Games Room

Tudo sobre o mundo dos videojogos

Uncharted 2: Among Thieves – O melhor do ano

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Falta pouco mais de um mês e meio para o término de 2009. Mas, pode afirmar-se sem dúvida alguma, “Uncharted 2: Among Thieves” é o título maior deste ano, sem desprimor para os restantes jogos. Já quando Nathan Drake, o herói desta série, surgiu pela primeira vez em “Uncharted: Drake’s Fortune”, os elogios ao trabalho da Naughty Dog, a produtora do jogo, tinham sido vários. A segunda aventura da série vem apenas confirmar que estamos perante uma personagem que vai ficar para a história dos videojogos.

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Tudo o que o primeiro jogo da série tinha de bom, está também aqui presente, mas ainda melhor e com outras alterações de qualidade. Comecemos pela história. Nathan Drake, para quem não conhece a personagem, é uma espécie de Indiana Jones mais novo. Desta vez, o alvo da sua demanda é Shangri-La, uma mítica cidade que esconde grandes riquezas. Nathan irá seguir as pistas que levaram Marco Polo atrás deste mesmo tesouro, passando por inúmeros cenários, como selvas, cidades ou as montanhas geladas do Nepal. Vai encontrar muita traição, aventura e acção. É aqui que começa o fascínio deste jogo. Uma narrativa bem construída, ao nível de um argumento cinematográfico, com diálogos deliciosos, cut-scenes de grande qualidade que inserem o jogador na acção. Enfim, parece uma grande produção de Hollywood, mas em formato de jogo.

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Outro dos grandes trunfos de “Uncharted 2: Among Thieves” é a jogabilidade. Entre combates com adversários, seja corpo-a-corpo ou com recurso a armas, e resolução de enigmas e ataques furtivos, existe de tudo um pouco e bem doseado. O que mais impressiona é o ritmo da acção e as surpresas que nos revelam. É difícil ter um momento morto para pensar duas vezes, logo as decisões têm que ser tomadas em segundos, pois não há tempo a perder. Ao avançar na acção, nunca se sabe o que vai suceder ou surgir para lá de uma porta ou esquina. O jogador pode esperar tudo. É este elemento de surpresa e suspense que agarra o jogador. Se a opção recair em recolher todos os itens espalhados pelos cenários e explorar estes ao máximo, temos aventura até perto das 20 horas, podendo diminuir para cerca de 15 se a opção recair por uma acção mais linear e com menos exploração.

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A evolução gráfica, em relação ao título original, é também notória, apesar do primeiro jogo já ter apresentado gráficos que foram bastante elogiados. As personagens estão detalhadas até ao mais ínfimo pormenor. Nathan sofre um pouco de tudo nesta acção, com destaque para as imagens iniciais, onde surge ferido depois de um espectacular acidente de comboio, uma cena que vai ficar na história dos videojogos. Depois, o carisma, a humanidade, até mesmo a sensibilidade perante outros personagens, fazem de Nathan uma personagem única. Terá ainda à perna duas belas mulheres, Elena, que regressa da primeira aventura, e a bela morena, Chloe Frazer, que vai ser uma preciosa ajudante de Nathan. Os cenários são outra maravilha deste jogo. A luz, a cor, os detalhes, tudo está desenhado na perfeição. As animações são assombrosas, com particular destaque para as personagens principais, autênticos seres humanos desenhados. Até as mudanças de câmara deixam a sensação de estar a interagir com um filme e não a desfrutar de um videojogo. Até a banda sonora nos faz lembrar um épico do cinema.

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A grande novidade deste segundo jogo está na inclusão de um modo on-line. E aqui, “Uncharted 2: Among Thieves” torna-se no jogo que nunca sairá da nossa consola. No modo competitivo, existem modos para todos os gostos, como são o caso de “combate mortal”, “eliminação”, “saquear” e “reacção em cadeia”. Este último foi responsável por várias horas de sono perdido, onde a interacção com uma equipa, permite ir ultrapassando os obstáculos, ganhar dinheiro e comprar novos itens. Existe um sistema de ranking que serve para desbloquear os vários itens, à medida que se vai subindo no ranking. Existe ainda o modo cooperativo, onde o jogo de equipa é fundamental, e a arena cooperativa, onde surgem inimigos aos magotes e, em equipa, procura-se eliminá-los antes que nos eliminem a nós.

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Destaque ainda para a interacção com o Twiter, que mostra a evolução do jogador na acção e quando está on-line. “Uncharted 2: Among Thieves” pela história, humor, jogabilidade, qualidade gráfica e modos on-line é o melhor jogo de 2009 e vai fazer perder muitas horas de jogo aos verdadeiros fãs de jogos de aventura e acção.

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Novembro 10, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Pro Evolution Soccer 2010 – Futebol de ataque

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O Gamesroom foi um dos privilegiados com uma cópia do “Pro Evolution Soccer 2010″ para uma análise ao jogo, antes mesmo de estar disponível no mercado. Depois de algumas horas bem passadas, na companhia do popular “PES”, eis as grandes conclusões. Ponto prévio desta análise. É quase impossível falar de “PES 2010”, sem esquecer o rival “FIFA 10”. È como falar no Benfica e não falar do Sporting ou F.C. Porto. São rivais e contribuem para a paixão que milhões de pessoas de todo o mundo dedicam a estes dois verdadeiros simuladores do desporto-rei. Depois da análise a “FIFA 10”, publicada na semana transacta, as expectativas em relação a “PES 2010” eram ainda maiores. O adversário melhorou, com qualidade, o plantel, faltando saber se a equipa da Konami tinha feito boas contratações e do mesmo nível.

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As dúvidas foram tiradas logo no primeiro jogo. As modificações introduzidas no motor de jogo mostram um “Pro Evolution Soccer” bem melhor, completamente diferente das últimas duas edições, que tinham sido uma autêntica desilusão. A famosa rotação de 360º dos jogadores é uma lufada de ar fresco na jogabilidade. Os jogadores já não parecem simples robôs em campo, tem movimentos mais realistas e permitem novo tipo de jogadas e desmarcações mais incisivas.

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Outra diferença acentuada está na inteligência táctica das equipas. A equipa controlada pelo jogador obedece mais fielmente ao esquema táctico escolhido, defendendo melhor e abrindo menos espaços. Já a equipa adversária torna o jogo mais complicado, pois fecha muito bem os espaços vazios e ataca quase sempre pela certa. Em resultado destas alterações, é mais difícil marcar golos. Se num determinado tipo de jogada, a nossa equipa consegue fazer um golo, ao tentar imitar essa mesma jogada a equipa adversária já vai defender de forma diferente. Isto significa que, as habituais jogadas tipo que davam sempre golo, acabaram.

