “Need For Speed: The Run” traz de volta o imaginário para quem viu o filme, pois as premissas são muito idênticas.

No jogo, o papel principal pertence a Jack Rourke que se envolvido com uma mafia a quem deve dinheiro que não tem. Entra assim numa corrida ilegal que se disputa da Costa Oeste à Costa Leste dos EUA, com grandes carros, paisagens espectaculares e o habitual toque feminino. As intenções até são boas e o jogo até começa com o pé direito, mas depois derrapa na forma como a história é contada. A cena inicial, onde Jack está à beira de ser empalado com o seu carro numa sucateira abre o apetite. O pior é que depois, as cenas de ligação vão escasseando e as personagens são apresentados quase à força, sabendo-se muito pouco sobre elas.

Mas vamos ao que interessa, a condução. Aqui “Need For Speed: The Run” é um arcade puro e duro, não oferecendo grandes dificuldades de condução. A quantidade de carros licenciados é enorme, entre BMW, Ford, Porsche, Aston Martin, Nissan e muitos outros, com ausência da Ferrari. Existem diferenças mínimas na condução dos vários tipos de veículos, mas nada de extraordinário. Já os cenários por onde passa a corrida são de cortar a respiração. Montanhas, deserto, cidades, neve, chuva, há-de tudo um pouco. O Frostbite 2, o motor de jogo, mostra todas as suas potencialidades, com gráficos de grande qualidade, apesar de alguns circuitos nocturnos necessitarem de mais visibilidade.

O modo de progressão é feito por etapas, onde o jogador tem de ultrapassar diversas missões, que podem ser ganhar posições na corrida, bater o relógio derrotar rivais entre outras. Depois vem o já conhecido sistema Autolog que é alimentado com pontos de experiência, que servem para levar o jogador a outros níveis de condução e desbloquear conteúdos. Melhorias nos carros não é possível, mas é possível ir trocando de carro durante a corrida. Para tal, basta parar nas diversas estações de serviço espalhadas pelo percurso, mas que surgem sem aviso prévio. Resultado, é necessário fazer “Reset” para voltar atrás e entrar na estação de serviço. E é aqui que o jogo tira o jogador do sério. Os “loadings” que procedem cada inicio de corrida já não lembram a ninguém, com tempos de espera de quase um minuto! É convidar o jogador a desistir de jogar. A experiência melhora na vertente multiplayer, com vários desafios e uma experiência de corrida diferente, pois a IA do jogo também não peca qualidade.

“Need For Speed: The Run” vale pela qualidade gráfica, pela poderosa banda sonora, os carros licenciados e a jogabilidade arcade. Mas, a pouca exploração da história e os eternos “loadings”, que cortam o ritmo ao jogo, fazem rapidamente perder o interesse por esta edição da série NFS, quando tinha tudo para inovar e deixar marca nos jogos de corrida.

 

Saints Row: The Third – Maus rapazes Dezembro 11, 2011

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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É certo que não surge na melhor época do ano, onde se procura fazer o bem sem olhar a quem. Mas, “Saints Row: The Third” é daqueles jogos que venha quando vier, é sempre bem-vindo. Tudo porque é diferente de quase todos os títulos que estão no mercado e após os últimos meses a jogar FPS’s e jogos de futebol, nada como algo refrescante para variar.

Para quem não conhece a série, “Saints Row” é uma espécie de versão humorística da mítica série “Grand Theft Auto”. Aqui pouco ou nada faz sentido e o mais importante é a diversão. De história há pouco, até porque pouco conta nesta série. Ainda assim, o gangue Third Street Saints é o actual “dono” de Steelport, mas vê o seu domínio ameaçado pelo “The Syndicate”, uma organização com tipos muito maus e com cabeça o contada a história. Vamos agora ao que interessa, a mecânica de jogo. No imenso cenário à disposição do jogador muito há para fazer e tudo com qualidade apetecível. Há carros para assaltar, territórios para conquistar, modificar armas, enfim, um sem número de actividades pouco ortodoxas e que vai acordar o fora-da-lei que existe em cada um de nós. Quanto pior forem as acções praticadas, mais sobe o prestígio entre os “bad guys” da cidade.

O elo de ligação entre os vários elementos no mapa é o telemóvel. É com ele que se chamam reforços, se chega a outros pontos do mapa, ou entrar em missões. Estas são um pouco repetitivas, pois existe quase sempre tiros e explosões, o que leva o jogador a optar por circular mais livremente no cenário e fazer as maluquices que lhe der na cabeça e deixar as missões para segundo plano. Ainda assim, destaque para uma das missões onde o jogador entra num clube sado-masoquismo e terá de fazer o papel de submisso tal como veio ao mundo… Há ainda droga para traficar, pessoas para matar, entre outras actividades ilícitas, sempre com o objectivo de angariar dinheiro que depois serve para melhorar habilidades.