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Infelizmente, há vícios antigos difíceis de combater. Os guarda-redes são um deles. Continuam a ter paragens cerebrais, tendo testemunhado um lance caricato, em que um defesa atrasa, de cabeça, uma bola para o guarda-redes e este sai a correr da baliza e deixa a bola passar-lhe por cima. Resquícios de um passado recente. Por outro lado, as bolas paradas continuam a necessitar de melhoramentos. Quando não é possível chamar um segundo jogador num livre, é quase perda de bola na certa. Ou seja, este tipo de livres favorece mais que os prevarica do que quem os sofre.

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A introdução do sistema de cartões para os principais movimentos dos jogadores é um aspecto interessante e que funciona relativamente bem. A experiência com Leonel Messi mostrou que colocá-lo na direita e flectir para o centro para rematar ou assistir é, na realidade, um dos seus melhores movimentos e funciona no jogo.

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Nos modos de jogo, a Liga dos Campeões tem nesta edição mais equipas, mas ainda muitas outras faltam. A maior novidade está na alteração da estrutura da Master league, com mais funcionalidades e mais adaptada à realidade, como o novo sistema de transferência e a nova gestão do clube, com patrocinadores e muitas outras situações de gestão. Uma desilusão foi o facto de os plantéis da maioria das equipas não estarem actualizados, deixando esse trabalho, mais uma vez, para os fãs do jogo com os seus habituais “patches”, tal como a ausência de muitas licenças, como é o caso da Liga Inglesa, mas estando neste aspecto bem melhor que em anos anteriores, sinal que a Konami não esquece esta vertente, como é o caso da inclusão do Sp. Braga. Quanto ao modo on-line não foi possível testar na altura em que esta análise foi efectuada, pois só ficou disponível no dia 22 de Outubro.

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Em termos gráficos, “PES 2010” ganha aos pontos a “FIFA 10”. As faces dos jogadores atingem níveis de realismo fantásticos, não sendo esta situação aplicável a 100 por cento dos jogadores, mas pelo menos aos mais conhecidos. As animações também são mais realistas, com movimentos de um verdadeiro jogo de futebol. As bancadas estão mais interactivas, com público mais diferenciado e com mais pormenores. A luz e as sombras são o chamado, pau de dois bicos. Uma luz brilhante, quase como se fosse surgir uma aparição numa das áreas, dificulta a visibilidade da bola, principalmente nos jogos diurnos. Numa jogada algo confusa, nem quem escreve estas linhas, nem o adversário conseguiram ver a bola que estava já dentro da baliza. Só na repetição foi possível ver como tudo se passou. Outra boa novidade está nos comentários em português. Aqui, apenas por uma questão de gosto e nada mais, “PES 2010” é também superior a “FIFA 10”. A dupla Pedro Sousa (Rádio Renascença) e João Vieira Pinto fez um bom trabalho, apesar de alguns erros nos comentários. Contudo, dá uma nova vida ao jogo e sabe sempre bem escutar a língua portuguesa, principalmente os comentários mais irónicos de JVP. Uma última palavra para os menus, bem mais intuitivos e fáceis de aceder, ao contrário do que sucede no rival “FIFA 10”.

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Concluindo, finalmente temos um “PES” à altura do rival, em alguns pontos bem superior. Se “FIFA” continua com alguma vantagem na variadade de modos de jogo e numa jogabilidade mais fluida, “PES” é melhor em termos gráficos e sonoros. Contudo, nunca a proximidade entre os dois jogos foi tão grande como agora. O ideal era ter um jogo com as características que se salientam mais em cada um deles. Mas, como não é possível, vai ser necessário continuar a escolher entre dois amores.

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Outubro 21, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Tekken 6 – Luta pelo poder

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Começou por ser um jogo exclusivo da Playstation, mas à sexta edição expande-se até à rival Xbox 360. Esta é a principal novidade de “Tekken 6”, sinónimo de qualidade de jogos “beat’um up”, mas que este ano tem uma concorrência muito forte de “Virtua Fighter 5”. Como tal, a Namco Bandai procurou produzir um jogo com mais novidades em relação aos últimos títulos da série, até porque este é o primeiro desenvolvido para duas consolas da nova geração.

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A história do jogo fala de traição e vingança. Heihachi Mishima regressa com vontade de vingar-se do neto, Jin, que controla a empresa da família, a Mishima Zaibatsu, mas que tem planos megalómanos para concretizar. Ao mesmo tempo, Kazuya, filho de Heihachi, é o rival de Jin, através da sua empresa, a G Corporation, e pretende derrotar Jin para adquiri poderes sobrenaturais. Surge então o sexto torneio de artes marciais, promovido por Jin, para de uma só vez livrar-se de todos os adversários.

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Esta é a história do modo Scenario Campaign, que introduz duas novas personagens, Lars Alexandersson e Alisa Bosconovitch, sendo o mais interessante, pois permite angariar dinheiro e recolher itens para melhorar desempenhos. Ao mesmo tempo, dá acesso ao The King of Iron Fist Tournament, que irá desbloquear todas as histórias relativas a cada personagem. Destaque ainda para o vídeo que mostra o início da história, um bom exemplo de Anime. O pior é quando se defronta um boss e surge a derrota, pois é necessário começar tudo do início. Os restantes modos já carecem de algum interesse, devido à falta de inovação. A Namco Bandai não introduziu qualquer novidade neste aspecto, mantendo os habituais Ghost, Team, Battle, Time Attack e Survival. Na vertente on-line, mantém-se as lutas para subir no raking ou apenas o combate simples.

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Nas personagens, a apreciação é positiva. São 40 e com muito por onde escolher. É difícil encontra duas com o mesmo estilo de luta e todas têm particularidades muito distintas. Existem seis entradas novas no plantel, algumas bem interessantes. Lars Alexandersson é um dos mais importantes, pois vai liderar a revolta contra Heihachi Mishima, coadjuvado por Alisa Bosconovitch, metade mulher, metade máquina, com asas nas costas, moto-serras nos braços e a cabeça como granada. Um perigo. Depois existe um toureiro, Miguel, Bob, gordo, mas ágil, Leo, um típico miúdo mimado em busca de vingança, e Zafina, bela e mortal com os seus golpes temíveis. Todos eles são personalizáveis e podem ser melhorados através do dinheiro recolhido, talvez o aspecto mais interessante do jogo.

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Os combates não variam muito das últimas edições. O nível de dificuldade continua acessível a todo o tipo de jogador, não sendo necessário grandes estratégias para a vitória final. Os bosses dão mais trabalho, mas nada que muita persistência não leve de vencida. É possível efectuar vários combos, mas atenção ao momento em que os adversários estão no ar, momento ideal para desferir ataques, bem mais fáceis de concretizar.

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A grande desilusão de “Tekken 6” está na qualidade gráfica. Quando seria de esperar uma evolução significativa, eis que surge o contrário. Se as personagens apresentam níveis de detalhe interessantes, já os cenários são muito pobres. A ideia de combater entre ovelhas, por exemplo, é um pouco estranha e o cenário resulta num fracasso, pois a qualidade gráfica das texturas merece uma significativa evolução. Por outro lado, o exagerado tempo de carregamento do jogo já não faz sentido em consolas desta geração e desespera quem tem que gravar ou modificar algo no jogo.

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Em suma, esperava-se um pouco mais de “Tekken 6”. Até porque a saudável rivalidade com “Virtua Fighter 5” poderia ter ajudado neste campo. Contudo, o jogo mantém a característica que o tornou popular, a jogabilidade, para além de muitas personagens e uma história interessante. Quanto ao aspecto gráfico, necessita de ser melhorado rapidamente para uma futura sétima edição.

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Novembro 4, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Marvel Ultimate Alliance 2 – Heróis contra vilões

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O universo Marvel é um filão inesgotável de contexto para filmes e videojogos. Apesar de tudo, nunca nos videojogos nenhum jogo se tinha distinguido pela qualidade, apesar dos nomes conhecidos dos super-heróis e de um universo que sempre foi apreciado por milhões de pessoas em todo o mundo. Tudo mudou em 2006, quando surgiu “Marvel Ultimate Alliance”, título que reunia a fina flor de super-heróis e vilões, numa espécie de luta “all-stars” entre o bem e o mal. O jogo diferenciava-se por misturar dois géneros que se complementam, acção e RPG. Ao mesmo tempo, apresentava um aspecto gráfico muito interessante, superior à maioria dos jogos criados com base no universo Marvel.

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“Marvel Ultimate Alliance 2” é uma continuação do trabalho desenvolvido pela Vicarious Vision e a Activision, com poucas alterações ao nível da jogabilidade, mas com uma narrativa diferente. A acção situa-se na série “Civil War”, uma das mais prestigiadas da Marvel. No cerne da questão está o Superhuman Registration Act, levando ao combate duas facções, uma apoia o Pro-Registration e defende os interesses do país, e a outra contra-ataca, apelando à luta pelas liberdades individuais e denominando-se Anti-Registration. Para quem não está familiarizado com os livros da Marvel, o jogo apresenta diálogos explicativos e com possibilidades de escolha, deixando a opção ao jogador de lutar pela facção que desejar.

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Conhecida a história é hora de passar aos actos. Cada missão junta quatro super-heróis ou vilões em equipa, com a possibilidade do jogador controlar qualquer uma das quatro personagens em tempo real, ao mesmo tempo que é possível trocar, a qualquer momento, uma destas personagens. De um lado, podemos encontrar nomes como Homem-Aranha, Capitão América, Homem de Ferro ou Wolverine, enquanto na equipa dos vilões destacam-se Hulk, Venom ou o Duende Verde.

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Os combates são normalmente povoados por doses bem servidas de inimigos. A inteligência artificial do jogo faz uma boa gestão dos restantes três membros da equipa, enquanto o jogador assume o papel do outro membro. É aqui que surge uma das boas características deste jogo, a fusão de poderes. É possível combinar mais de 250 fusões, como por exemplo, as teias do Homem-Aranha, com o fogo do Tocha Humana, o que leva a fazer experiências entre os vários poderes até encontrar algum quase imbatível. A mecânica é relativamente fácil, pois basta apertar um botão para escolher qual o herói que o jogador deseja juntar à personagem que já controla e depois ver o resultado final.

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A vertente menos musculada deste título está no RPG. Apesar de não estar muito desenvolvida, algo a ser trabalhado pela produtora numa eventual próxima sequela, consegue conferir algum interesse extra ao jogo. Pontos que servem para ganhar ou reforçar habilidades, subidas de níveis e recolha de itens servem para melhorar o desempenho das personagens, ao mesmo tempo que os diálogos servem para efectuar escolhas no desenrolar da história, ao mesmo tempo que conferem pontos consoante as decisões tomadas.

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A nível gráfico, nota-se uma clara evolução em relação ao título original, com algumas melhorias no motor de jogo Alchemy. As personagens estão bem detalhadas e muito próximo do original, enquanto os cenários continuam a ser interactivos, em que carros, tanques ou o que esteja mais à mão de um herói ou vilão, podem servir de arma.

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O modo on-line foi também melhorado, com partidas cooperativas, que também podem ser jogadas off-line, em que um jogador pode entrar na acção a qualquer momento, em equipas de quatro jogadores. “Marvel Ultimate Alliance 2” recupera o que de melhor foi produzido no jogo original e junta-lhe algumas melhorias gráficas, sendo um jogo que já se destina para além da legião de fãs da Marvel. É já um título para quem gosta de um bom jogo de acção, com um cheirinho de RPG.

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Outubro 27, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Análise PES 2010

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Amanhã, não percam a análise, para PS3, de “Pro Evolution Soccer 2010″. O jogo, que estará disponível para PC e PS3 no próximo dia 22 de outubro, apresenta muitas novidades. Veja quais são, as imagens e um vídeo do jogo. A partir das 8 da manhã, a análise de “PES 2010″, um dos jogos mais esperados do ano, estará disponível no Gamesroom.

Não percam ainda as imagens e toda a informação sobre a apresentação do jogo, na próxima 6ª feira.

Outubro 20, 2009 Publicado por nunomachado | Notícias | | Sem comentários ainda

FIFA 10 – Futebol de classe

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O futebol virtual já começou a época na semana transacta, com a chegada no popular “Championship Manager”, na área da estratégia e gestão. A época dos simuladores começa com “FIFA 10” que promete uma bela rivalidade com “Pro Evolution Soccer 2010”, que chegará no fim deste mês. Quem ganha, obviamente, são os fãs deste género de jogos, com dois títulos que têm vindo a afastar-se progressivamente, pois a série “FIFA” tem sido mais regular, em termos de qualidade, enquanto a série “PES” tem deixado fugir o comboio da qualidade. Este ano parece ser diferente, mas vamos deixar essas apreciações para mais tarde e centrar a análise nesta nova edição do “FIFA”.

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A grande novidade deste ano está, novamente, na jogabilidade. Agora é possível fazer quase tudo com os jogadores devido ao sistema de dribles e rotações de 360º. Isto significa que os jogadores deixaram de ter um comportamento robótico e terem movimentações limitadas, para passarem a ter uma movimentação mais real e que permite novo tipo de jogadas. No entanto, esta evolução na jogabilidade não é notória ao fim de um jogo. É algo progressivo e que se vai ganhando ao longo de vários encontros, onde se nota uma evolução na forma de jogar das equipas. Pegar no jogador mais forte da equipa, como Messi ou Cristiano Ronaldo, e arrancar por ali fora, em dribles, pode ser uma solução muito esporádica, pois não resolve jogos. O trabalho de equipa está mais acentuado e esta é a evolução certa para os simuladores de futebol.

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O campo de treinos tem agora nova importância. Ensaiar jogadas pode ser uma forma de chegar mais facilmente ao golo. O teste foi feito, utilizando uma táctica semelhante à do Benfica, colocando Ramires à direita, Saviola no bico da área e Aimar no apoio. Os três desenharam um lance de golo no treino, que após algumas tentativas num jogo oficial deu frutos.