Existe também um pouco de vertente RPG, pois as personagens podem ser melhoradas. Ao ganharem mais habilidades é possível melhorar as potencialidades nos confrontos que vão surgindo a cada esquina. Destaque ainda para a caracterização dos protagonistas, quase todos saídos de um qualquer filme de gangsters.

Além da versão a solo, “Saints Row: The Third” permite juntar um amigo e partir para a maluquice. Existe um novo modo, Whored, uma espécie de um contra todos. Ao nível gráfico, esperava-se bem mais, principalmente porque este género exige muito do cenário onde se desenrola a acção. Steelport não é brilhante e fica a anos-luz do que se vê em GTA. Já a banda sonora é poderosa e a pedir, por favor, melhores gráficos para uma próxima oportunidade.

Em suma, “Saints Row: The Third” é arrojado no que oferece, mas pouco inovador no género. Consegue surpreender em algumas actividades que o jogador terá de efectuar, mas falha em não inovar no género e no aspecto gráfico. Mas não deixa de ser um belo divertimento.

 

Call of Duty: Modern Warfare 3 – Fórmula de sucesso Dezembro 2, 2011

Posted by nunomachado in Análises, PC.
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Há dois anos, muitos ficaram em pulgas para saber o que iria acontecer a John “Soap” MacTavish que, após uma alucinante perseguição de barco ficou às portas da morte após um confronto físico com um inimigo. Finalmente a espera terminou, pois “Call of Duty: Modern Warfare 3” já começou a deslindar o que se passou no episódio anterior. Para quem ainda não jogou ou teve acesso ao jogo, não vamos revelar muitos aspectos da história. Podemos dizer que personagens como o Capitão Price estão de volta, mas há novidades nas personagens jogáveis como é o caso de Derek “Frost” Westbrook ou o já conhecido Sandman. Há ainda Yuri, um russo que vai dar um jeito enorme para resolver este conflito. Sim, porque Vladimir Makarov continua a ser o vilão de serviço e a destruir o mundo com a sua sede de poder. Pode ainda dizer-se que a passagem entre personagens é agora mais compreensível, apesar de continuar a não existir uma exploração muito profunda de cada personagem.

Se já gostaram da acção frenética de “COD: MW2”, então não vão sentir aqui qualquer diferença. Não há espaço para respirar, pois as missões sucedem-se a um ritmo alucinante, sempre na expectativa do que “vamos fazer agora?”. Desde colocar cargas explosivas num submarino até combates aéreos em plenos céus de Nova Iorque há muito para fazer. Paris, Londres, Moscovo, Serra Leoa ou Somália são outros cenários de combate, onde há combates de guerrilha, veículos para conduzir, bombas para explodir. Enfim, descanso só mesmo quando se faz “Save and Quit”. Apesar de tudo isto, o modo Campanha continua demasiado curto para os jogadores que apenas adquirem o jogo pela vertente a solo. Uma situação a rever pela Activision.

Saindo do modo Campanha, o Spec Ops continua a ser uma opção interessante para a vertente cooperativa, mas também para jogar a solo. Há mais mapas, mas também um modo novo, o Survival, onde se combate contra vagas de inimigos e se ganha créditos para adquirir as já conhecidas “perks”, armas ou outros equipamentos.

E finalmente chega-se ao modo mais acarinhado pelos fãs, o multiplayer. Basicamente, é um jogo dentro de outro. Para começar, foram introduzidos três novos pacotes que se destinam a diversos tipos de jogadores. Temos o Assault Package, para aqueles que conseguem matar a torto e a direito, pois se conseguirem manter-se em combate sem morrerem têm direito a fazer ataques com os Predator ou os Drones. Se o jogador optar por um perfil mais altruísta, então o Support Package é o ideal, pois permite ajudar os outros e manter-se sem morrer. Já o Specialist Package serve essencialmente os profissionais dos FPS’s e oferece uma perk a cada duas mortes. Com estes sistemas, privilegiam-se todos os tipos de jogadores e não apenas aqueles que eram os campeões das mortes. Também as perks foram revistas e existem algumas novas, como o Blind Eye, e outras foram removidas, como o Last Stand.

Nos modos de jogo, o multiplayer estreia o Kill Confirmed, onde só após recolher a Dog Tag de um inimigo morto é que a morte é válida, mas com a possibilidade de virar a situação a favor da equipa perdedora se recuperar a chapa de identificação. Outra estreia é o Team Defender, onde se adquirem pontos sempre que se recolher a bandeira e ela não voltar a cair nas mãos do adversário.