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Nos modos de jogo, para além do já muito elogiado “Be a Pro”, existe agora o “Profissional Virtual”. Este modo permite criar um jogador e personalizá-lo à sua imagem, podendo mesmo usar uma fotografia do próprio e depois integrar qualquer clube ou torneio por essa internet fora. A evolução deste jogador é feita através do ganho de habilidades e troféus em todos os modos de jogo do “FIFA 10”, ou seja, tudo pode influenciar o nosso “eu” com espírito de Cristiano Ronaldo. Ou não…

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No modo “Manager” também existem inovações, com especial destaque para o relatório dos olheiros sobre os adversários, com informações preciosas para contrariar as equipas que vamos defrontar. Está mais real, mesmo a nível de transferências, com negociações mais duras para contratar o jogador que tanto desejamos para a nossa equipa. Os modos on-line também foram melhorados, principalmente as ligações aos servidores, onde o “lag” não é um problema, mas os grandes jogadores espalhados por esse mundo fora e que nos dão grandes “cabazadas” já o são.

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A nível gráfico, “FIFA 10” não acompanha a evolução da jogabilidade. E aqui perde para o novo “PES 2010”, principalmente ao nível do detalhe das faces dos jogadores. Também quando existem condições climatéricas adversas o motor de jogo, apesar de fluído, não mostra uma qualidade condizente com os restantes aspectos do jogo. Esta deverá ser a próxima melhoria da série, pois corre o risco de se tornar antiquada em termos gráficos, com os riscos inerentes que podem surgir. Os comentários, em português, de Hélder Conduto e David Carvalho, já veteranos nestas andanças mostram que estão em forma. Um Benfica – Sporting relatado pelo Hélder Conduto, é sempre de saudar. As repetições é que, ao fim de algum tempo, começam a cansar quem joga, mas é sempre bom ouvir a nossa língua num jogo desta dimensão. De resto, todo o restante jogo está em português, desde os menus aos tutoriais.

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“FIFA 10” mostra que não parou no tempo e está atento ao rival “PES” e às suas eventuais melhorias. A jogabilidade atingiu o máximo da forma, os modos são variados e quase todos atractivos, mas precisa urgentemente de uma nova lavagem gráfica para atingir a quase perfeição.

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Outubro 12, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Championship Manager 2010 – Futebol renovado

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Todos os anos, entre os meses de Setembro e Outubro os jogos ligados ao futebol dominam o mercado. “Championship Manager” (CM) e “Football Manager” (FM), na estratégia, e “FIFA” e “Pro Evolution Soccer” (PES), na simulação, mostram como o futebol é rei até nos videojogos. O primeiro a chegar foi o mítico CM, com algumas novidades bem interessantes, e bem precisa, pois a concorrência de FM nos últimos anos atirou o título da Eidos para segundo plano.

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O que salta logo à vista nesta edição de 2010 é o novo motor de jogo 3D. O realismo é agora uma certeza, com a movimentação dos jogadores a corresponderem quase na perfeição à táctica delineada. A escolha de um 4-4-2, em losango, a táctica da moda, mostrou a movimentação da equipa na perfeição. Existe uma física mais real da bola, apesar do aspecto exterior ao relvado apresentar umas bancadas desoladoras. Existem várias câmaras disponíveis e mais de 500 animações por jogador, realçando-se o trabalho dos guarda-redes, muito mais activos do que nas edições anteriores. A Beatiful Game trabalhou para ter um motor de jogo superior a FM e teve sucesso. Mas, terá de melhorar no som que vem das bancadas, pois continua de péssima qualidade, como acontece noutros jogos do género.

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Outra novidade é o treino das bolas paradas. Basta olhar para os golos do Benfica deste ano para se ver como são importante as bolas paradas durante um jogo. Cantos, livres e até lançamentos de linha lateral podem ser treinados na exaustão, nascendo aqui os tais “lances de laboratório” que podem resolver um jogo. A importância dos treinos é agora maior, com novas opções à disposição do treinador, como é o caso dos jogos-treino a meio da semana, para afinar o onze para o encontro seguinte.

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“Championship Manager 2010” conta com uma gestão ainda mais aprofundada. Nada escapa ao treinador que controla todos os aspectos relacionados com a equipa. Desde a componente técnica até à gestão de jogadores. A importância de contratar o jogador certo para a posição certa é fundamental para o sucesso da equipa. Como tal o sistema de olheiros foi também renovado, surgindo mais próximo da realidade. Bem ao jeito de José Mourinho, é possível criar uma rede de olheiros num determinado país, como por exemplo Portugal ou Brasil, ou gastar algum dinheiro formando olheiros em locais específicos para que adquiram conhecimentos e descubram as melhores “pérolas” do futebol.

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A base de dados do jogo continua impressionante e muito próxima da realidade. Contudo, ainda não atinge a qualidade da base de dados de “Football Manager”. Só um exemplo, enquanto o FM já conta com a Taça da Liga portuguesa, esta versão de CM ainda não disponibiliza esta competição. De resto, a quantidade de informação disponibilizada continua a ser, principalmente para os novatos no jogo, muita e pouco intuitiva. Os menus são fartos em dados, mas é muita informação para processar para um jogador. Aqui, as saudades do velhinho “CM 01/02” regressam em força, onde era meia bola e força e tínhamos a época completa num ápice.

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Uma das grandes novidades deste ano chama-se “CM Season Live”. Para fazer face ao “Football Manager Live”, a Beautiful Game criou este modo online, onde um jogador terá à disposição clubes das 10 ligas mais competitivas da Europa. Com estatísticas baseadas na realidade dos clubes, um jogador pode ter desafios muito interessantes. Imaginem que, chegamos a Janeiro e o Real Madrid ocupa a terceira posição na Liga Espanhola. A nossa função será de pegar em todos os dados reais que levaram os “merengues” até essa posição e tentar conquistar o título. Este é um serviço que carece de uma subscrição, mas é uma importante evolução neste título, mostrando estar cada vez mais completo e mais perto de “Football Manager”.

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Em suma, “CM 2010” sofreu alterações importantes e aproximou-se do líder da estratégia futebolística. Tem um excelente motor de jogo 3D, um aspecto gráfico mais atractivo, um sistema de treinos muito próximo da realidade e o “CM Season Live” é um desafio interessante.

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Outubro 3, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PC | | Sem comentários ainda

PSPgo já disponível

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Já se iniciou a comercialização no mercado português da PSP (PlayStation Portable)go, uma nova evolução do sistema de entretenimento portátil PSP, desenhada especificamente para se enquadrar no estilo de vida digital dos consumidores que querem desfrutar, em qualquer lugar, dos conteúdos que descarregaram. A PSPgo junta-se à PSP 3000 no alinhamento de consolas portáteis disponibilizadas pela Sony Computer Entertainment

Mais pequena e leve, a PSPgo surge com um design sofisticado, que cabe em qualquer bolso, podendo ser transportada para qualquer lado. Além da inovação no seu design, com um painel frontal deslizante, a PSPgo surge com algumas novidades, como a substituição da drive UMD por uma memória flash de 16GB para armazenar jogos, musicas, vídeos e fotos, oferecendo aos utilizadores ilimitadas possibilidades de entretenimento digital portátil disponibilizadas através da PlayStation Network.

Para assinalar a entrada da PSPgo no mercado, a SCE oferece a todos os que adquirirem esta consola de entretenimento digital até ao dia 10 de Outubro, o novo jogo para PSP “GranTurimo” – o simulador de condução real. A lendária série “Gran Turismo” faz a sua estreia na PSP com todo o estilo, velocidade e supercarros que seriam de esperar – para além de milhares de opções de personalização e corridas multijogador através do Modo Ad Hoc.

A PSPgo estará disponível com um PVP recomendado de 249,99€.

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Setembro 30, 2009 Publicado por nunomachado | Notícias | | Sem comentários ainda

Need For Speed Shift – Velocidade menos furiosa

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Está na hora de calçar novamente as luvas e pegar nas melhoras “bombas” à disposição. “Need For Speed Shift” procura esquecer a última edição desta série, duramente criticada, com um conceito completamente diferente, ou seja, acabaram-se as perseguições policiais, as histórias dramáticas de “street racers” e entramos num mundo de simulação quase pura e dura, um pouco ao estilo do mítico “Gran Turismo”. Aliás, a aproximação a este jogo, com a quinta edição marcada para o próximo ano, é um passo perigoso, tal como a títulos já com provas dadas na simulação como são o caso de “Forza Motorsport” ou “GRiD”.

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Onde “Shift” se diferencia é na vertente tunning, no fundo o que marca o código genético desta série. Continua a ser possível decorar um modelo ao estilo do jogador, com inúmeras possibilidades de personalização, que vão desde a a pintura ao tipo de carroçaria, jantes e muitos mais. A grande alteração vai para a mecânica do jogo e é aqui que entra a palavra “simulação”. Para quem gosta de automobilismo, a inclusão da pista de Spa Francorchamps é, desde logo, um motivo de satisfação, ou não fosse um dos melhores e míticos circuitos de automobilismo de todo o mundo. Mas, existem mais 17, alguns bem conhecidos como Silverstone, Brands Hatch ou Laguna Seca, e outros bem complicados, como a pista citadina de Londres. No fundo, existem pistas para todos os gostos e feitios de condução.

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Quando o piloto chega à pista depara-se com duas situações: ser um condutor correcto ou usar a agressividade excessiva. Em ambos, os casos vais ganhar pontos, sendo que a condução ideal acaba por ser aquela que consegue equilibrar o melhor destes dois mundos. Se a opção passar por ultrapassagens correctas, utilizando a aerodinâmica, ou utilizar as trajectórias ideais para conseguir os melhores tempos, os pontos são colocados na barra do condutor “certinho”. Se recorrer à força para efectuar ultrapassagens, colocar os outros pilotos em perigo ou desrespeitar as regras, os pontos vão a barra da agressividade. Apesar de não existir polícia, continua a apetência pela condução ilegal, como já foi referido anteriormente, está no código genético desta série.

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Se este é o modo de funcionamento das corridas, a evolução na carreira é feita por níveis, onde se vão ganhando medalhas, conquistas em espécies de missões feitas durante as corridas, como alcançar determinada velocidade máxima. Escusado será dizer que existem inúmeros itens por desbloquear que permitem melhorar as viaturas, em termos decorativos ou descobrir novas competições. Os upgrades mecânicos advêm do dinheiro conquistado no final das provas, podendo transformar um simples carro de corridas numa autêntica máquina ganhadora.

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Quanto ao menu das máquinas disponíveis ele é extenso, para cima de 60 veículos, e muito apetitoso. Desde Aston Martin DBR9 (2006), Bugatti Veyron 16.4 (2008), McLaren F1 (1994) até ao velhinho Nissan Skyline 2000GT-R (1972), passa ainda pelos recentes Audi R8 LMS, BMW M3 GT2, Ford Shelby GT500, Chevrolet Camaro SS, Nissan 370Z (Z34), Porsche 911 GT3 RSR ou Pagani Zonda R. Com este alinhamento, apesar de faltar o sempre desejado Ferrari, “Shift” pode fazer frente a muitos dos simuladores já referidos neste texto.

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Se o modo carreira é o mais atractivo, existe ainda o on-line por explorar. É pena a Electronic Arts não ter optado pelo split-screen, mas ainda assim é possível juntar no máximo oito jogadores em corridas drift (o passado é difícil de esquecer), modos versus e 25 voltas, para quem gostar de testar a concentração ao máximo.

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Outro aspecto muito positivo em “Shift” é o aspecto gráfico. Os modelos estão representados na perfeição e os circuitos estão carregados de detalhes, com claro destaque para o citadino de Londres ou para as curvas alucinantes de Spa. Até a luz e as texturas melhoraram imenso em relação aos títulos anteriores, numa clara evolução desta série que, pela primeira vez, encontrou o caminho certo para a redenção. A banda sonora é de cinco estrelas, com destaque para a presença dos Buraka Som Sistema, com o bem conhecido “Kalemba (Wegue-Wegue)”, juntando-se a nomes como Kasabian, The Prodigy ou Jamal. Este é, sem dúvida, o melhor NFS dos últimos anos, com um excelente sistema de jogo, boas pistas e um alinhamento de carros muito interessante.

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Setembro 29, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Guitar Hero 5 – Estrela caseira

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Quando num determinado estilo de jogo existem dois títulos muito próximos e que disputam a liderança entre os fãs, é sempre bom sinal. Significa que a qualidade está presente e existe uma clara procura em melhorar o que já é bom e inovar para ficar à frente do rival. É o que tem acontecido com “Guitar Hero” e “Rock Band”, dois títulos virados para a música, onde por alguns momentos, qualquer pessoa se pode sentri uma estrela internacional. Procurando a superação, estes dois títulos têm gerado subprodutos, com novas funcionalidades, para gáudio dos seus fãs. Com a chegada de “Guitar Hero 5”, o rock ganha novos protagonistas e instrumentos, não se limitando apenas ao instrumento que dá nome ao jogo. As melhorias continuam a ser introduzidas e são visíveis logo no início do jogo. Os elementos da banda têm agora novos elementos de personalização, para além de ser mais fácil proceder à escolha destes elementos. Por outro lado, as músicas vêm desbloqueadas, aumentando o leque de escolhas quando se faz um jogo rápido. A introdução do modo “Quick Jump” é um piscar de olho a novos utilizadores do “Guitar Hero”, funcionando como uma espécie de tutorial antes de entrar nos modos principais. No fundo, o jogador testa as suas primeiras capacidades antes de entrar no verdadeiro mundo do “espectáculo”.