Outra novidade é o “Call of Duty Elite”, uma espécie de rede social do jogo, com estatísticas, partilha de conteúdos e ligação a outras redes sociais. A nível gráfico, a série continua irrepreensível, com cenários muito bem construídos, a luz no ponto certo e uma câmara de jogo que nunca destoa. Mesmo a IA continua muito equilibrada, pelo menos no que toca a comandar os nossos irmãos de armas. Já os inimigos continuam a não terem as melhores opções estratégicas, mas isso é lá com eles. Também a banda sonora continua poderosa e é uma preciosa aliada a criar ambiente durante as missões. “Call of Duty: Modern Warfare 3” não surpreende tanto como o episódio anterior que foi uma grande pedrada no charco no género. Contudo, mantém tudo de bom que vinha de trás, melhora a experiência multiplayer e introduz uma vertente social no jogo. Fica a questão, ainda falta muito para chegar o episódio 4?

Battlefield 3 – Espírito de equipa Novembro 25, 2011

Posted by nunomachado in Análises, Playstation 3.
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A soma das partes é o que faz de “Battlefield 3” um dos grandes first person shooter do ano. Tem elementos que podiam ter sido melhor explorados, tem outros que roçam a perfeição. Feita a média final, a pontuação é elevada. Mas, comecemos do início, ou seja, pela narrativa.

Mais uma vez, há americanos e russos metidos ao barulho e, como aspecto principal da narrativa, quatro personagens para explorar. O inimigo-mor da história é Solomon que planeia desencadear uma crise nuclear, tendo como objectivo algumas das grande metrópoles mundiais. Para combater esta ideia megalómana teremos Henry Blackburn, um sargento que é a personagem principal e que através de flashbacks conta como se chegou a este cenário, sendo que o faz através dos olhos de outras personagens. Assim, ainda assumimos o papel da Tenente Jennifer Hawkins, do Sargento Jonathan Miller e do russo Dimitri Mayakovsky. A ideia de ter quatro personagens é boa na teoria, mas na prática desilude um pouco, pois não há tempo suficiente para conhecer a fundo as personagens. O jogador salta de personalidade em personalidade de forma muito rápida, o que acaba por retirar alguma densidade à história.

Como começa a ser normal nos jogos do género, o modo a solo é uma espécie de entrada para o prato principal, o multiplayer. Assim, a campanha dura pouco mais de 5 horas e faltam alguns elementos que só estão presentes no online. É compreensível esta aposta das produtoras, mas não podem esquecer os jogadores que gostam de campanhas longas, sem necessidade de ligação à internet e sem entrar, muitas vezes, em modos que lhes falta um fio condutor, objectivos de progressão e por aí fora. Felizmente, não é o caso de “Battlefield 3”, que possui um poderoso modo multiplayer, talvez o mais completo no género.

Há muito por onde escolher. O cooperativo apresenta três níveis de dificuldade, com diferentes missões, mas apenas disponíveis para juntar 2 jogadores. Depois, existem os tradicionais modos Deathmatch, Team Deathmatch, Rush, Squad Rush e o Conquest. Em todos os modos é possível conquistar pontos, que permitem melhorar ou adquirir armas novas, ou novas habilidades. Por outro lado, os jogadores podem escolher entre quatro classes distintas para assumir nos diversos modos: Engeneer, para os que gostam de destruir; Assault, para quem prefere uma atitude defensiva; Support para os altruístas; e Recon, que varia entre reconhecimento e sniper. Se a isto tudo se somar a possibilidade de conduzir tanques, jipes ou outros veículos e pilotar aviões, helicópteros ou barcos, então estamos perante o online mais completo de todos.

A estreia do motor de jogo Frostbite é outra das mais-valias de “Battlefield 3”. O nível de detalhe atinge patamares assombrosos, como o a luz solar a espreitar entre os edifícios destruídos e a dificultar a visibilidade. É realmente um portento visual, com texturas perfeitas, cenários de perder de vista e variados, até mesmo as cenas de combates aéreos estão magníficas. Para complementar, foi acrescentada uma banda sonora que acompanha a acção na perfeição.

Mais do que disparar tiros a torto e direito, “Battlefield 3” oferece uma experiência de combate na vertente online única. Existe ali um verdadeiro espírito de camaradagem militar, de entreajuda, onde não se vê em mais nenhum jogo. A história que oferece não é brilhante, nem a extensão do modo campanha. Mas “Battlefield 3” vale pelo modo multiplayer, por si só muito mais completo que outros FPSs que por aí andam.

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