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O “prato principal” continua a ser o modo Carreira. A escolha de músicas é extensa e a introdução de novos artistas e estilos, leva os jogadores a novos desafios. Ao todo, são 85 músicas que variam entre um estilo pop de Elton John, com “Saturday Night’s Alright (For a Fighting)”, ou o “metal rock” dos Iron Maiden, com “2 Minutes to Midnight”, passando pelos Coldplay, “In My Place”, Johnny Cash, “Ring Of Fire”, ou The Rolling Stones, “Sympathy For The Devil”. Destaque ainda para a introdução de duas músicas dos lendários Nirvana, facto que vai aumentar ainda mais a popularidade do jogo, permitindo tocar “Lithium (Live)” e o hino “Smells Like Teen Spirit”. Com tanta variedade de estilos, é natural que muitos jogadores fiquem desagradados por terem de mostrar dotes em músicas que não são as que mais gostam. No entanto, acaba por ser um desafio interessante experimentar um estilo muito diferente do nosso e comprovar que é capaz de mudar de registo. A versatilidade pode ser uma característica fundamental para triunfar neste mundo da música virtual.

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Os saudosistas das músicas de outras edições de “Guitar Hero” vão ter a possibilidade de ter acesso às mesmas, através da vertente on-line e mediante uma pequena quantia. Serão perto de 50 canções extraídas de “Guitar Hero: World Tour” e “Guitar Hero: Smash Hits”, estando a Activision a trabalhar na compatibilidade de músicas de outras edições do jogo, como é o caso de “Guitar Hero: Metallica”.

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Onde se perde algum tempo é na personalização das personagens e dos instrumentos, tal a quantidade de opções existentes. Mais uma vez, nada melhor que adaptar as escolhas ao estilo pretendido, que pode ir do mais puro “metal rock” até à extravagância de um artista pop, como é o caso de Elton John. Depois, pode pegar-se nas personagens e levá-las para o mundo virtual, através do modo on-line, onde existem opções para todos os gostos, que vão desde o modo Cooperativo até à batalha de instrumentos.

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Existe também uma melhoria no aspecto gráfico, com uma maior aproximação visual aos artistas, bem mais detalhados e movimentos muito próximos dos reais. Também a sincronização entre os lábios e o som melhorou, tal como os elementos dos cenários das músicas. Uma palavra muito positiva para a câmara, capaz de registar momentos únicos nas actuações e com uma posição muito mais dinâmica.

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A ligação entre os instrumentos e a consola continua afinada, apesar de algumas notas falharem um pouco, mas nada que impeça uma actuação positiva. Ou seja, não é por culpa das notas que o jogador pode ter a desculpa que o talento para a música não está lá. “Guitar Hero 5” mostra que está em forma, com novas adições interessantes e artistas que vão certamente atrair mais jogadores para esta série.

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Setembro 16, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, Playstation 3 | | Sem comentários ainda

Dissidia – Final Fantasy – Reunião de estrelas

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Tal como na televisão, também nos videojogos existem séries mais carismáticas do que outras. Algumas atingem mesmo o estatuto de séries de culto e, neste caso, podemos integrar “Final Fantasy” nesta categoria. A saga desenvolvida pela Square Enix é uma das mais jogadas, admiradas e conceituadas de sempre da história dos videojogos. O segredo sempre esteve em personagens fortes, narrativas de qualidade, “gameplay”diferente e um aspecto gráfico que sempre mereceu rasgados elogios.

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“Dissidia – Final Fantasy” tem um pouco disto tudo, tendo ainda algumas carências e algumas virtudes devido à plataforma de destino, a Playstation Portátil. A história fala-nos da eterna luta entre o bem e o mal. Neste caso, os bons são liderados por Cosmos, e os maus por Caos. Quando os dois entram em confronto, uma luta tremenda vai acontecer entre os 10 melhores soldados de cada facção. É aqui que acontece uma espécie de “all-stars” de “Final Fantasy”, pois surgem personagens que estiveram presentes entre o jogo original e o capítulo XII da saga. Ao mesmo tempo, a história de cada uma destas personagens reúne-se neste título, onde tudo pode mudar em relação ao passado, com novas alianças e inimigos, tudo ditado pelo jogador. Terá na mão uma parte da história de “Final Fantasy” e, só este facto, mostra o quanto vale a pena jogar “Dissidia”. Outra razão está no desbloquear das personagens, com destaque para os representantes dos dois últimos episódios da série, o XI e o XII.

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Sendo um “beat’ em up”, os combates assumem especial importância. Existem duas formas de encarar as lutas, a diversão ou a estratégia. Se a opção recair na diversão, então basta carregar nos botões da consola, sem grande nexo de sequência, e existirá divertimento durante várias horas, sem grandes dificuldades. No caso da estratégia, não basta a força e o carregar de botões aleatórios, mas sim uma conjugação de botões que irão provocar diferentes golpes e efeitos. Cada lutador tem características diferentes, mas todas as habilidades podem ser melhoradas ou ganhar novos movimentos, através de um sistema de acumulação de experiência. Para os jogadores que gostam de explorar em busca de itens novos, então está no jogo certo, pois existem vários objectos e novos golpes disponíveis no mapa.

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A longevidade de “Dissidia – Final Fantasy” é impressionante. Se for jogado ao pormenor, pode passar as 100 horas de jogo, um valor raro em videojogos. Entre conquistas, recolha de itens, exploração de mapa e combates vai ser difícil deixar a PSP de lado. Os vários modos de jogo também entusiasmam, com o modo História, o principal, as lutas são dispostas num mapa, enquanto no Arcade, existe uma sucessão de combates, mas sem a narrativa do jogo. Existe ainda o combate rápido, que passa pela escolha de um lutador, e o modo Versus, jogado em sistema Ad-hoc, onde se pode combater entre amigos.

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Com uma banda sonora a trazer de volta velhos e históricos temas da série e diálogos de qualidade, “Dissidia – Final Fantasy” mostra que até neste ponto tudo foi pensado ao pormenor para agradar aos fãs da saga. No aspecto gráfico, o melhor elogia que se pode fazer é ser um dos melhores títulos para a PSP, onde nem sempre existe uma preocupação com o nível visual dos jogos. Aqui existe uma boa câmara, uma iluminação decente, personagens com detalhes acima da média e até as texturas são superiores à maioria dos jogos. Resumindo, “Dissidia – Final Fantasy” é um dos melhores jogos do ano para a PSP, com uma longevidade tremenda, uma história cativante e um sistema de jogo dos melhores alguma vez produzidos, não só na PSP como para as outras plataformas.

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Setembro 9, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PSP | | Sem comentários ainda

Nova PS3 já disponível

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A nova PlayStation 3, com um disco rígido de 120GB (HDD) vai estar disponível nas lojas a partir de amanhã, na América do Norte, Europa/ Territórios PAL, países e regiões Asiáticas a um preço recomendado e verdadeiramente atractivo de $229 Dólares e 299€ Euros, respectivamente. O sistema vai estar disponível no Japão a 3 de Setembro de 2009 a um preço de 29,980 Ienes (incluindo taxas). Com o lançamento de um vasto conjunto de títulos de software atractivos para PS3 e a oferta aos consumidores de um vasto conjunto de modelos de hardware com um preço apetecível, que vai ao encontro das suas preferências, a SCE vai construir o momentum e reforçar o crescimento da plataforma PS3.

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O design interno do novo sistema PS3 foi completamente redesenhado, desde os principais semicondutores e unidade de corrente, até ao mecanismo de arrefecimento, assumindo um “corpo” mais fino e leve. Comparativamente ao primeiro modelo da PS3 de 60GB HDD, o volume interno, bem como a sua espessura e peso, reduziram aproximadamente dois terços. Paralelamente, o consumo de energia também é reduzido para dois terços, permitindo reduzir o ruído do ventilador. Apesar de herdar o design curvo e lustroso do modelo original, a nova PS3 apresenta um design atractivo e meticuloso com um acabamento texturado, oferecendo uma imagem informal. Com um “corpo” compacto e uma aparência informal, o novo modelo vai estar disponível para uma vasta audiência que procura comprar o melhor sistema de entretenimento para o seu lar.

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Em conjunto com o lançamento da nova PS3, a SCE vai modificar a marca de “PLAYSTATION 3” para “PlayStation 3”, e introduzir um novo logo, que vai estar gravado na superfície da nova PS3. Ao unificar o nome “PlayStation”, que representa a família PlayStation, a PS3, juntamente com a PlayStation 2 e PSP (PlayStation Portable), vão alargar o negócio PlayStation e continuar a optimizar a experiência de entretenimento juntamente com o crescimento da PlayStation Network.

A nova PS3 continua a oferecer características inovadoras e funções dos modelos anteriores, tais como a capacidade de desfrutar da alta definição do disco Blu-ray em filmes e jogos, bem como a possibilidade de proceder ao descarregamento de diversos conteúdos e serviços através da rede. A capacidade de armazenamento da nova PS3 aumentou de 80GB para 120GB, e com esta capacidade extra os utilizadores podem armazenar mais jogos, música, fotos, vídeos, bem como outros conteúdos e serviços disponíveis através PlayStation Network. Com mais de 27 milhões de pessoas registadas em todo o Mundo, a PlayStation Network disponibiliza mais de 15,000 peças de conteúdos digitais, desde jogos, trailers, demos e mais de 15,000 filmes e programas de TV através da PlayStation Store. Os membros da PlayStation Network podem descarregar aplicações gratuitas, tais como o PlayStation Home, uma comunidade de jogo em 3D na PS3 que permite aos utilizadores interagir, comunicar e partilhar experiências de jogo, ou o Life on PlayStation, que oferece aos consumidores inúmeras noticias e informações através do monitor de TV na sala de estar ao conectar a PS3 à rede.

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Desde o lançamento da PS3 em Novembro de 2006, o número de títulos em BD cresceu, com mais de 1000 títulos e 1,400 jogos PS3 passíveis de serem descarregados a nível mundial, com o apoio de um vasto conjunto de parceiros, tais como programadores e editoras. A juntar a este vasto conjunto de títulos de software, novos títulos atractivos e excitantes irão ser lançados a partir dos SCE Worldwide Studios, incluindo Uncharted 2: Among Thieves, EyePet, Ratchet & Clank Future: A Crack in Time, Heavy Rain, God of War 3, MAG, ModNation Racer, Gran Turismo 5, entre outros.

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Outras características da PS3 incluem:

  • Nova versão de software 3.00 para PS3 Em paralelo com a nova PS3, o software do sistema será actualizado para a versão 3.00 no dia 1 de Setembro. Esta actualização adiciona características de fácil utilização tais como “What’s New”, no qual os utilizadores podem proceder à pesquisa de novos items disponíveis na PlayStation Store, bem como dos seus jogos directamente na XMB™ (XrossMediaBar), com atalhos para cada conteúdo. A PS3 vai desenvolver continuamente actualizações ao software, de forma a reforçar a operacionalidade e optimização da experiência do utilizador através da rede. Os utilizadores da PS3 podem desfrutar das novas características com a actualização do software do sistema para a versão 3.00 através da função de actualização do sistema na XMB.
  • Característica BRAVIA® Sync™ A nova PS3 dispõe da característica BRAVIA® Sync™. Ao conectar o novo sistema PS3 e o televisor BRAVIA com o cabo HDMI , os utilizadores podem operar directamente a XMB na PS3 utilizando o controlo remoto da TV. Outras funções incluem “System Standby” que desliga automaticamente a PS3 quando o televisor BRAVIA é desligado.
  • “Suporte Vertical” da nova PS3 (SérieCECH-2000 ) Ao utilizar o suporte de posição vertical, vendido em separado, os utilizadores podem colocar a nova PS3 nessa mesma posição, o que facilita a colocação da PS3 em qualquer espaço da nossa casa. A posição vertical vai estar disponível no Japão a 3 de Setembro, a um PVPR de 2,000 Ienes (incluindo taxas) e na América do Norte a $24.
  • Eliminação da Característica “Instalação de outros Sistemas Operativos” A nova PS3 vai centrar-se no fornecimento de jogos e conteúdos de entretenimento e os utilizadores não vão poder instalar outros Sistemas Operativos na nova PS3.

Agosto 31, 2009 Publicado por nunomachado | Notícias | | Sem comentários ainda

Wolfenstein – Guerra sobrenatural

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O tema da II Guerra Mundial como cenário de fundo de jogos First Person Shooter está mais do que batido. Séries como “Medal of Honor” ou “Call of Duty” são exemplos de bons jogos sobre esta temática, mas que se vão esgotando ao longo do tempo por não terem espaço de evolução. No caso de “Wolfenstein 3D”, odiado por uns e amado por outros, surpreendeu a paragem da série em 2003, quando saiu uma versão multiplayer denominada “Wolfenstein: Enemy Territory”. Tudo porque o jogo era um FPS com características diferentes, pois misturava elementos paranormais, tão do agrado das forças nazis, que os Aliados procuravam eliminar recorrendo apenas a armamento. Seis anos depois, eis a série regressa, sem o brilho do passado, mas com muitos motivos de interesse que vale a pena explorar.

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A história faz lembrar um pouco “Os Salteadores da Arca Perdida” quando Indiana Jones procurava impedir que os alemães chegassem à Arca da Aliança que, supostamente, lhes iria dar forças sobrenaturais que lhes permitiria ganhar a guerra. Em “Wolfenstein”, o jogador assume novamente o papel de William “BJ” Blazkowicz, um agente que terá como missão impedir que as forças nazis encontrem um portal para outra dimensão, onde personagens demoníacas podem vir a ajudar as tropas de Hitler.

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Com uma história cheia de fantasia, era de esperar que o protagonista não ficasse reduzido ao velhinho armamento da II Guerra Mundial como pistolas, espingardas ou granadas. William poderá recorrer a poderes especiais, através de artefactos que vão sendo desbloqueados durante as missões, para além de armas de outro mundo, capazes de efectuar enormes estragos. Por outro lado, pode agora recorrer a tropas rebeldes que estão espalhadas pelo mundo para dar uma mãozinha nesta demanda contra os nazis sobrenaturais. Este recurso faz lembrar um pouco o que sucede em “Metal Gear Solid 4”, onde é possível recorrer a tropas de ajuda. William pode ainda melhorar o seu armamento recolhendo documentos e ouro, que servirão como moeda de troca.

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Onde se esperava uma maior evolução era no formato das missões. Quando se pensava que o jogo não seria linear, pois os cenários são muito mais extensos, eis que nem é carne, nem é peixe. Isto significa que uma linearidade encapotada, pois o jogador não pode saltar de missão em missão como bem entender. Falta também pontos de interesse nos cenários, apesar da sua enorme extensão. Quanto aos combates podemos esperar tropas normais dos nazis, que são fáceis de eliminar, mas o pior são as criaturas estranhas e os oficiais com poderes sobrenaturais, que são ossos mais difíceis de roer. Por outro lado, existe uma versão alternativa da realidade, uma cidade denominada Shroud, onde os nazis se tornam imbatíveis e utilizam as vítimas para as suas experiências. Um local a evitar.

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O aspecto visual de “Wolfenstein” impressiona pela positiva. As personagens têm pormenores muiot bons, principalmente as forças sobrenaturais inimigas, bem como os cenários e todos os motivos ligados à II Guerra Mundial. Melhor ainda são as animações, bem patentes durante os combates, com os inimigos a moverem-se com perícia, proporcionando combates renhidos. Uma nota muito positiva para a banda sonora, com destaque para as explosões e os sons dos tiros, verdadeiras sinfonias de arte bélica.

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Já a versão multiplayer terá de levar nota negativa, pois apenas tem suporte para 12 jogadores. Dispõe de três modos distintos, Deathmatch, Objective e Stopwatch, nada de novo no universo dos FPSs. Em suma, “Wolfenstein” é um excelente regresso ao passado, com claro destaque para o modo campanha, o melhorado motor de jogo id Tech 4, excelente jogabilidade e uma história singular.

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Agosto 26, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PC | | Sem comentários ainda

Overlord II – O rei da maldade

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Há cerca de dois anos, surgia no mercado um jogo que se distinguia pelo argumento. Ao contrário da maioria das narrativas, onde a luta entre o bem e o mal é quase sempre uma realidade, “Overlord” oferecia uma luta entre o mal e um mal ainda pior. Ter um coração de ouro, fazer o que está correcto e proteger os indefesos era algo que não se via neste jogo. Ao mesmo tempo, era necessário comandar uma horda de monstros de todos os tipos para alcançar o poder. No fundo, era um jogo divertido, com uma boa história e um aspecto gráfico a pedir algumas melhorias.

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Com um nível de sucesso aceitável, era de esperar uma sequela e eis que a luta pelo título de “rei da maldade” volta às consolas e, neste caso, aos PCs. “Overlord II” traz a mesma mecânica de jogo, mas melhorada, a mesma argumentista, Rhianna Pratchet, e uma história que mistura factos reais e muita fantasia.

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O herdeiro do primeiro Overlord (o senhor da maldade), que tinha sido raptado na primeira aventura, resolve assumir o trono e praticar todas e mais algumas maldades. Será ele o comandante de todas as criaturas que necessitavam quem as liderasse, pois apesar de terem ganho alguma inteligência em relação ao título anterior, ainda não primam pela capacidade de raciocínio. E quem vão ser as vítimas das maldades deste exército? Nada mais, nada menos que o exército romano. Os ancestrais dos italianos andam a conquistar todos os territórios e mais alguns, chegando às terras mais frias, onde o Overlord e seus pares vão entrar em confronto com um dos mais temíveis exércitos de sempre. Ou seja, se uns são maus, os outros são ainda piores…

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A mecânica do jogo continua a ser simples. O jogador controla Overlord que, por sua vez, controla as suas tropas. Com uma série de atalhos é muito fácil controlar os passos de todos os monstros ao nosso dispor, com uma câmara que também ajuda na visualização perfeita na deslocação da nossa personagem e das tropas à nossa disposição. A feitiçaria continua a ser a melhor arma e a que mais irrita os romanos. A estratégia está sempre presente nas acções determinadas por Overlord, que pode enviar um grupo de criaturas atacar as tropas romanas ou pode optar pela sua própria protecção, não vá o diabo tecê-las.

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Apesar da dimensão de alguns cenários nos levar a pensar que exploração livre é uma realidade, o jogo continua a seguir um traçado linear, não dando grande azo à exploração, nem à interacção, algo a rever numa próxima sequela. De qualquer forma, podemos reencarnar na figura de qualquer outro monstro e assim aceder a locais que não são possíveis ao próprio Overlord. Também a nova Torre, que serve de quartel-general do Overlord, sofreu obras de remodelação. Está maior, com nova decoração e que pode ser melhorada mediante o dinheiro recolhido que serve para comprar itens. Por outro lado, também as nossas criaturas podem ser melhoradas, através de algumas experiências genéticas, com a mistura de raças. Entre eles, encontramos alguns parecidos com os saudosos “gremlins”, só para dar um exemplo.

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Uma substancial melhoria em relação ao título original está no aspecto gráfico. Este era a maior crítica que podia ser feita ao primeiro “Overlord”, mas algumas situações foram corrigidas. As animações estão melhores, os cenários são maiores, mais variados e com mais cores, existem mais e melhores criaturas. Continuam a existir alguns problemas com as texturas, mas só um novo motor de jogo poderá melhorar esta situação. As vozes, os diálogos e a banda sonora completam o quadro de humor negro que caracteriza este jogo, oferecendo algo de diferente da maioria dos jogos. Para os fãs da série, esta sequela vai saber a mel, tal a evolução verificada. Já os novatos, vão certamente gostar de entrar neste mundo de paródia aos jogos de fantasia, com muito humor, um excelente “gameplay” e muitas horas de divertimento.

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Agosto 19, 2009 Publicado por nunomachado | Análises, PC | | Sem comentários ainda

Gamesroom atinge número 20 mil visitantes!

Sem título

À beira de completar um ano, o Gamesroom atingiu a fasquia dos 20 mil visitantes. O número é impressionante, pois este blogue não está publicitado em qualquer outro blogue ou site, sendo visitado apenas por quem efectua pesquisas na internet. Muitos tornaram-se visitantes regulares, em busca de uma opinião isenta acerca dos seus jogos preferidos.

A todos os visitantes, regulares ou não, o meu obrigado pela vossa preferência.

Agosto 18, 2009 Publicado por nunomachado | Notícias | | 1 Comentário